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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Estamos quase lá!


"O segundo Governo de José Sócrates já nomeou 1361 pessoas desde que assumiu funções no final de Outubro."

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sei o que fizeste no Verão passado (*)


(*) o titulo é de um filme mas não deixa de ser apropriado
Quando o Governo ou seja o Partido Socialista põe o Sr. deputado Ricardo Rodrigues a falar de corrupção, acho que começo a concordar com alguns especialista acerca do que dizem do nosso eleitorado, que são como um peixinho de aquário, memoria de 5 segundos... ou então a politica açoriana não é relevante.
É preciso ter cuidado de quem escolhemos para dar a cara a certos assuntos....

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Uma prenda de Natal


Alguns comentadores políticos, dizem que o governo está muito generoso e que este Natal irá-nos dar uma prenda... realmente esta pressa de tratar da questão do suposto casamento homossexual ou é para nós repararmos que apesar do seu fim à vista o governo está a tentar passar aquela imagem de modernismo ou será que está com medo do Espírito Santo e da visita papal para 2010?
Até lá em Lisboa e no Porto serão recolhido assinaturas na rua para este instrumento democrático, o referendo.
Estejam atentos.

CUIDADO: os sismos de Lisboa fazem nascer grandes lideres

Já agora hoje tivemos esta noticia: AQUI

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Será uma face assim tão "oculta"???



O texto chama-se "Asfixia democrática na primeira pessoa", está n' O Camchimbo de Magritte a entrevista é a José António Saraiva.
E agora, será que Manuela Ferreira Leite não tinha razão quando tanto falava na asfixia democrática?

domingo, 22 de novembro de 2009

Vamos comprar "O Sol" e "O Publico"


O Governo tirou a publicidade financeira das empresas publicas, que só são os maiores investidores de publicitários. Uma forma baixa de acabar com a comunicação social incomoda? Onde para aquela cena chamada: Liberdade de expressão?
Também em algumas secretarias, em ministérios e emrepartições, deixaram de comprar o diário "O Publico".
Isto começam a ser coisas concretas e precisas, "O Publico" a partir do momento que falou da licenciatura e "O Sol" a partir do momento do caso FreePort.
Quando alguma coisa incómoda o Primeiro Ministro, deve haver um telefonema, para alguns directores.

Luís Figo o amigo


Nas nossas aulas de "Economia Política" João César das Neves, costuma dizer que as coisas que nos dão mais prazer na vida são as mais caras, tipo um beijo, um amigo, uma mão dada etc...
Mas quando o Professor diz-nos isto, assumimos de principio que os custos não são contabilizados em termos financeiros.
Agora vejo que há expecções. Luís figo, o jogador mesmo estando fora dos revaldos consegue ainda contabilizar-se.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A melhor e mais pertinente pergunta feita pelo BE ou pelo Dr. Francisco Louça:


Quando os poderes se misturam


Por via do 31 da armada, uma selecção do conhecido artigo, do famoso, penalista e professor universitário, Costa Andrade:
Uma escuta, autorizada por um juiz de instrução no respeito dos pressupostos materiais e procedimentais prescritos na lei, é, em definitivo e para todos os efeitos, uma escuta válida. Não há no céu - no céu talvez haja! - nem na terra, qualquer possibilidade jurídica de a converter em escuta inválida ou nula”.
E o reputado penalista prossegue: “Uma vez recebidas as certidões ou cópias, falece àquelas superiores autoridades judiciárias, e nomeadamente ao presidente do STJ, legitimidade e competência para questionar a validade de escutas que foram validamente concebidas. Um domínio que não é mínimamente posto em causa pelas vicissitudes que, em Lisboa, venham a ocorrer ao nível de processos, instaurados ou não, aos titulares de soberania. Não se imagina - horrible dictum - ver as autoridades superiores da organização judiciária a decretar a destruição de meios de prova que podem ser essenciais para a descoberta da verdade. Pior ainda se a destruição tiver tambem o efeito perverso de privar a defesa de decisivos meios de defesa. Não podem decretar retrospectivamente a sua nulidade. O que lhes cabe é tão-só sindicar se elas sustentam ou reforçam a consistência da suspeita de um eventual crime do catálogo imputável a um titular de órgão de soberania. O que não podem é decretar a nulidade das escutas: porque nem as escutas são nulas, nem eles são taumaturgos. O que, no limite e em definitivo, não podem é tomar decisões (sobre as escutas) que projectem os seus efeitos sobre o processo originário, sediado, por hipótese, em Posárgada, e sobre o qual não detêm competência”

sábado, 14 de novembro de 2009

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Isabel Alçada nova Ministra da Educaçao


Atenção é com todas as personagens: as Gémeas, o João e o Pedro o cão Faial, também vão lá estar e milhares de professores, como o poderoso chefão José Sócrates (mas agora está bonzinho porque não tem maioria absoluta).
A não perder, "Uma Aventura" num governo perto de si.

Novo Ministro da Defesa Nacional


Realmente não consigo perceber, como é que um terrorista intelectual, Augusto Santos Silva, tem o ministério da Defesa Nacional!?

Já temos novo governo do PS


Salada Russa
A faceta multifacetada dos homens do Sócrates é impressionante, ora está no trabalho e segurança social, ora está na economia, ora está na segurança nacional. Grande equipa, a isto chama-se pluralismo na vocação e nas competências ou unilateralismo na ideologia partidária. Mas atenção, não toca a todos.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A coligação


Durante a monarquia liberal, o rei andou a promover títulos da corte aos burgueses e a muita gente, nessa altura numa alegoria que até poderia chegar aos cães da rua Almeida Garrett escreveu: "Foge cão ou fazem-te Barão".
Hoje eu digo: "Foge cão ou fazem-te uma coligação".

A arrogância



O novo líder parlamentar do PS, Francisco de Assis, veio dizer: "Nenhum partido se pode fechar na arrogância".... Isto é demais, durante os últimos 4 anos o Partido Socialista, enquanto detentor de maioria absoluta mostrou-se intransigente nas suas medidas num grande exemplo a questão da avaliação dos professores. Era um partido avaliado como centralista. Não me venham contar a história do capuchinho vermelho ao contrario.