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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Jaime Nogueira Pinto sobre a sua mulher


Texto lido no enterro da Maria José Nogueira Pinto pelo seu marido
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Não vos vou falar mais da Zézinha. Porque todos a conheceram e já muitos falaram dela nestes dias. E bem. Eu, aqui, vou falar-vos da Zézinha e de nós – de mim, dos meus filhos e da nossa família - nestes cinco últimos meses desde que soubemos da doença dela, num Sábado 12 de Fevereiro, faz hoje precisamente cinco meses.
Conheço bem as narrativas de aceitação cristã e resignada das provações que Deus manda – deste o Livro de Job às histórias dos mártires e perseguidos de todos os tempos. Mas nunca tinha assistido, e vivido, de perto, e também na pele, essa experiência. Nesse dia no Hospital da Luz a Zézinha foi informada quase ao mesmo tempo que nós do que tinha e quais eram as perspectivas; e percebeu perfeitamente que tinha uma sentença de morte a curto prazo em cima da cabeça.Jantámos nessa noite com os nossos filhos e começámos, conscientes, uma longa e dolorosa noite das Oliveiras. Às quatro da manhã, vi que ela não estava no quarto e fui procura-la. Estava na casa de jantar, a fumar um cigarro.Perguntou-me se queria também um chá, que ia fazer para ela. E assim ficámos até às seis, a beberricar um chá e a falar da nossa vida. Da nossa vida que tinha sido uma vida boa, mas que não tivera nada a ver com uma boa vida. Tinha sido uma vida difícil, muito rica de riscos e afectos, de grandes amizades e algumas desilusões. E ela agradeceu – e eu com ela – a Deus que nos tinha dado essa vida, e os nossos filhos, e os nossos netos, e toda a família. E os nossos amigos. Todos vós.Depois foi o princípio desta caminhada que acabou na semana passada: ela estava resignada mas, por nós – por mim e pelos filhos - aceitou lutar, com fé em Deus e respeito pelas ciências e artes dos homens. E partimos para Nova Iorque, e depois para Madrid. E tivemos essa longa espera das consultas, dos exames, das análises, dos relatórios, das esperanças alimentadas e perdidas, das histórias dos amigos próximos solidários que vêm com uma casuística de receitas e curas. Partilhamos isto tudo com ela, mas ela – sendo a vítima – foi sempre a mais corajosa e a mais desprendida de todos nós.Ela rezava as suas devoções antes de dormir e eu muitas vezes rezei com ela. Nunca nessas longas semanas pediu a cura; pedia que se fizesse a vontade de Deus. Aceitava pedir pequenas coisas: para ter apetite; para não ter náuseas depois da quimioterapia; para ter ossos e cabeça no dia seguinte, para cumprir as suas obrigações profissionais – e ir ao Parlamento, ir à Renascença, ir ao debate da SIC, aguentar a campanha eleitoral, escrever o artigo para o DN.
E estar presente com a sua extrema atenção como mulher, como mãe, como avó, como dona de casa, nas grandes e pequenas tarefas, nas rotinas todas.
Ela que era a pessoa mais modesta do mundo e gastava metade do que ganhava nas suas “caridades”. Tinha a sua economia pensada e articuladas para a velhice. Com a doença e os tratamentos dizia, solta, a rir e a sorrir - “se duro muito, gasto o que tenho com a doença e depois vais tu ter que me sustentar.”Vivi isto tudo com os nossos filhos – o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e também com a Helena, o Martim e o Tiago. E com as minhas cunhadas Maria João e Sumsum, e com a minha sogra, Maria José.
Mais que todos com a Teresinha porque estava na linha da frente, estávamos os dois com a Zézinha em casa e, talvez por isso fomos os que alimentámos mais esperanças.
A Teresinha e eu, nesta linha da frente, tínhamos que ser mais esperançosos que os outros. Vigiávamo-nos e ajudávamo-nos, atentos a quando o outro ia a cair. Como dois Cireneus, mas quem levava a Cruz era a Zézinha.Escolheu – ela escolheu e nós seguimo-la – viver habitualmente esta tragédia. Nós às vezes revoltávamo-nos e pensávamos que Deus estava a escrever por linhas tortas, muito tortas. Sentíamo-nos na sua cela da morte, e pedíamos – nós – graça e clemência. Mas ela continuou a aceitar com simplicidade, com modéstia, com aquele seu sorriso que era a coisa mais luminosa do mundo, quase a pedir desculpa por estar doente, por nos preocupar, por nos mudar a vida.Uma ou duas vezes houve episódios positivos, animadores, que quase a perturbaram. A resignação é comovente, mas a esperança – sobretudo nos resignados - ainda é mais. Nela, a esperança guardou-a para outras coisas. Em nós houve sempre esperança quase até ao fim. Acreditamos num Deus que faz milagres, que ressuscita mortos, porque não havia de curar enfermos.
Desta vez não curou. Há dez dias, mais ou menos, tudo se precipitou, vieram as más notícias do TAC de avaliação; já nos tínhamos apercebido que tudo estava pior, pois ela perdia mais e mais forças, os olhos perdiam o brilho, a vida ia desaparecendo. E só essa sua coragem e vontade de espírito a mantinham de pé.Conhecia-a há mais de quarenta anos, no dia 12 de Março de 1970. Íamos fazer quarenta anos de casados no próximo mês de Janeiro e ela faria 60 anos em 23 de Março.
A vida a dois é uma vida difícil, mas conseguimos chegar juntos até que a morte, nos separou. Foi uma longa vida em que estivemos juntos em tudo o que de importante, bom ou mau, nos aconteceu – ou ao nosso país, ou à nossa família.
Mas estes quase cinco meses finais na sua dor e esperança, mais que uma descida para um abismo – que também foram – transformaram-se numa escalada para além da dor, uma subida de um calvário muito particular. Um calvário de alguém que pela fé, pela entrega aos outros, pelo amor aos mais fracos, pela caridade evangélica, acabou por seguir como sempre aspirava, o caminho de Cristo.
Sempre sem medo, nem da doença, nem da dor, nem do fim, porque ela acreditava que esse Cristo, esse Senhor era o seu pastor, e que por isso nada lhe faltaria ao atravessar o vale das trevas. Não faltou. Falta-nos ela a nós.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Coisas perigosas


