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quarta-feira, 2 de julho de 2008

[ainda] Referendo na Irlanda II


Não interessa se poucas pessoas votaram ou se ainda mais poucas pessoas leram o Tratado de Lisboa. O que factualmente importa é que no único país, em que a vox populi foi realmente ouvida, e que teve assim o comportamento democrático mais correcto (não pela razão positiva, mas porque eram obrigados - não esquecer que Portugal alterou o Artigo 295.º da sua constituição para puder fazer o referendo, que por acaso era uma promessa eleitoral do sr Sócrates), o voto foi Não. A questão é que sendo o único país a consultar a opinião directa do povo, mobilizando assim a cidadania, faz com que um pouco de cada europeu esteja representados naquele Não, quer queiramos ou não queiramos. O Povo identifica-se mais com o povo e menos com a elite e muito menos com os eurocrátas.
O Tratado pode não ser o melhor, mas é o que temos e é necessário para a Europa sair deste impasse constitucional, podendo destacar-se na tríade.

[ainda] Referendo na Irlanda

Como estragar o nome de uma cidade:

Ou como não estragar o nome de uma cidade:

(eu sei, não é nada conservador)

To Suffer from the effects of Sarko??? X


Pelos caminhos da Europa, Lech Kaczynski foi logo estragar o primeiro dia da presidência francesa, engraçado ver dois políticos vaidosos e arrogantes à sua maneira.
Mas continuamos a caminhar no caminho da Europa, não sabemos é para onde vamos!

sábado, 28 de junho de 2008

Apontamento Diplomático para o sr. Sócrates


O Embaixador Calvet de Magalhães critica a densa participação dos chefes políticos, ou órgãos do poder central, na actividade diplomática, porque em diversas razões seria : "Reflexos na validade dos acordos, dada tendência para atribuir aos acordos alcançados entre chefes políticos um carácter muito pessoal".
Pois é sr. Sócrates parece que o "não" na Irlanda foi uma "derrota muito pessoal".

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Tudo pelo Partido nada contra o Partido

Img: Vital enquanto comuna
O Constitucionalista Vital Moreira parece uma prostituta académica paga pelo Governo. Esta saga já é antiga aqui fica alguns exemplos: o novo estatuto do Jornalista, em que o Professor Vital Moreira apoia o Governo, depois saí para a rua lado a lado do Ministro do Ensino Superior Mariano Gago num colóquio sobre o novo sistema de ensino superior, em que é cortado numa forma colossal verbas às universidades entre outras barbaridades. Agora com o Tratado de Lisboa, outra vez do lado do executivo, o professor repreende os defensores do referendo, prometido pelo governo, e a ainda diz: "Acham que algum cidadão comum consegue passar da segunda página?" Olhe Senhor Professor fique sabendo que eu consegui, e não foi a muito custo, este medo que a população seja burra ou que seja influenciada por extremas a ponto de não conseguir dizer sim enerva-me.