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terça-feira, 18 de setembro de 2012

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Porque ontem foi dia 2 de Novembro

"O homem só se explica se há um Amor que supere todo o isolamento, mesmo o da morte, numa totalidade que transcenda também o espaço e o tempo. O homem é explicável, encontra o seu sentido mais profundo, somente se há Deus”.
Papa Bento XVI ontem, no dia dos fiéis defuntos

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Como o nosso exemplo marca:


Esta carta foi enviada por um espanhol à Embaixada da Republica Checa, sobre os Jovens Católicos Checos nas JMJ, vale a pena ler: CLICA AQUI

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Em tempo de crise há esperança: Mais 3 Santos



O Papa presidiu, ontem, domingo, Dia Mundial das Missões, ao rito de canonização de três novos santos da Igreja Católica, que apresentou como exemplos de amor aos irmãos.Bento XVI declarou como novos santos dois religiosos italianos que viveram entre os séculos XIX e XX - Guido Maria Conforti, arcebispo de Parma e fundador dos Missionários de São Francisco Xavier, Luigi Guanella, fundador da Congregação dos Servos da Caridade e do Instituto das Filhas de Santa Maria da Providência -, e uma religiosa espanhola - Bonifácia Rodríguez de Castro, fundadora da Congregação das Servas de São José
(Página 1 da RR)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Grande notícia para o Ocidente:


O Papa anunciou que o ano 2012 será o "Ano da Fé", com data marcada: 11-X-2012 a 24-XI-2013.

o amor ao silêncio:

O Papa cumpriu, uma visita pastoral à região da Calábria, em Itália, onde visitou a comunidade contemplativa da Cartuxa, da Serra de São Bruno. Aí, o Papa sublinhou a importância do silêncio, de que o Homem Moderno parece ter cada vez mais receio. "Cada vez mais, mesmo sem se aperceberem, as pessoas vivem num mundo virtual, por causa das mensagens audiovisuais que acompanham a sua vida de manhã à noite. Os mais jovens, que nasceram já nesta condição, parecem querer encher de música e imagens todos os momentos vazios, como se tivessem medo de ouvir justamente esse vazio. Trata-se de uma tendência que sempre existiu especialmente entre os jovens e nos contextos urbanos mais desenvolvidos mas hoje essa realidade alcançou um nível tal que se pode falar de mutação antropológica", disse Bento XVI O Papa acrescentou que "há pessoas que já não são capazes de permanecer muito tempo em silêncio e em solidão", tendo, de seguida, deixado uma palavra especial aos irmãos da Cartuxa: "Por vezes, aos olhos do mundo, parece impossível permanecer toda a vida num mosteiro, mas na realidade é preciso toda uma vida para entrar nesta união com Deus, na realidade essencial e profunda que é Jesus Cristo. Por isso vim aqui hoje - queridos irmãos da comunidade da Cartuxa da serra de São Bruno - para vos dizer que a Igreja precisa de vós, que vós precisais da Igreja. O vosso lugar não é marginal, nenhuma vocação é marginal no povo de Deus: somos um só corpo em que cada membro é importante e tem a mesma dignidade e é inseparável do todo. Também vós, que viveis num voluntário isolamento, estais de facto no coração da Igreja, e fazeis correr nas suas veias o sangue puro da contemplação e do amor de Deus".

terça-feira, 11 de outubro de 2011

É bom quando Ele está dentro de nós


A palavra "entusiasmo" significa, na sua raiz grega, "endeusamento", Deus dentro de nós.
Jutta Burggraf
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ideia tirada daqui: Clica

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Publicidade a mim mesma: JMJ MADRID 2011


O artigo versão internet é mais pequeno que a versão de papel, e que o original, mas cá vai:
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DIZ JOVEM TERCEIRENSE Jornadas da Juventude são experiência "brutal"

Publicado na Quarta-Feira, dia 21 de Setembro de 2011, em Actualidade
Quando em 1985 o Papa João Paulo II criou as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), um encontro de católicos, especialmente dedicado aos jovens, numa altura que em a Igreja Católica se dizia estar a viver “uma crise”, estaria longe de imaginar que estava a idealizar o maior encontro de pessoas do mundo, que, em 1995, nas Filipinas, chegou aos quatro milhões de peregrinos.

