quinta-feira, 1 de março de 2012
Por falar em moda: E o Oscar para a melhor roupa vai para:
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Em que acreditas....
Para não esquecer o compromisso - artigo de Aura MiguelQuem sabe o Credo de cor?Para muitos católicos, será difícil rezá-lo, do princípio ao fim, semse enganar. Pois bem: nos primeiros séculos, os cristãos sabiam dememória o Credo e rezavam-no todos os dias para não se esquecerem docompromisso assumido com o baptismo.Tinham-no presente na mente e no coração, repetiam-no nas praças,durante as refeições e, mesmo quando o corpo dormia, o seu coraçãovigiava pelas verdades da fé.Agora, Bento XVI pede-nos o mesmo. Ao proclamar o Ano da Fé, pede-nosque as palavras sobre as quais está solidamente edificada a fé daIgreja sejam para os cristãos palavras tão preciosas como a menina dosolhos. Sob pena de o testemunho de vida dos baptizados perdercredibilidade.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Nós os Católicos

(Este é o quadro que tenho sobre a minha cama, o fresco triunfo de São Tomás de Aquino sobre a heresia, foi um postal oferecido por um monge dominicano em Roma durante a semana Santa do ano passado)
Já o César das Neves dizia, a principal vitória dos que são contra a Igreja foi conseguir convencer os próprios católicos de que a sua história não presta
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Para aqueles que são tão inteligentes e não podem acreditar em Deus:

Com 20 anos, Steno decidiu não se limitar a aceitar como verdadeira uma afirmação apenas porque a tinha lido escrita num livro. Apoiando-se na sua própria observação e investigação lançou os princípios do método científico. É considerado um dos fundadores da estratigrafia moderna e, com James Hutton, o fundador da geologia moderna. Foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 1988. A sua vida e trabalho têm sido intensamente estudados, em particular desde finais do século XIX. Especialmente, a sua piedade e virtude têm sido avaliadas com vista a uma eventual canonização. (wikipedia).
O que nos faz falta:
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
A malta que festeja o Natal e ao mesmo tempo quer tirar Deus da sociedade:
É que VALE MESMO A PENA LER:
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A necessidade de Deus (e de Cristo)
Por Henrique Raposo
O ar do tempo acha que é completamente independente do cristianismo. O ar do tempo está errado. Mesmo que não acredite no mistério pascal (como eu o percebo), mesmo que não seja um cristão de fé, o cidadão ali da rua é um cristão cultural, educado numa cultura de direitos que só cresceu na civilização judaico-cristã. Tal como defende Nicholas Wolterstorff, os tais "direitos inalienáveis" (a base ética e constitucional das nossas vidinhas) têm uma raiz bíblica . Por outras palavras, o Direito Natural precisa de uma base religiosa, precisa de uma comunicação com a transcendência divina. Porquê? A resposta não é simples, mas aqui vai: sem uma noção de transcendência, sem algo que nos liberte da prisão do aqui-e-agora, o poder político fica com as portas abertas para limitar os direitos inalienáveis dos indivíduos. Não por acaso, os regimes totalitários do século XX anularam por completo qualquer noção de transcendência, destruíram qualquer noção ética com origem em algo exterior à lei positiva determinada pelo chefão. O fascismo e o comunismo foram tiranias da imanência.
Muitos autores contemporâneos, como Alain Dershowitz, defendem um conceito de Direito Natural secular, sem qualquer apelo a Deus. Mas isso é o mesmo que ser do Benfica e gostar do Pinto da Costa ao mesmo tempo . Um Direito Natural completamente secularizado é uma contradição em termos, porque não tem uma gota de transcendência. Quando dizemos que cada indivíduo tem direitos inalienáveis que nenhum poder terreno pode pôr em causa, quando dizemos que cada pessoa tem direitos inalienáveis que nenhum direito positivo pode rasgar, estamos - na verdade - a dar um salto de fé em direcção a uma concepção de amor ao próximo, um concepção de amor que transcende a imanência da lei, da cultura e do nosso próprio corpo (i.e., Deus).
Portanto, convém perceber que a ideia de direitos inalienáveis não foi inventada de raiz pelo pensamento iluminista do século XVIII ou pelo optimismo científico e individualista do século XIX. Esta ideia já fazia parte do património bíblico. Neste sentido, a tese de Wolterstorff não é descabida: sem esta raiz cristã, a nossa cultura de direitos não teria sido desenvolvida. Os críticos desta tese poderão invocar Kant para a defesa de um Direito Natural absolutamente secular, mas ficarão sempre expostos a um ataque óbvio: Kant cresceu numa cultura cristã e não noutra qualquer; Kant não apareceu no paganismo indiano ou chinês. Não por acaso, Nietzsche dizia que Kant era um cristão manhoso, um cristão que inventou uma teoria secular de direitos apenas para fugir da questão de Deus e da fé.
Moral da história? Durante muito tempo, pensei que Kant chegava para as despesas do Direito Natural. Mas não chega.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Entrevista ao Padre Rafael do Espírito Santo
domingo, 4 de dezembro de 2011
A arte de amar a Deus
Boas noticias, esperemos que nós portugueses, que pomos maçons armados em grandes arquitectos, a construir igrejas Católicas, tenhamos atenção ao que a Santa Sé nos diz, é mais sensato.sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Tratado sobre o Opus Dei

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Mas, antes de tudo, vão deitar-vos as mãos e perseguir-vos, entregando-vos às sinagogas e metendo-vos nas prisões; hão-de conduzir-vos perante reis e governadores, por causa do meu nome. Assim, tereis ocasião de dar testemunho. Gravai, pois, no vosso coração, que não vos deveis preocupar com a vossa defesa, porque Eu próprio vos darei palavras de sabedoria, a que não poderão resistir ou contradizer os vossos adversários. Sereis entregues até pelos pais, irmãos, parentes e amigos. Hão-de causar a morte a alguns de vós e sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas não se perderá um só cabelo da vossa cabeça. Pela vossa constância é que sereis salvos.»
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Cáritas: Um gesto pela paz

Em tempo de crise e com um exponencial aumento da procura de ajuda por parte de muitas famílias, a Cáritas Portuguesa lança a nona edição da operação 10 Milhões de Estrelas – Um Gesto pela Paz 2011, o projeto de angariação de fundos que visa apoiar os cidadãos mais desfavorecidos, através da venda de velas pelo preço simbólico de 1€.
Este projeto especial de Natal foi hoje apresentado em Lisboa, num evento que deu a conhecer as linhas gerais da campanha, bem como algumas novidades que prometem impulsionar as vendas durante este período festivo.
Ontem foi o dia de Cristo Rei
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Isto também é para ti

domingo, 6 de novembro de 2011
Às voltas por Lisboa... (I)
Podíamos ensinar esta musica aos grupos de jovens:
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Porque ontem foi dia 2 de Novembro

terça-feira, 1 de novembro de 2011
Como o nosso exemplo marca:

Hoje é o dia de TODOS OS SANTOS grande festa no Céu









