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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A jangada suicida?

A capa da famosa revista The Economist não podia estar mais certeira no retrato da UE. Ainda não li o artigo, mas sei que fala da acção tardia do Governo Português.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Alguma página de fãs do Henrique Neto no facebook?

Numa entrevista ao Jornal de Negócios, Henrique Neto o histórico do PS disse abertamente a verdade, sem ideologias nem medos. Desde de muito que este senhor tem sido uma voz activa e critica ao seu próprio partido, até um socialista vê que as coisas andam mesmo mal. Ainda em 2009 acerca da lei do financiamento dos partidos disse ao Jornal Publico: “ [PS de Sócrates] favorece, facilita ou não combate claramente a corrupção".
A minha parte da entrevista preferida é sem duvida a mais ousada e corajosa - "Isto é uma máfia com experiência na maçonaria".

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Ideal para pensar nos dias de hoje:

"O Grande engano da mediocridade! Este é um alerta para os nossos dias. O fácil, o imediato, o que da para todos, o que passa por democrático, o que está "benzinho" e mediano, parece, tantas vezes, a solução. Não fazer ondas, ceder ir pelo mais ou menos, vale tudo desde que não chegue cá o incomodo: este é o retrato dos desiludidos! Nivelar por baixo não é caminho, é engano." Ped. Vasco Pinto Magalhães.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Portugal


"Vão ser as próximas vítimas da crise". Theodoros Pangalos, vice-primeiro-ministro grego.
Eu já desconfiava disto.....

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Uma 3ª via. A aguardar ansiosamente....


A próxima encíclica do Papa Bento XVI será dedicada ao tema da vanguarda, a Economia do trabalho (para mais CLICA AQUI:
"In effetti, la crisi finanziaria ed economica che ha colpito i Paesi industrializzati, quelli emergenti e quelli in via di sviluppo, mostra in modo evidente come siano da ripensare certi paradigmi economico-finanziari che sono stati dominanti negli ultimi anni. Bene ha fatto, quindi, la vostra Fondazione ad affrontare, nel Convegno internazionale svoltosi ieri, il tema della ricerca e della individuazione di quali siano i valori e le regole a cui il mondo economico dovrebbe attenersi per porre in essere un nuovo modello di sviluppo più attento alle esigenze della solidarietà e più rispettoso della dignità umana."
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«O Papa considera que "A crise" é o ponto de partida para re-analisar "certos paradigmas económico-financeiros que tem sido dominantes nos últimos anos" e que não levam em conta as exigências da solidariedade e do respeito pela dignidade humana. (Fiat Lux

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Onde é que eu já vi isto?

O historiador René Rémond escreve sobre as consequências da I Guerra Mundial: "O sucesso material desta categoria industriais de guerra, de comerciantes que especularam e traficaram, volta a pôr em causa as crenças tradicionais na superioridade do trabalho e na virtude da poupança, abala a estabilidade de valores que constituíam o decálogo da moral liberal e burguesa do século XIX"
in, Introdução à História do Nosso Tempo pág. 302

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Nem tudo vai bem no reino socialista



O “sistema capitalista” parece “ter entrado em ruptura”. Há “direitos conquistados durante gerações, pelos trabalhadores” que foram “gradualmente postos em causa”. O retrato, do mundo e de Portugal, é tudo menos risonho e é assinado pelo PS, o partido do Governo, e por alguns dirigentes da chamada “ala esquerda”, a começar por Manuel Alegre, e pelo fundador do partido Mário Soares.


Quem diria que um dia assumiriam os seus erros.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A eleição e a crise


Se nestas eleições americanas a vitória foi indiscutivelmente do Obama. A derrota já não terá sido de John McCain, mas sim de George W. Bush.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Malta, vamos dar vivas ao fim do liberalismo???


(imagem regime maoista)
Agora com a crise do mercado, existe aqueles intelectuais que declararam a morte ao velho liberalismo económico. Sim porque bom, mesmo bom é voltarmos ao old time Estalinistas-marxistas, em que as coisas corriam realmente bem, tirando o pequeno pormenor que esses regimes tenham morto milhares e milhões de pessoas e as sociedades não combinarem muito bem com a liberdade.