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segunda-feira, 8 de março de 2010

100 anos do dia da Mulher


Como sabem tenho uma certa ausência de espírito feminista, apesar da minha condição de mulher, nunca achei piada queimar sutiãs, até porque me dão jeito. Mesmo assim, não vou deixar de referir que hoje faz 100 anos do dia mundial da mulher, procuremos então uma igualdade dentro das naturais desigualdade humanas da relação homem e mulher. É que realmente já está na altura de ultrapassarmos certas discriminações principalmente laborais que é feito ao sexo feminino, mas por favor homens, apesar de sermos iguais, não deixem de afastar a cadeira para a senhora se sentar, levantar-se sempre a dar lugar etc etc... é eu gosto desse diferença.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Coisas de marketing


Para se vender óculos despe-se uma mulher. É pena que as nossas feministas sempre tão preocupadas com causas fracturantes, não reparem como o corpo feminino é tão instrumentalizado.

sábado, 28 de março de 2009

Playboy



Podem achar que é do meu carácter conservador, e citarem o meu anacronismo na maneira de pensar, mas antes que elaborem qualquer critica digo que isto não me incomoda de todo pela a minha ortodoxia, porque nunca me envergonhei do nu e nunca poderia deixar de apreciar Botticelli. Isto afecta sim a minha condição de mulher, a minha maneira de ver o feminismo. De que como a mulher é altamente instrumentalizada para o prazer do homem, como submetem a sua intimidade e se vendem por tão pouco.
O mais grave de tudo é que nos fazem crer que isto é uma emancipação da mulher, que isto é liberdade. Mas eu penso, num tempo que se fala imenso da desigualdade, como é que uma das formas mais vil de domínio do homem sobre a mulher pode ser considerado liberdade? Para se vender um carro utiliza-se (sim utiliza-se) uma mulher nua, como uma material, como um pedaço de carne.
O corpo humano é talvez das coisas mais belas e mais dignas e deve ser apreciado. O corpo tem uma complexidade tão rica, por detrás de uma cara está sempre uma alma, uma história, um sofrimento, um grande amor e isto não é um chouriço ou uma posta de carne, uma pata de porco, ou uma coelhinha, é uma vida irrepetivel, incomparável, única e sagrada.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Eu pensava que era Israel que destruía escolas


Os talibãs no Paquistão bombardearam algumas escolas, porque estas têm o ensino aberto para as meninAs, e ameaçaram que haveria mortes se as aulas continuarem com o ensino feminino. Esta irracionalidade é altamente perigosa, porque viabiliza a única via para acabar com o terrorismo, a formação, a educação, o conhecimento, a razão. Agora todas as mães têm medo de pôr os filhos nas escolas e todos os professores têm medo de ir dar aulas.
Enquanto isso as nossas feministas do ocidente estão a promover a liberdade do aborto. Good Job!

terça-feira, 1 de abril de 2008

já agora....




....um pouco da história da vida desta verdadeira feminista:

Carolina Michaëlis de Vasconcelos (Berlim, 15 de Março de 1851 — Porto, 22 de Outubro de 1925) foi a mais célebre filóloga da língua portuguesa.
Ela foi crítica literária, escritora, lexicógrafa, investigadora e a primeira mulher a leccionar numa universidade portuguesa, na Universidade de Coimbra. Ela tem grande importância como mediadora entre a cultura portuguesa e a cultura alemã.
Nascida em Berlim na Alemanha, ela era portuguesa por casamento e por devoção. Em 1876 ela se casaria com Joaquim António da Fonseca Vasconcelos, musicólogo e historiador de arte.
O trabalho de investigação de Carolina Michaëlis levou-a a corresponder com inúmeros nomes grandes da cultura, por exemplo como os portugueses Eugénio de Castro, Antero de Quental, João de Deus de Nogueira Ramos, Henrique Lopes de Mendonça, José Leite de Vasconcelos, o Conde de Sabugosa, Teófilo Braga, Trindade Coelho, Anselmo Braamcamp Freire, Sousa Viterbo, Alexandre Herculano, os médicos e escritores António Egas Moniz e Ricardo Jorge, os espanhóis Menéndez y Pelayo e Menéndez Pidal, sem falar das personalidades francesas, inglesas e alemãs.

Obras:

  • Poesias de Sá de Miranda, 1885
  • História da Literatura Portuguesa, 1897
  • A Infanta D. Maria de Portugal e as suas Damas (1521-1577), 1902
  • Cancioneiro da Ajuda (2 volumes), 1904
  • Dicionário Etimológico das Línguas Hispânicas
  • Estudos sobre o Romanceiro Peninsular: Romances Velhos em Portugal
  • As Cem Melhores Poesias Líricas da Língua Portuguesa, 1914
  • A Saudade Portuguesa, 1914
  • Notas Vicentinas: Preliminares de uma Edição Crítica das Obras de Gil Vicente, 1920-1922
  • Autos Portugueses de Gil Vicente y dela Escuela Vicentina, 1922
  • Mil Provérbios Portugueses

Fonte: wikipédia