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sábado, 18 de outubro de 2008

Deixem de implicar com o homem


A capa desta semana, da famosa revista Norte Americana National Review, está extraordinariamente bem enquadrada na actual crise económica.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

PRÉMIO NOBEL DA ECONOMIA 2008


Se normalmente esperamos mais atentamente pelos resultados dos prémios Nobel da Literatura e da Paz, este ano as expectativas focalizaram-se na economia, pelas razões mais que evidentes da crise mundial de mercado, e foi por causa deste cenário a demora do resultado. Como conheço alguns economistas imagino as unhas ruidas só para saber o nome.
Paul Krugman, americano de 55 anos e professor da Princeton University. Crítico da administração Bush, tem um trabalho centrado na premissa de que muitos bens e serviços podem ser produzidos de modo mais barato em grandes séries, um conceito conhecido em geral como economia de escala.
Mas como intelectual recatado que é já disse: "Isto vai transtornar sem dúvida meus próximos dias. Espero que em duas semanas volte a ser a mesma pessoa de antes. Sou um grande convicto da continuidade do trabalho. Espero que isto não mude muito as coisas".

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Conservadora, mas Liberal na Economia!


(Imagem retirada aqui)
Para satisfazer alguns que acham que ando muito pia nos últimos textos, aqui vai uma noticia que preocupa a minha versão liberal, a da na economia.
Quando leio no Publico que a ultima segunda-feira (ontem) foi a segunda-feira mais negra para o mercado desde 1987, ou seja desde quase do ano que nasci, fico preoucupada, mas não declaro o fim ao nosso sistema, nem ao capitalismo. Para entenderem melhor que quero dizer deixo abaixo um texto do economista César das Neves:
Neste momento de crise profunda, em que o sistema económico-financeiro parece derrocar em todo o lado, ouvem-se os comentadores de esquerda repetir, abanando a cabeça, que sempre tinham avisado disto. Não faltam até previsões de estertor final do capitalismo e prenúncios de um mundo novo.
Estas opiniões têm toda a razão, pois aqui se situa o principal defeito do sistema em que vivemos, que um dia o pode destruir. A economia de mercado vive permanentemente à beira do abismo e, por vezes, como em 1929, cai mesmo lá dentro. O nosso sistema baseia-se na liberdade de iniciativa. E a liberdade tem destes percalços. Podem culpar-se muitas leis, decisões, organismos, até erros e crimes, mas tudo isto só acontece devido à liberdade incontrolada.
Mas tais opiniões equivalem também a um homem que vai de carroça, vê um avião cair e afirma: «Eu bem disse que isto acabava mal!» O cocheiro tem toda a razão, mas não é por isso que as pessoas vão deixar de voar e voltar às seguras diligências.
As críticas são válidas. Mas os que as fazem não notam que o computador em que as escrevem e o blogue, jornal ou televisão em que as expressam existem apenas graças ao sistema que tanto abominam. Até a aspirina que tomam para tratar as dores de cabeça que o capitalismo lhes causa foi produzida graças aos produtos financeiros que lhes dão dores de cabeça.
Crises tão terríveis são, afinal, os custos daquele sistema que nos traz a prosperidade. Aquela mesma prosperidade que usamos para criticar o sistema. A insegurança, incerteza e até o tumulto são custos da liberdade.

sábado, 19 de julho de 2008

O negocio do aborto

Passado um ano da lei da interrupção voluntária da gravidez, ou melhor do aborto, em Portugal eu leio e vejo qualquer coisa que me lembro Adam Smith .
"Perto de 100 por cento dos serviços públicos utiliza o método medicamentoso, enquanto mais de 90 por cento dos privado opta pelo cirúrgico", mas se segundo o professor universitário e director da Maternidade Alfredo da Costa, Jorge Branco, especialista em ginecologia-obstetrícia, "o aborto medicamentoso é menos invasivo e tem menos complicações", então porque será que os privados fazem os seus abortos pela cirurgia? Talvez porque "o procedimento com comprimido é €100 mais barato"?????

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Lições para a vida....


O dia de hoje começou por não correr bem, mas acabou em grande. Ao fim da tarde, por acaso, tive a oportunidade de ouvir o professor Ernâni Lopes, talvez porque o ambiente era mais privado a conversa foi menos formal e desde a União Europeia, da economia, até cancro eu aprendi uma verdadeira lição para a vida. Graças a Deus que existe gente assim, sempre soube, que era necessário ter uma grande capacidade intelectual e psíquica para não ter medo da vida e muito menos da morte, mas chego á conclusão que é sobretudo necessário ter uma força espiritual. "Não quero morrer, mas estou preparado".

sexta-feira, 28 de março de 2008

Efeito Placebo: Descida do IVA 1%



A descida do IVA a 1%, que alegra tanto o sr. Sócrates e o Dr. Mário Soares, é mais psicológica que outra coisa, num cabaz de bens poupamos 81 cêntimos, o que na verdade chega a ser ridiculo! Isto é mais um rebuçado para uma pré campanha, mas um rebuçado muito amargo.

domingo, 18 de novembro de 2007

O problema não são os trabalhadores portugueses são os gestores


Aquela conversa do complexo do coitadinho, está no sangue ou é uma questão cultural para justificar nível do indicie de produtividade em Portugal, que é o mais baixo da Europa é uma forma estúpida de desculpar um problema que é grave. Mas a culpa não é dos trabalhadores portugueses é dos nossos gestores ou melhor da falta de competência dos nossos gestores, ora vejamos que Luxembourg é o país da Europa com maiores indicies de produção e é um país em que 35% do empregados são Portugueses.