domingo, 22 de novembro de 2009

Vamos comprar "O Sol" e "O Publico"


O Governo tirou a publicidade financeira das empresas publicas, que só são os maiores investidores de publicitários. Uma forma baixa de acabar com a comunicação social incomoda? Onde para aquela cena chamada: Liberdade de expressão?
Também em algumas secretarias, em ministérios e emrepartições, deixaram de comprar o diário "O Publico".
Isto começam a ser coisas concretas e precisas, "O Publico" a partir do momento que falou da licenciatura e "O Sol" a partir do momento do caso FreePort.
Quando alguma coisa incómoda o Primeiro Ministro, deve haver um telefonema, para alguns directores.

Luís Figo o amigo


Nas nossas aulas de "Economia Política" João César das Neves, costuma dizer que as coisas que nos dão mais prazer na vida são as mais caras, tipo um beijo, um amigo, uma mão dada etc...
Mas quando o Professor diz-nos isto, assumimos de principio que os custos não são contabilizados em termos financeiros.
Agora vejo que há expecções. Luís figo, o jogador mesmo estando fora dos revaldos consegue ainda contabilizar-se.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A melhor e mais pertinente pergunta feita pelo BE ou pelo Dr. Francisco Louça:


Quando os poderes se misturam


Por via do 31 da armada, uma selecção do conhecido artigo, do famoso, penalista e professor universitário, Costa Andrade:
Uma escuta, autorizada por um juiz de instrução no respeito dos pressupostos materiais e procedimentais prescritos na lei, é, em definitivo e para todos os efeitos, uma escuta válida. Não há no céu - no céu talvez haja! - nem na terra, qualquer possibilidade jurídica de a converter em escuta inválida ou nula”.
E o reputado penalista prossegue: “Uma vez recebidas as certidões ou cópias, falece àquelas superiores autoridades judiciárias, e nomeadamente ao presidente do STJ, legitimidade e competência para questionar a validade de escutas que foram validamente concebidas. Um domínio que não é mínimamente posto em causa pelas vicissitudes que, em Lisboa, venham a ocorrer ao nível de processos, instaurados ou não, aos titulares de soberania. Não se imagina - horrible dictum - ver as autoridades superiores da organização judiciária a decretar a destruição de meios de prova que podem ser essenciais para a descoberta da verdade. Pior ainda se a destruição tiver tambem o efeito perverso de privar a defesa de decisivos meios de defesa. Não podem decretar retrospectivamente a sua nulidade. O que lhes cabe é tão-só sindicar se elas sustentam ou reforçam a consistência da suspeita de um eventual crime do catálogo imputável a um titular de órgão de soberania. O que não podem é decretar a nulidade das escutas: porque nem as escutas são nulas, nem eles são taumaturgos. O que, no limite e em definitivo, não podem é tomar decisões (sobre as escutas) que projectem os seus efeitos sobre o processo originário, sediado, por hipótese, em Posárgada, e sobre o qual não detêm competência”

[ainda] sobre a queda do Muro de Berlim


Durante os festejos dos 20 anos da queda do Muro de Berlim, o PCP veio muitas vezes falar do tema, e no Jornal Avante intitulava as "pseudo" cerimonias, ou como se aproveitou esta época para fazer uma campanha anti-comunista. Mas eu também digo que durante as cerimonas dos 60 anos do fim da II Guerra Mundial, ainda bem que se aproveitou para fazer uma campanha anti-nazismo.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sucedeu que...



...que foi hoje apresentado,em todo o mundo, o Relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a População. Em Portugal a apresentação teve lugar no Salão Nobre do Palácio das Necessidades (MNE).


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Só porque me APETECE!





Sucedeu que...




... não há nada de novo neste país de brandos costumes. Saibam porquê, aqui!


Referendo do "casamento" de pessoas do mesmo sexo


Para mim, como podem já ter reparado, o casamento é uma coisa séria, a sua estrutura é essencial para manter a sociedade. Na verdade ela é mais que essencial, porque o casamento é o núcleo da própria sociedade.
A questão é que muitos advogam que o casamento homossexual não pode ser referendado porque é fracturante e por incrível que pareça, deixar questões fracturantes serem discutidas, debatidas pelo povo é sinonimo de autoritarismo. Sim, um dos instrumentos mais importantes da democracia, o referende, é totalitário.
Mas esse mesmo grupo que advogam a ideia acima transcrita, não hesitou nem um segundo a referendar a questão mais fracturante de todas, a da vida no dia 11 de Fevereiro de 2007, com o referendo do Aborto, ou politicamente correcto interrupção voluntária da gravidez.
Tal como o referendo ao Tratado de Lisboa, o PS vai fazer um dos seus malabarismo para fugir da nossa opinião, porque é fracturante.

Prós e Contra


Quando vi no programa Prós e Contra o meu antigo prof. Jorge bacelar Gouveia, digo que acho que a sua estadia pela Assembleia da Republica está-lhe a fazer muito bem.

Lá fui defender o referendo

O programa aqui

domingo, 15 de novembro de 2009

Frases eternas (II)


"Porque é que queres excluir da tua vida todo o desconforto, miséria, ou depressão, porque ao fim e ao cabo não sabes qual o trabalho que estas condições estão a fazer dentro de ti?"