Numa intervenção em Buenos Aires, durante as JMJ de 1987, o Santo Padre declarou “repito ante vós o que venho dizendo desde o primeiro dia do meu pontificado: que vós sois a esperança do Papa, a esperança da Igreja.".

Essas palavras, e a atitude de João Paulo II em combater a sua debilidade física com uma força espiritual gigantesca, levaram a jovem angrense Margarida Benedita a questionar-se como é que o Papa conseguia “com uma mensagem antiga, ou melhor, milenar, mover o mundo”.

A curiosidade levou-a a procurar saber mais sobre esta personalidade ímpar e o que descobriu impressionou-a tanto que “se converteu a uma vida católica” e, nesse mesmo ano, pegou numa mochila e foi até Colónia, Alemanha, para as JMJ, que marcaram a estreia do Papa Bento XVI neste evento, experiência que repetiu este ano em Madrid.

“ Não sabia de nenhum grupo dos Açores, penso que a nossa diocese não estava organizada, fui com um grupo de Viana do Castelo, não conhecendo quase ninguém mas fiz rapidamente grandes amizades, tínhamos os mesmos objectivos” recorda.

Dos dias passados na Alemanha guarda na memória a diversidade multicultural e a constatação que ali se vivia a realização prática da mensagem universal da Igreja. Destaca igualmente a figura de Bento VXI, recentemente eleito Papa, e que tantas dúvidas levantava aos meios de comunicação social.

“Na verdade, ele foi acolhido na sua terra natal, na Alemanha moderna, com um enorme amor e carinho de parte dos jovens”.

Classificando a experiência em Colónia como “brutal”, a ideia de voltar a umas JMJ passou a ser inquestionável, mas o facto da edição seguinte ter sido na longínqua Austrália fez com que esse projecto ficasse guardado para a capital espanhola.

Desta vez, Margarida Benedita foi integrada num grupo universitário, o Clube Darca de Lisboa, cidade onde está a concluir o mestrado.

Partiu com “expectativas altas”, por dois motivos, o facto de já ter experimentado o que eram as JMJ e depois, porque, graças às redes sociais “criou-se uma grande esperança sobre o encontro”, mas o que viveu Madrid “superou” essa já elevada fasquia com que partiu.

“O ambiente que se viveu foi intenso, de enorme alegria. As JMJ são uma situação tão peculiar, que trazem enormes dificuldades à organização, não só de segurança, mas os lugares para dormirmos, para comermos, casas de banhos etc. Notou-se que Espanha estava preparada, apesar destes jovens serem diferentes de outros aglomerados de pessoas, como um policia espanhol nos disse, "Tudo boa gente ", por principio são pessoas calmas, obedecem e sempre com uma enorme alegria, isso é visível pela simpatia que nos receberam, pela forma prestável que os empregados dos restaurantes nos atendiam, no metro, na rua, os bombeiros que nos atiravam com água”.

Apesar do destaque que teve na comunicação social os protestos levados a cabo por organizações espanholas contra este evento, Margarida Benedita realça que, na sua maioria, os madrilenos receberam de braços abertos os dois milhões de visitantes, destacando que, mesmo do ponto de vista económico, as JMJ foram benéficas, permitindo uma receita de 160 milhões de euros para a economia local.

Vocações e luta pela fé

“Veterana” de duas JMJ, quando questiona sobre os momentos mais marcantes que viveu, diz que “todos”, acabando por eleger três situações.

Em primeiro lugar, as vocações, raparigas e rapazes “que não tiveram medo de deixar o espaço confortável, consumista e egoísta que viciou a sociedade, e com enorme coragem, estes religiosos, celibatários, consagrados, missionários, padres apresentavam-se sempre de hábito ou batina, e isso em pleno verão, um exemplo para muitos padres e frades portugueses que parecem terem vergonha de mostrarem que vivem uma vida apaixonada por Jesus”.

