Mostrar mensagens com a etiqueta educação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta educação. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Totalitarismo disfarçado de liberdade


Estamos na terceira fase do processo, já não discutimos o casamento entre pessoas do mesmo sexo (1ª fase); já não discutimos a adopção para casais homosexuais (2ª fase); agora tenta-se proibir a adopção a casais cristãos. Para quando o referendo? Another UK Couple Rejected for Fostering Children over Religious Beliefs on Homosexuality
Não se preoucupe, o Estado educa a sua criança!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

ENSINO PORTUGUÊS: O salto suicida


Nós não precisamos de mais exemplos para ser notório como o país está mal, como este governo é irresponsável. Mas isto não pode passar indiferente, a questão da educação é fulcral no desenvolvimento tanto colectivo como pessoal, um individuo só tem conhecimento da sua dignidade humana se tiver formação para se aperceber de tal concepção.
O domínio e a massificação ideológica do ensino é típico de regimes totalitários, assim conseguem dominar os conceitos como: Liberdade, Amor, relações sexuais, etc etc...
Em Portugal isto está a ser feito de forma gradual e silenciosa, mas esta ultima noticia ridicuariza o nosso ensino ao máximo, como é possível saltar de anos sem ter conhecimento e capacidade. Será que mais uma vez o que realmente importa são os números, para apresentar à UE? É a quantidade e não a qualidade?
É assim que preparamos as próximas gerações??? É assim que preparamos o futuro de Portugal???
Vamos passar e não saltar.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Reeducar a educação


A minha colega de blog e amiga na vida não virtual, La môme, tinha escrito sobre a sua preocupação da educação.
Para mim não há sector que esteja mais em crise em Portugal que o Estado da Educação, que é à priori um Estado de Direito.
Na democracia a boa formação de uma pessoa é essencial, não só no ponto de vista pessoal, como para a própria existência da cidadania, para conseguir se obter a verdadeira liberdade.
Toda a Educação em Portugal tem de sofrer uma drástica mudança.
Isto não o é somente ao nível dos professores e das burocracias, mas de matérias, de disciplinas de ciência. É, sem dúvida, uma questão urgente, não pode existir estudos sociais que façam correlações entre as variáveis da crise ou de épocas eleitorais com o nível de facilidade dos exames.
Antes de acabar, e em esperança, deixou o conselho para quem estiver interessado neste tema sempre pode ler Fernando Adão da Fonseca, no Fórum Liberdade para a Educação.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Tudo farinha do mesmo saco





Portugueses, espanhóis e franceses, afinal de contas, não são assim tão diferentes! O jornal Expresso solicitou que responsáveis pelas Sociedades Francesa e Espanhola de Matemática analisassem o exame de Matemática d0 9º ano (português) para se perceber se há ou não fundamento para a polémica gerada em torno do, suposto, facilitismo da referida prova. Para os franceses, na pessoa de Daniel Duverney, a opinião geral é que o exame é de facto fácil mas não muito divergente do que acontece em França, esta opinião também é partilhada por Raquel Mallavibarrena,responsável espanhola pelas contas lá do sítio. Ambos, França e Espanha, admitem enfrentarem a mesma situação apontando como causa provável diversos factores sócio-económicos que têm influenciado a prestação dos alunos o que, por sua vez, "força" a descida dos níveis de exigência. Para mim é bem mais realista, não menosprezando a importância da anterior, a afirmação seguinte: "em França, a própria legislação dos exames fixa a priori uma taxa ideal de sucesso de 85% e 80% nas provas do básico e secundário. O mesmo acontece em outros países, incluindo Portugal, ainda que de forma mais ou menos assumida, assegura o especialista francês. Os governos preocupam-se mais em controlar as taxas de sucesso, as reprovações e os fluxos de alunos dentro do sistema do que com o nível de formação. Até porque 'os chumbos saem caro'". Por cá o Ministério da Educação "garante que não existem metas de sucesso previamente estabelecidas para os exames e rejeita qualquer intervenção do poder político no processo. Quanto ao grau de dificuldade das provas, o Gabinete de Avaliação Educacional esclarece que este é definido de forma a que 'os alunos com as competências básicas requeridas sejam aprovados'". (Só não sabia serem tão básicas) Boa!! Se os alunos não sabem as respostas, não se preocupem, o amigo Estado dá!! Por favor! Portugal procurou sempre fora de fronteiras o molde ideal e uma vez encontrado, toca a copiar!!Desta vez nem a Europa nos vale!Pois bem meus amigos deixem-se de tretas! Ponham de parte os bons exemplos europeus e comecem a olhar mais atentamente para as barbaridades que têm sido feitas à Educação Nacional e questionem-se seriamente quanto aos malefícios futuros que toda esta gente "educada" vai provocar, ainda que inadvertidamente, ao nosso pequeno rectângulo!Bons estudos! :)

terça-feira, 24 de março de 2009

Aos domesticados futuros líderes da Nação


Assinala-se hoje o dia do Estudante. Este dia está a ser marcado, no entanto, e sem surpresas, pelo menos para mim, por manifestações, a decorrerem um pouco por todo o país.

Os "estudantes" manifestam-se "contra o actual sistema de Ensino Superior e, por isso, reclamam um ensino público gratuito, sem propinas e mais apoios na Acção Social Escolar". O que é que isto me faz lembrar??

O lamentável nesta situação é que mais uma vez este tipo de "iniciativas" não são promovidas em prol dos reais interesses dos tais estudantes. Estas são mais uma forma dos partidos políticos, servindo-se das 'jotas', os domesticados "futuros líderes da nação", manipularem aqueles a quem deviam representar, os seus eleitores. No entanto o objectivo destas 'brigadas' passa por: mostrar trabalho aos seus superiores, adquirir uma rede de contactos e de lambe-botas, mais uns quantos militantes para o partido e se possível, por tudo isto, subir na carreira.


(Com a devida excepção para os que ainda acreditam)

A actividade e a participação política são essenciais e necessárias, mas quando se reclama pela melhoria da Educação e do sistema de ensino, devemos pensar se estamos a usar da melhor forma a ferramenta mais poderosa ao nosso dispor, o conhecimento ....e desenganem-se aqueles que pensam que me refiro às "cunhas", nem só desse conhecimento vive o homem!!!