Dá que pensar

Imagem retirada de aqui

Pense nisto...


"As más leis são a pior espécie de tirania " Edmund Burke

Estado da Justiça em Portugal:

Maçã podre.

Contradição


Agora pergunto, se não existe problema algum, se não é disfuncional, se é perfeitamente normal e haverá uma lei a defender porquê que os casais gays não podem adoptar crianças? Porquê que o Ministro Socialista Santos Silva diz, nesta entrevista, que o Estado deve zelar pelos direitos das crianças?
Será porque é disfuncional, porque não é normal e sendo assim não pode haver uma codificação que legalize?
Afinal as coisas não são tão lineares como nos querem mostrar que são.

sábado, 14 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A propósito de muros


Ich bin ein Tuga por José de Pina


"Desde o início da humanidade, os muros foram sempre um símbolo de propriedade privada, logo de liberdade, e por consequência da democracia. E é por isso, com espanto, que vejo capitalistas a comemorarem a queda de um muro e comunistas a defendê-lo. A política é mesmo complicada; depois não se queixem de que o povo não se interessa por ela.

No nosso país os muros das propriedades são sagrados, são a prova de uma vida de sacrifício e de empreendedorismo. Quem tem um muro é porque, de uma maneira ou de outra, teve sucesso na vida. Podemos afirmar que no nosso país as querelas entre vizinhos por causa dos muros das propriedades já mataram, à sacholada, mais pessoas que o tão criticado Muro de Berlim. No entanto, uma obra como o Muro de Berlim não seria possível em Portugal. A construção ia atrasar-se de tal maneira que toda a gente já teria fugido para o outro lado quando o Muro de Berlim português estivesse acabado. O custo final do muro iria derrapar mais de 100% relativamente ao orçamento inicial e ainda antes de se começar a construir já o orçamento teria derrapado 50% ou mais! E isto se J. Sá Fernandes não resolvesse embargar a construção do muro, invocando questões de segurança, de volumetria ou de santanismo. Finalmente, a maior diferença entre os muros português e alemão é que o nosso cairia muito mais cedo, logo às primeiras chuvadas de Inverno; haveria deslocamentos de terras, infiltrações e em poucos anos cairia de podre, que é como cai tudo em Portugal."



E a Revolução continua


É preciso ter coragem para destruir muros.

Rua Sesamo faz 40 anos

Ficou na memoria, sem duvida!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Piada tonta..

Home/Perfil/Mensagens/Telefonemas/Amigos








www.faceoculta.com



Estão todos lá!!



Eu sou intolerante!!






Aqui fica um texto bastante elucidativo do professor Germano Marques da Silva:

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989

Como é que ainda existe comunistas na Europa depois de 1989? Esta é a pergunta existencialista que mais me angustia.

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989

Obrigada

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989

Obrigada

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989

Obrigada

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989


Há 20 anos atrás, por mais incrível que pareça à 20 anos, quando eu tinha 3 anos, existia uma Europa sem Liberdade, uma Europa autoritária, uma Europa infeliz, por detrás de um muro, escondida sobre os grafittis e o arame farpado. A chamada cortina de ferro. Fazendo crer que a utopia tinha sido um sucesso. Mas o medo de demonstrar o grande fracasso foi tal que se afugentou toda a oposição, toda a liberdade, toda a criatividade humana. Sair para o outro lado é que não, afinal porquê trocar a ditadura do proletariadoa pela lata de Coca-cola ?
É verdade, o muro de Berlim foi à tão pouco tempo.
A sua queda foi um grande momento histórico, foi uma lufada de ar fresco, como diria o Papa João Paulo II : "Agora sim, a Europa respira com dois pulmões". Foi um dos maiores e melhores momentos da História da Europa.
Assim sim,hasta la revolucion siempre.
Revolução esta que neste dia devia-nos inspirar, revolução de coragem, de orações, de artistas, revolução de escritores e jornalistas, de homens e mulheres, revolução da alma e da liberdade.
Foram 130 pessoas que morreram só a tentar passar o muro.
Agora, 20 anos depois, é tempo de destruir outros muros que guardam na cabeça de muita gente ideologias opressivas e mortíferas disfarçadas de igualdade e tolerância.
E para a queda desses muros, nada melhor que o exemplo da Historia e da verdadeira Verdade.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989


Para festejar foi comida italiana e cerveja polaca, com um brinde à Liberdade Religiosa e um chocolate branco no fim.

Sucedeu que...





...teve ínico em Doha, no Qatar, a 3ª conferência dos Estados signatários da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção. A conferência realizar-se-á de 9 a 13 de Novembro e tem como principal objectivo a aprovação de um mecanismo de fiscalização que assegure a aplicação efectiva da Convenção. Deixo-vos aqui um excerto do discurso de António Maria Costa, director executivo da UNODC (United Nations Office on Drugs and Crime), proferido na abertura da conferência:



"(...)A review mechanism: not a deal too far


The other legacy of this meeting should be agreement on the implementation review mechanism. At the moment, corruption is in the eye of the beholder, based on perception. We have no way of knowing how effective the Convention is, how successful countries have been (or not) in their efforts. Without a yardstick to measure progress, there can be no targeted technical assistance.

