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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Totalitarismo disfarçado de liberdade


Estamos na terceira fase do processo, já não discutimos o casamento entre pessoas do mesmo sexo (1ª fase); já não discutimos a adopção para casais homosexuais (2ª fase); agora tenta-se proibir a adopção a casais cristãos. Para quando o referendo? Another UK Couple Rejected for Fostering Children over Religious Beliefs on Homosexuality
Não se preoucupe, o Estado educa a sua criança!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Eu sou do Sporting


(espero que esta imagem não fira susceptibilidades dos heterosexuais, é que todo o cuidado é pouco)
Pelos vistos foi capa do jornal i, nunca imaginei que se chegasse a este ponto. O artigo pode-se ler aqui.
Isto é ridículo, estas vozes do costume já se fossem ouvir de uma maneira constante, a atracção da comunicação social por estes temas é deveras exagerada.
Agora só falta aparecer um grupo de feministas a defender que o SCP devia ter mulheres na equipa.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Não vi...

Com a minha modéstia à parte devo confessar não tive tempo de ver o programa prós e contras, tive pena, estava lá Pedro Vaz Patto (pode-se lê-lo aqui: O Inimputável ). Vou pedir para gravarem, no famoso meo, claro, a repetição da RTP2. Aguardemos qualquer coisinha.
PS: Devo dizer, que estava naquela hora a ler uma coisinha intelectualmente estimulante e não a ver novelas.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Coisas que eu gostava de ter escrito.....


João Moreira Pinto estreou-se no 31 da armada um dos blogs portugueses mais mediáticos e diga-se mais interessantes, com este óptimo texto: "todos diferentes, todos iguais" Isto prova sem dúvida o carácter forte do autor que de agora em diante se vai acompanhar. São essas coisas que eu gostava de ter escrito: ( Texto completo)
Todos diferentes, todos iguais
É falacioso usar o argumento que diz que a homossexualidade é natural pelo simples facto de existirem espécies animais que a praticam. Este argumento tem sido amplamente usado na defesa do casamento homossexual e foi usado recentemente pelo João Pereira Coutinho para contestar a ecologia humana defendida pelo Papa Bento XVI.1
Primeiro, muitos dos actos interpretados como sendo de cariz homossexual podem não ter sequer um intuito sexual. O acto de cheirar, de lamber ou até simular o coito podem fazer única e simplesmente parte de um processo animal mais diverso do que o acto de acasalar. Acto esse que pode corresponder apenas a uma saudação ou um reconhecimento, por exemplo.
Depois, partindo do princípio que existem actos homossexuais entre animais, não é certo sejam tão naturais assim ou não fossem eles também condicionados pelo meio ambiente alterado pelo homem: seja pela redução do número de seres da mesma espécie disponíveis para acasalar, seja por dificuldade na percepção de ruídos ou odores próprios do sexo oposto devido à poluição, seja por alterações hormonais consequentes a uma alimentação nova, etc.
Finalmente, reduzir a condição humana à condição animal para aceitar a homossexualidade como natural, é aceitar que podemos resolver os conflitos com os vizinhos à "gatada", que podemos "ladrar" impropérios uns aos outros, que podemos urinar nos postes e jardins, que podemos defecar atrás de qualquer arbusto. Poder, podemos e até fazemos, mas não é socialmente aceitável.
Posto isto, sublinho que é errado usar o argumento do se-os-outros-fazem-eu-também-posso. Não estamos a falar de comportamentos nem de animais comparáveis. Não só somos biologicamente diferentes de todas as outras espécies, somos também psico e socialmente únicos. Se não querem usar o argumento da alma, tudo bem. Usem a razão.

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1) Ler também:
Da ecologia humana I, II, III, IV.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O que realmente importa!


O país está em crise financeira, o mundo está em crise financeira. Então vamos falar do casamento entre homosexuais.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

casamentos e casamentos

As confusões ou os preconceitos ideológicos abundam cada vez mais a nossa polis. Ainda duas semanas atrás quando o programa prós e contra falava sobre a lei do divorcio, nós tínhamos no lado do sim o cantor pimba Alex, famoso pela sua musica Mister Gay, o senhor Salgueiro da Silva Mouta, homossexual conhecido pela sua luta pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo, e mais uns quantos sociólogos de bloco. Foi ao ver esta plateia que tive um raciocínio, ou melhor um silogismo, se a nova lei do divorcio enfraquece o casamento, então não têm lógica lutar pelo casamento seja ele qual for, porque não se acredita em instituições. Por isso, pergunto quem votou na lei do divorcio votará na lei contra o casamento homossexual?
É engraçado que os progressistas modernos que defendem o casamento homossexual conseguem ao mesmo tempo acusar a própria instituição de casamento como retrograda e anacrónica.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

O contra-ataque ao relativismo moral II


Desta vez a coragem vem da política, ao contrario de muitos lideres partidário que adoram aproveitar-se destas causas, sejam elas qual forem, o que interessa é desfilar na rua. Manuela Ferreira Leite não teve medo de dizer o que pensava em "tempos de campanhas", mesmo sabendo que não vai de acordo com o a opinião massificada.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Descubra as diferenças na igualdade - as politicas sociais socialistas


O contra-ataque ao relativismo moral


Depois da avenida de Berna é melhor reflectir, numa forma muito mais profunda e serena e diga-se de passagem mais inteligente [empresto o artigo completo]:
"(...) o Homem não é pura liberdade. A liberdade apoia-se em algo, onde ela sobrevive. Para saber o raio de acção da liberdade eu tenho de conhecer esse apoio. Não posso usar a liberdade para atirar-me do 30 andar e voar: seria desconhecer que a minha natureza não têm asas(...)."

Pe. J.P. Pimentel, Quem é o homem? Ensaio in Nova Cidadania #36 pág.49
PS. Espero não ser expulsa da FCSH!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

O bloco não gostou!


Esta é a nova Campanha da cerveja Tagus: "Tu és Hetero?", isto está a dar que falar, talvez tenha sido o objectivo dos gestores da marca e conseguiram!!!
O bloco não gostou, achou que era homofóbico, eu não vejo nada de homofobia, mas isso talvez porque ando mal das vistas, só sei que a maioria da publicidade da marca vem dos seus críticos, talvez eles é que deram a conhecer!
Na minha faculdade, a associação de estudantes, outrora adepta de extremas esquerdas e ainda com restos ideológicos, retirou os cartazes depois de a Tagus ter pago pela publicidade, esta auto-censura é que me preocupa. A Tagus não deixa de ser má cerveja, e barata (acreditem ser barata é um factor importante a qualquer açoriano).
Esta foi a polémica: http://www.orgulhohetero.com/