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quarta-feira, 18 de março de 2009

Eu

Depois de muito pensar, vou-me assumir, não vou deixar de ser a morcela vou é dar um nome à morcela o meu nome, e a minha cara. Como isto custa por enquanto fica umas fotos, atenção vou abrir o álbum intimo da minha vida.
Aguardem os próximos post assinados.

1. Eu nas JMJ (Jornada Mundial da Juventude, o encontro dos Jovens com o Papa)

Alemanha em Köln 2005

2. Eu nos Açores num acampamento selvagem, Ilha Terceira 2006

3. Eu em África 2008 (Projecto Voluntariado de Cabo Verde)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Oscares e Bailinhos

(Foto de um bailinho do nosso naturechild)
Ontem troquei a noite de Oscare pelos bailinhos de Carnaval da nossa Ilha Terceira. Tenho andado a reparar que há coisas bem melhores que o cinema, e não falo só do Carnaval.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

sábado, 20 de setembro de 2008

HOMENAGEM EM BLOG: Juliana Couto Arquitectura


Encontrei neste blog da Juliana Couto (clica), uma arquitecta terceirense, esta maravilhosa homenagem ao historiador. Aqui fica o artigo:

"Colecção de Francisco Ernesto Oliveira Martins classificada pelo Governo Regional
Esta notícia não está propriamente relacionada com Arquitectura, mas é com muito gosto que hoje li no Diário Insular que a colecção de arte de Francisco Ernesto de Oliveira Martins foi classificada finalmente pelo Governo Regional.
No entanto, penso poder afirmar que este coleccionador e historiador de Arte terá sido o primeiro a escrever sobre a arquitectura açoriana, com a publicação do livro Arquitectura nos Açores-Subsídios para o seu Estudo, em 1983. Esta edição está esgotadíssima mas após muita procura consegui encontrar um exemplar num alfarrabista em Lisboa, que por coincidência continha uma dedicatória do Dr. Mota Amaral para o Dr. Mendonça e Cunha, na altura Embaixador português no Vaticano!
Tenho pelo Sr. Francisco uma enorme admiração, não só por me ter dado grande auxílio na elaboração da minha prova final no âmbito do sexto ano do curso pela FAUP, através dos seus livros e dos seus conhecimentos, mas também por ser uma delícia ouvir as suas histórias peculiares.
Foi ele quem me incentivou a tentar publicar o meu trabalho e a procurar apoio junto de Instituições. Embora tenha constado parte do meu trabalho na revista Atlântida de 2006, Vol. LI, do Instituto Açoriano da Cultura- IAC, ainda me questiona se já desisti de publicar o livro na sua totalidade.
Para além de uma referência no estudo da Arte açoriana, o Sr. Francisco é para mim um exemplo de preserverança, já com 36 livros publicados... e em vias de lançar uma nova obra..."