Many governments (a dozen in the past few months) have come to power promising to fight corruption. Unfortunately, the world-over good campaign intentions are easily betrayed. Political determination may exist at the highest level while, (at the other extreme) anti-corruption officials may be trying hard. But change is often blocked by a layer of power brokers, right in the middle of national bureaucracies, who protect their (frequently illicit) interests. The monitoring mechanism will break this resistance, and help those who are genuinely trying.


I therefore urge you, as called for in the Convention, to agree – before Friday – on a review mechanism that is above all transparent, non-intrusive, inclusive and fair. It must be a technical inter-governmental review, not a game of name and shame, so that states must measure progress against themselves, not against each other.


Since Bali, test pilots have successfully shown that such a mechanism can be realistic. I urge you to overcome remaining (minor) differences and move from the pilot run to cruising speed. (...)"



Podem consultar o discurso completo aqui.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A vigança do Sushi


Começo a achar que o sushi e o sashimi têm uma componente que vicia o organismo humano. Será que o isto é uma forma dos orientais dominarem o ocidente?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Caim Bolchevique

Texto de autoria, claro, Gonçalo Portocarrero de Almada
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Muito se tem escrito e dito sobre o mais recente opúsculo do Nobel português mas, na realidade, não se percebe a razão, porque nesta sua última ficção literária, o escritor iberista não apresenta nada de novo. Pelo contrário, é mais do mesmo. Com efeito, não é de estranhar que o autor do falso «Evangelho segundo Jesus Cristo» manifeste, mais uma vez, o seu desdém pela Bíblia, palavra de um Deus em que não crê, e que, por isso, de novo arremeta contra as religiões em geral e a católica em particular, sua inimiga de longa data e muita estimação.
É verdade que alguns cristãos ficaram incomodados pela recorrente deturpação dos textos sagrados e pela falta de respeito pela liberdade religiosa que uma tal atitude evidencia. Mas reconheça-se, em abono da verdade, que o criador desta mistificação, com laivos auto-biográficos, não podia ter sido mais sincero nem coerente com a teoria política que tão devotamente segue. Com efeito, que outra personagem, que não Caim, poderia personificar melhor a ideologia em que se revê o galardoado autor?! Não é o irmão de Abel a melhor expressão bíblica do que foi, e é, o comunismo para a humanidade?
O ilustre premiado com o ignóbil prémio Nobel acredita que Caim nunca existiu, o que é, convenhamos, um acto de muita fé para quem se confessa ateu, até porque não tem qualquer evidência científica dessa suposta inexistência em que tão dogmaticamente crê. Mas decerto não ignora a realidade histórica de muitos outros Cains – Lenine, Estaline, Mao, Pol Pot e outros diabretes de menor monta – todos eles sobejamente conhecidos pelas atrocidades a que associaram os seus nomes e a sua comum ideologia.
À conta do Caim bíblico, agora reabilitado, por obra e graça deste seu oficioso defensor, pretende redimir os não poucos Cains que lhe são doutrinal e eticamente afins, mas a verdade é que o pretenso carácter mítico daquele não faz lendários os crimes destes seus comparsas mais modernos, até porque esta sanha fratricida ainda hoje impera, impunemente, na China, no Tibete, no Vietname, na Coreia do Norte, em Cuba, etc.
Mas não é só Caim que é um mito para o ortodoxo militante comunista, pois Deus também não existe (em todo o caso seria sempre um segundo Deus, porque o primeiro é, como é óbvio, o próprio escritor), e a Igreja Católica mais não é do que uma aberração. Mas, se assim é de facto, porque se incomoda tanto com a inexistente divindade e a pretensamente caduca instituição eclesial?! Será que, apesar de não acreditar em bruxas, no entanto nelas crê e teme?! Ou, melhor ainda, será que se está finalmente a converter, senão num cristão convicto, pelo menos num ateu não praticante?! Deus, que crê também nos que n'Ele não crêem, o queira…
Sem a Bíblia seriamos diferentes? Sem dúvida. Melhores? Duvido, porque todas as grandes tiranias do século XX – o fascismo, o nazismo e o comunismo – foram e são visceralmente ateias e, pelo contrário, todas as grandes gestas de justiça social são cristãs, como católica é também a maior rede mundial de assistência aos mais necessitados. Mas uma coisa é certa: sem o marxismo seriamos hoje muitos mais, concretamente mais cem milhões de mulheres e homens, tantos quantas foram as vítimas do comunismo em todo o mundo (cf. Stéphane Courtois, Le livre noir du communisme, Robert Laffont, 1998, pág. 14).
Gonçalo Portocarrero de Almada

Faz bem à humildade


Benfica (0) vs Braga (2)

Porquê que estou a adorar o meu Mestrado no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica portuguesa:


01/11: Dia todos os Santos

Já São Bernardo falava no grande privilégio que é poder conviver com homens Santos.

A avaliação dos professores continua neste "novo" governo

(imagem via e-mail)