Destaca também as centenas de jovens vindos de países “em que não existe liberdade religiosa”. Dos contactos mantidos com os grupos destes locais retirou exemplos como o dos chineses “que quando voltaram ao seu país foraminterrogados e se calhar até mesmo castigados por terem vindo, e como esses jovens vivem a fé de uma coerência, porque realmente para eles serem católicos, irem há missa ao domingo é uma verdadeira luta”.

Por fim, elogia a maneira como se tratava com respeito Jesus Consagrado na Eucaristia, a adoração e a palavra do Papa.

“Porque éramos 2 milhões de jovens, em constante barulho, aplausos, gritos e cânticos a toda a hora, mas quando era próprio, por exemplo nos momentos de oração, de adoração, para ouvir o Papa, a multidão de 2 milhões fazia um silêncio impressionante. É uma demonstração que não somos simples jovens histéricos a gritar pelo Papa, porque sim, há uma razão, os jovens que vão ás JMJ mostraram muitas vezes essa razão, essa profundidade que tem na sua vida!”

“Fora de moda”

Assumidamente católica, Margarida Benedita considera que, nos dias que correm, “ser Católico não está na moda”, mas rejeita a ideia que a Igreja esteja a atravessar um período de dificuldades, defendendo que a instituição deve manter-se fiel aos seus princípios, não podendo “ceder na verdade e facilitar para agradar às pessoas”.

“A felicidade não é facilidade, até pelo contrário, é luta. Como o Papa nos pediu em Portugal, a nossa vida tem de ser um lugar de beleza!”

A nível pessoal, diz que a sua fé não depende deste tipo de eventos, mas que celebrações como esta e o contacto que teve com o Papa a ajudam “muito na relação com Deus”.

As JMJ regressam em 2013, no Brasil. Margarida diz-se feliz pelo facto das próximas Jornadas serem “em língua português e num país com tradição de saber receber bem o Papa”, e alimenta a esperança de, mais uma vez pegar na mochila “com o Evangelho para ler no caminho e o terço e vou, seria uma grande aventura".

terça-feira, 20 de setembro de 2011

JMJ Rio Janeiro 2013


Já têm site: AQUI
E lema, podem levar à Oração : “Ide e fazei discípulos de todos os povos”, Evangelho segundo S. Mateus.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Eis a diferença: JMJ Madrid


Quem tem medo de um pontinho anti-democrático com pouco apreço pela liberdade? Não são os jovens católicos de certeza.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Alguém pode enfiar esta noticia pela cabeça abaixo dos "indignados" espanhóis:

JMJ 2011: Madrid encaixou mais de 150 milhões de euros

Madrid, 22 ago 2011 (Ecclesia) – A Câmara do Comércio de Madrid e da Confederação de Empresários de Madrid estimou em 160 milhões de euros o total arrecadado durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), referiu o seu presidente ao jornal ‘El País’.

A iniciativa, promovida pela Igreja Católica, decorreu em Madrid, entre terça-feira e domingo, sob o lema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, reunindo mais de um milhão de peregrinos, dos quais 12 mil portugueses.

A Confederación de Comercio de Madrid (COCEM) adiantou, por seu lado, que os ‘tickets’ de refeição dos peregrinos permitiram um ganho de 39 milhões de euros e que a ocupação hoteleira aumentou em 30%, face aos números normais de agosto.

Em comunicado, a COCEM manifesta a sua “satisfação pela imagem da capital que se transmitiu ao mundo”.

O diretor-geral da Associação Empresarial de Hostelaria da Comunidade de Madrid 'La Viña', Juan José Blardony, soma a estes números um benefício de 22,5 milhões de euros para os associados.

A direção financeira da JMJ 2011 afirmou por diversas vezes que esta iniciativa da Igreja Católica tinha “custo zero” para os contribuintes espanhóis e daria mesmo lucro à cidade.

A Jornada de 2011 teve um orçamento de 50 milhões de euros, sustentando em larga medida (31 milhões de euros, 62% do total) pelas inscrições dos peregrinos (mais de 456 mil), procedendo o restante de patrocínios e donativos particulares.

Os gastos públicos com a viagem do Papa e a JMJ estiveram na origem de protestos de várias organizações espanholas, durante a última semana, que degeneraram em confrontos com a polícia.

OC