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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

É preciso de entender que não é só politica é vida

"Os bispos têm o dever de emitir um juízo moral também sobre coisas que afectam a ordem política, quando o exigirem os direitos humanos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas." Papa Bento XVI

Para pensar no dia mundial da LUTA contra a SIDA

O Artigo é da Inês Teotónio Pereira para o Expresso e chama-se:

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Será que alguém pode pôr um preservativo no nariz da Margarida Martins?

Há duas maneiras de agir contra a propagação da SIDA em África: distribuir preservativos e fazer o que a Igreja Católica faz.

Inês Teotónio Pereira (www.expresso.pt)


A primeira é fácil mas ineficaz: distribuir preservativos é o mesmo que tratar com água uma gangrena ou tentar curar um cancro com aspirinas. Os resultados estão à vista e não são precisos mais argumentos. Combater a SIDA em África à custa dos preservativos é como disputar com uma bisnaga um duelo de pistola: é estúpido.

A Igreja Católica sabe disto melhor que ninguém: é a única instituição que verdadeiramente sabe do que fala porque trabalha no terreno, conhece os casos, as pessoas, as aldeias, as cidades, a miséria, os costumes e as crenças. Trabalha com todos, não só com os católicos, e em todos os países, que são quase todos anticatólicos. E trabalha no terreno há década e décadas: antes do Bairro Alto lisboeta ter nascido, já a Igreja tinha percebido a dimensão da tragédia.

Enquanto a Igreja trabalha no terreno, o pessoal do mundo civilizado tem insultado a Igreja Católica porque o Papa - este, o anterior, o anterior ao anterior e todos os outros - não mandaram distribuir preservativos como quem distribuí leite num campo de refugiados. E não o acusaram, por exemplo, de ser ineficaz no combate, nada disso: acusaram a Igreja de ser cúmplice. E porquê? Porque a Igreja optou, imagine-se, por estar com as pessoas, viver com elas, dar-lhes formação sobre a sexualidade, apoiá-las antes, durante e depois da doença e tratar cada caso como um caso. Uma trabalheira. E considerou sempre que o preservativo, no meio desta trabalheira, é apenas um recurso, não é uma doutrina.

Esta semana fez notícia o que o Papa disse numa entrevista que resume a estratégia de combate: "A mera fixação no preservativo significa uma banalização da sexualidade, e é precisamente esse o motivo perigoso pelo qual tantas pessoas já não encontram na sexualidade a expressão do seu amor, mas antes e apenas uma espécie de droga que administram a si próprias. (...) Pode haver casos pontuais, justificados, como por exemplo a utilização do preservativo por um prostituto, em que a utilização do preservativo possa ser um primeiro passo para a moralização, uma primeira parcela de responsabilidade para voltar a desenvolver a consciência de que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo o que se quer. Não é, contudo, a forma apropriada para controlar o mal causado pela infecção por HIV. Essa tem, realmente, de residir na humanização da sexualidade".

Uma trabalheira

sábado, 27 de novembro de 2010

Pela Vida

O Papa pediu para neste sábado fazermos uma vigília pela vida nascente. Tão importante que é este tema, apesar dos referendos, dos artigos e das normas nós católicos não podemos cansar de lutar. E a nossa maior arma é a oração.
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"Nos nossos dias, é cada vez mais frente obter o video do bebé ainda dentro do ventre materno. Todos os membros da família rejubilam diante dessas imagens, demonstrando assim com essa alegria, a plena consciência de que a criança já faz parte das suas vidas. Confiados à intercessão de Santa Maria, nós Vos pedimos, Senhor, neste mistério [A Visitação de Maria a Santa Isabel] , que cada vez mais gente compreenda que uma criança recém concebida iniciou já uma história maravilhosa que deve ser protegida e admirada"
Padre João Paulo Pimentel; Rosário Pela Vida ed. AIS

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ser católico não está na moda

Os católicos têm um costumo não são do tipo sair para a rua gritar a sua doutrina. A questão dos preservativos não é de todo relevante, mas incomoda muita gente, principalmente os ateus. Eis a questão se você não acredita em Deus, se o seu racionalismo não se deixa influenciar pelo Evangelho, se o Papa é anacrónico porquê que se incomoda tanto quando Bento XVI fala do preservativo? É porque precisa de algum modo de aprovação moral para um comportamento social? (o que põe em causa a descrentisse), ou é porque a Igreja é a única Instituição que se tornou imútavel ao relativismo moral do preservativo? (o que põe em causa a racionalidade acima referida), só vejo essas razões e não me digam que é por medo que a SIDA alastrasse entre os católicos porque se esses forem mesmo católicos e ouvem o que Papa diz, então têm a única solução viável a 100% dada pela própia ciência para o fim da propaganda do vírus a castidade.
Ouvir o que se quer é fácil, mas não é a verdade!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Admirar


O poeta francês Gautier escreveu sobre a admiração: "Amar é admirar com o coração; admirar é amar com o espírito".

