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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Leituras


Estou a preparar a vinda de Sua Santidade a Portugal, e talvez da forma como ele gostaria (oração e conhecimento) ando, também, a ler esta biografia - Bento XVI visto de Perto do jornalista alemão Peter Seewald. Este jornalista do Spiegel, tem uma historia magnifica....converteu-se com uma entrevista ao então Cardeal Ratzinger, deixou-se seduzir pelo espírito inquieto e a mete brilhante de um homem que é politicamente incorrecto gostar, o nosso Papa, o Papa que Deus escolheu para a nossa Igreja.
Vale a pena ler, vale a pena rezar, vale a pena preparar a chegada do Santo Padre.

quinta-feira, 25 de março de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Política à portuguesa


Este ano, no primeiro semestre do mestrado, tive aulas com o Arquitecto José António Saraiva, foi um privilégio ouvir na primeira pessoa algumas experiências da politica e do jornalismo da nossa sociedade portuguesa. Mas sobretudo porque o professor é realmente um senhor ou segundo o João Carlos Espada um Gentleman (como quase todos os professores da UCP). Digo isto não é pela forma como o jornal "Sol" encarou o caso Freeport ficando sem patrocínios das empresas estaduais.
Para quem não pode assistir às aulas sempre pode ler este livro, que de forma sucinta e fácil expõe a politica à portuguesa, principalmente a história recente da nossa democracia. Aconselho mesmo sobretudo para aqueles que querem ter uma noção de cultura geral da nossa sociedade politica, pois este livro pode ser um trampolim para os vários temas. Principalmente o capitulo 10 intitulado: "Valores e princípios na política"
O Livro é mesmo as aulas, lá até pode-se encontrar uma discrição da turma ou a disposição das salas.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Obamania: E o prémio Nobel da literatura?


Já que nós gostamos tanto do senhor, sempre havia outra opção. Ao Sir Winston Churchill, aquele que lutou contra o nazismo, deram o prémio Nobel da Literatura...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ironia

Hoje estava no hiper mercado Continente, do Colombo, quando vejo este livro.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Caim Bolchevique

Texto de autoria, claro, Gonçalo Portocarrero de Almada
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Muito se tem escrito e dito sobre o mais recente opúsculo do Nobel português mas, na realidade, não se percebe a razão, porque nesta sua última ficção literária, o escritor iberista não apresenta nada de novo. Pelo contrário, é mais do mesmo. Com efeito, não é de estranhar que o autor do falso «Evangelho segundo Jesus Cristo» manifeste, mais uma vez, o seu desdém pela Bíblia, palavra de um Deus em que não crê, e que, por isso, de novo arremeta contra as religiões em geral e a católica em particular, sua inimiga de longa data e muita estimação.
É verdade que alguns cristãos ficaram incomodados pela recorrente deturpação dos textos sagrados e pela falta de respeito pela liberdade religiosa que uma tal atitude evidencia. Mas reconheça-se, em abono da verdade, que o criador desta mistificação, com laivos auto-biográficos, não podia ter sido mais sincero nem coerente com a teoria política que tão devotamente segue. Com efeito, que outra personagem, que não Caim, poderia personificar melhor a ideologia em que se revê o galardoado autor?! Não é o irmão de Abel a melhor expressão bíblica do que foi, e é, o comunismo para a humanidade?
O ilustre premiado com o ignóbil prémio Nobel acredita que Caim nunca existiu, o que é, convenhamos, um acto de muita fé para quem se confessa ateu, até porque não tem qualquer evidência científica dessa suposta inexistência em que tão dogmaticamente crê. Mas decerto não ignora a realidade histórica de muitos outros Cains – Lenine, Estaline, Mao, Pol Pot e outros diabretes de menor monta – todos eles sobejamente conhecidos pelas atrocidades a que associaram os seus nomes e a sua comum ideologia.
À conta do Caim bíblico, agora reabilitado, por obra e graça deste seu oficioso defensor, pretende redimir os não poucos Cains que lhe são doutrinal e eticamente afins, mas a verdade é que o pretenso carácter mítico daquele não faz lendários os crimes destes seus comparsas mais modernos, até porque esta sanha fratricida ainda hoje impera, impunemente, na China, no Tibete, no Vietname, na Coreia do Norte, em Cuba, etc.
Mas não é só Caim que é um mito para o ortodoxo militante comunista, pois Deus também não existe (em todo o caso seria sempre um segundo Deus, porque o primeiro é, como é óbvio, o próprio escritor), e a Igreja Católica mais não é do que uma aberração. Mas, se assim é de facto, porque se incomoda tanto com a inexistente divindade e a pretensamente caduca instituição eclesial?! Será que, apesar de não acreditar em bruxas, no entanto nelas crê e teme?! Ou, melhor ainda, será que se está finalmente a converter, senão num cristão convicto, pelo menos num ateu não praticante?! Deus, que crê também nos que n'Ele não crêem, o queira…
Sem a Bíblia seriamos diferentes? Sem dúvida. Melhores? Duvido, porque todas as grandes tiranias do século XX – o fascismo, o nazismo e o comunismo – foram e são visceralmente ateias e, pelo contrário, todas as grandes gestas de justiça social são cristãs, como católica é também a maior rede mundial de assistência aos mais necessitados. Mas uma coisa é certa: sem o marxismo seriamos hoje muitos mais, concretamente mais cem milhões de mulheres e homens, tantos quantas foram as vítimas do comunismo em todo o mundo (cf. Stéphane Courtois, Le livre noir du communisme, Robert Laffont, 1998, pág. 14).
Gonçalo Portocarrero de Almada