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tratado sobre a manifestação dos beijos gays


O artigo é do Henrique Raposo e chama-se: Os Gays Valentões, da ultima vez que fui ao Expresso online tinha 203 comentário.
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Em Barcelona, um grupo de gays-tão-gays fez uma triste figura junto do Papa. Além de ser uma mera provocação, aquele exibicionismo sexual revela intolerância (contra os católicos) ecobardia (ante os muçulmanos).

I. Em Barcelona, o Papa foi recebido por um grupo de gays-tão-gays: este esquadrão de valentões começou a dar beijinhos repenicados à frente do Papa-móbil. Como é óbvio, esta bravura soft porn era uma espécie de protesto grupal contra as posições da Igreja na questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aqueles gays-tão-gaysestavam, no fundo, a dar pulinhos corporativos, como que a dizer "olhem para nós, camaradas, olhem para nós, vejam como nós somos tão livres e corajosos perante o tirano que veste de branco. Olhem, olhem".

II. Toda esta cena tem sérios problemas. Em primeiro lugar, é uma triste demonstração de exibicionismo sexual. Se eu demonstrar o meu "orgulho heterossexual", corro o risco de ser acusado de "machista" ou "marialva", mas se umgay demonstrar o seu "orgulho gay", ah, é logo considerado um bravo libertador, um pensador da liberdade. Beija o teu homem à frente do Papa e serás considerado um Kant em potência, eis um belo slogan para o "orgulho gay". Depois, vamos lá ver uma coisa: o que é isso de "orgulho gay"? Se o desejo homossexual é tão natural como o desejo heterossexual, porque razão aquelas pessoas têm orgulho numa coisa que é natural? Se o desejo é natural, então a parte do "orgulho" não faz sentido.

III. Em segundo lugar, estas atitudes revelam uma profunda intolerância. Aquelas pessoas querem o quê? Querem que o Papa diga que o casamento gay é a melhor coisa do mundo? Meus amigos, o Papa e os católicos têm o direito às suas opiniões. Os católicos têm o direito de dizer que o casamento gay não devia ser legal. As opiniões são livres. No fundo, aqueles gays não toleram a ideia de alguém a pensar de forma diferente da sua. É sempre assim: os auto-proclamados donos da tolerância têm uma estranha atracção pela intolerância.

IV. Em terceiro lugar, estas demonstrações contra a - suposta - homofobia do Papa revelam uma profunda hipocrisia. Se quisessem mesmo lutar contra a homofobia motivada por líderes religiosos, estes gays podiam ir dar beijinhos para as portas das mesquitas (estou certo de que existem mesquitas em Espanha). Na Europa, as tais "comunidades muçulmanas" são rainhas e senhoras da homofobia. Portanto, a pergunta tem uma lógica cristalina:por que razão estes gays valentões não vão dar beijinhos à frente das mesquitas? Ide, valentes. Ide dar beijinhos ao pé do senhor imã.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Custa ouvir, não é? Vá façam manifestações

“Só onde existe o amor e a fidelidade é que nasce e perdura a verdadeira liberdade." Papa Bento XVI em barcelona

domingo, 7 de novembro de 2010

sábado, 6 de novembro de 2010

O Amor


‎"Essa cruz, supremo signo do amor levado até ao extremo, e por isso dom e perdão ao mesmo tempo, deve ser a nossa estrela orientadora na noite do tempo." Papa Bento XVI, hoje, em Santiago de Compostela

Xacobeo 2010


Esta imagem, é algumas das palavras que o Papa disse na Homilia da sua visita Apostólica a Santiago. São fortes, para ver se desperta a Europa adormecia. Penso que o Santo Padre não se contenta com a mediocridade, obrigada é que nem eu. Está na hora de mudar.

Bienvenido


É muito reconfortante saber que o Santo Padre está aqui ao lado, no país vizinho!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Quem diria......


O balanço no fim do SEGUNDO dia da VISITA DO PAPA feita a Inglaterra, pelo Daily Telegraph: "Something unexpected is happening during the papal visit to this country: the British public is listening with curiosity and genuine respect to Pope Benedict XVI. Pope Benedict's critics have underestimated him. The worked themeselves into a state of indignation at the visit of a man about whom they knew only a few thinks and most of these turn out to be wrong. The present Pope is gentle, smiling intellectual who has evolved a sophisticated understanding of the relationship between faith and logic. that much was clear in his Westminster Hall address, in which he discyssed relegion's "corrective" role with regard to reason, and the "purifying" role of reason within faith"

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Parabéns ao Papa Bento XVI


Você conhece o nosso Papa? Nesta ultima sexta-feira, dia 16, sua Santidade fez 83 anos, hoje dia 19 o Papa Bento XVI faz 5 anos que é chefe da Igreja Católica, em menos de um mês estará de visita ao nosso país, num dos maiores acontecimentos deste ano em Portugal. Você conhece verdadeiramente o Papa Bento XVI? Ou acredita em tudo o que vê na tv? Odiado pela comunicação social, Bento XVI é de um pensamento magnifico, um académico brilhante, um homem de máximo valor, a prova viva como o Espírito Santo sabe quem escolher. Parabéns ao nosso Vigário de Cristo.

Vale a pena ver este filme, criado pelos alunos da Universidade de Navarra para o congresso académico-Univ.
Se pudesse falar com o Papa de certo diria: Obrigada