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Isabel Alçada nova Ministra da Educaçao


Atenção é com todas as personagens: as Gémeas, o João e o Pedro o cão Faial, também vão lá estar e milhares de professores, como o poderoso chefão José Sócrates (mas agora está bonzinho porque não tem maioria absoluta).
A não perder, "Uma Aventura" num governo perto de si.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

A não perder (*)


"Em suma, pode ver-se como a fé foi fonte inspiradora de iniciativas e energias para fazer o bem. (...) Certamente que fez tudo isto, no entanto, não deixa de reconhecer actos graves cometidos, ao longo dos séculos, por alguns dos seus filhos, cujas atitudes a própria Igreja condenou e pelas quais pediu perdão no Jubileu do ano 2000. Contudo, isto não tira nada à realidade daquilo que é exposto neste livro, que não é triunfalista, mas sereno e verdadeiro. A sua conclusão é que «a Igreja católica não prestou a sua contribuição só à civilização ocidental; a Igreja construiu essa civilização». " Ignacio Aréchaga in, Aceprensa
(*) em portugês editado este mês pela Aletheia

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Leitura


"Provavelmente, uma instituição em que se recorda o dia de anos de um sobrinho e as pessoas estão sinceramente interessadas pela saúde de uma tia que se sentiu mal será menos perigosa do que se possa imaginar" Vittorio Messori in, Opus Dei - uma investigação jornalística pag. 106

sábado, 11 de julho de 2009

G. K. Chesterton em português


Já que falei da Alêtheia Editores, não posso deixar de fazer referência à tradução que tem a cargo dos livros de Gilbert Keith Chesterton. Com a novidade "O Homem eterno".

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Onde é que eu já vi isto?

O historiador René Rémond escreve sobre as consequências da I Guerra Mundial: "O sucesso material desta categoria industriais de guerra, de comerciantes que especularam e traficaram, volta a pôr em causa as crenças tradicionais na superioridade do trabalho e na virtude da poupança, abala a estabilidade de valores que constituíam o decálogo da moral liberal e burguesa do século XIX"
in, Introdução à História do Nosso Tempo pág. 302

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O seu qb de Democracia


A Coreia do Norte têm um governo, como se pode dizer sem querer criar uma redundância, dinastia comunista, (é que para além de ser comunista é ainda por cima hereditário).
A sua democracia é tão forte que se vive num consenso, podendo 90% da população votar no mesmo partido. Lá chegaremos....
Já agora, o livro Consenso e Conflito de Martin Lipset, explica bem o tema.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Isto na Europa Medieval


Desde que entrei na Faculdade, à 4 anos, que as minhas propinas têm uma inflação de €100 por ano, lembrei-me que "[No século XII] A Igreja e particularmente o Papado considerou seu dever regulamentar esta questão. Proclamou um principio: a gratuidade do ensino. A mais legítima das razões em que assentava a sua protecção era o assegurar o ensino aos estudantes pobres(...)" (Jaques Le Goff , in Os Intelectuais na Idade Média)

segunda-feira, 2 de março de 2009

A LÓGICA CONTRA A EMOÇÃO

Li hoje um artigo que apesar de ser do dia 12 de Fevereiro, vale a pena, escrito pelo jurista Pedro Lomba.
Ler completo Aqui. Já agora fiquem sabendo que " as fraquezas podem ser forças."

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Mas eu estou quase a fazer anos...


Apesar de já ter recebido esta prenda. Não quero deixar de dizer que estou quase a celebrar o meu aniversário, e quem não for de boas ideias ou inspirações.... fica com este post-it: AQUI. Obrigadinha!

Foi das melhores prendas


Obrigada, finalmente alguém [especial] ofereceu-me a Ortodoxia. É preciso conhecer-me mesmo bem. Já agora Non Abbiate Paura.