Meus amigos racionalistas, não foi a religião, não foi uma ideologia e muito menos eu a dizer uma coisa destas, foi um estudo, uma investigação norte americana sobre a felicidade a debitar tais conclusões: Estudo norte-americano diz que casais que esperam pelo nó para iniciar vida sexual são mais felizes.
Vá sigam a razão.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O casamento tem destas coisas


"E, claro, de Patrícia – a sua mulher desde há 45 anos: “Ela faz tudo e faz tudo bem. Defende o meu tempo. Faz e desfaz as malas. É tão generosa que quando julga que me critica faz-me o maior dos elogios: ‘ Mário, a única coisa para que serves é para escrever’”. Mário Vargas Llosa, discurso na entrega do prémio Nobel

terça-feira, 23 de março de 2010

Relações, casamentos e alianças promiscuas


No fórum Novas fronteiras, o nosso primeiro ministro, falou-nos de uma Santa Aliança entre o PSD e o BE, isto seria tipo um casamento homossexual digamos...
Depois citando o próprio: "A nossa unidade e coesão foi, desde o início, a razão da nossa força", ora nem mais, essa coesão e união custa o pensamento livre de cada deputado rosa.
Mais uma vez, palmas para José Sócrates e os seus cordeirinhos

segunda-feira, 8 de março de 2010

Não fui eu que disse, foi a ciência


A ciência em que nós confiamos tudo, até os nossos costumes diz-nos, com publicação no The New York Time,: "Quer que o casamento dure? Não vivam juntos antes de dar o nó"
Ao ler este artigo reparei como é engraçado a forma metodológica que os investigadores têm para contabilizar a vida, os sentimentos, a tristeza, o amor etc etc

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Por falar em casamentos...


Ainda em relação ao casamento de Anna Bolona, eu pregunto-me onde é que ela tinha a cabeça??? Isto foi hà 477 anos.

Por falar em casamentos...


No dia de hoje em 1533 Henrique VIII casou-se com Anna Bolena, porque casar é um direito...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A luta


Apesar dos resultados, deixo os meus parabéns à plataforma Cidadania e Casamento. Numa altura que os politólogos e os sociólogos portugueses falam da falta de associação dos cidadãos em relação à política, à falta de uma sociedade civil forte, ao aumento da abstenção, fico com muita pena que não tenham dado a atenção a este grupo de pessoas. Que em menos de um mês recolheram mais de 93 mil assinaturas, enquanto só era necessário para realização de um referendo 72 mil. Atenção isto tudo em menos de um mês.
Obrigada, e o meu agradecimento em especial à Inês Avelar.

O Casamento


Na sexta-feira dia 8 de Janeiro, estive presente na Assembleia da Republica, quando numa forma teimosa e de arrogância politica se desprezou a voz de mais de 93 mil portugueses.
Mas sobretudo fiquei a conhecer bons políticos, referencia especial à deputada Teresa Morais.
A conclusão disto tudo, é que realmente o Estado não devia intrometer-se na nossa vida e que o casamento civil não é mesmo casamento.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sagrada Família


Ontem foi o dia da Sagrada Família. Realmente dá que pensar como alguns pedreiros, com leis, querem destruir ou corromper a obra do Arquitecto.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Uma prenda de Natal


Alguns comentadores políticos, dizem que o governo está muito generoso e que este Natal irá-nos dar uma prenda... realmente esta pressa de tratar da questão do suposto casamento homossexual ou é para nós repararmos que apesar do seu fim à vista o governo está a tentar passar aquela imagem de modernismo ou será que está com medo do Espírito Santo e da visita papal para 2010?
Até lá em Lisboa e no Porto serão recolhido assinaturas na rua para este instrumento democrático, o referendo.
Estejam atentos.

CUIDADO: os sismos de Lisboa fazem nascer grandes lideres

Já agora hoje tivemos esta noticia: AQUI

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"Dez razões para um referendo": Por Pedro Pestana Bastos


O autor que é também blogger no Cachimbo de Magritte, escreveu hoje no publico as 10 razões para que exista um referendo sobre a redefinição de casamento.
Ele vai esquartejar alguns mitos:
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1. Sabia que não existe um único país no mundo onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo tenha sido instituído sem que não esteja igualmente consagrado o acesso à adopção por casais homossexuais?
2. Sabia que um estudo da CESOP (Universidade Católica) revela que mais de 40 por cento dos eleitores que se consideram simpatizantes do PS declaram-se contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
3. Sabia que as sondagens efectuadas até hoje indicam que os portugueses maioritariamente são a favor de um referendo sobre a matéria e contra a redefinição do conceito de casamento?
4. Sabia que existem organizações de promoção de direitos dos homossexuais que não defendem a redefinição do conceito de casamento?
5. Sabia que as questões concretas que são reclamadas pelos homossexuais têm várias soluções jurídicas, maioritárias no mundo ocidental, e que não passam pela necessidade de redefinição do conceito de casamento?
6. Sabia que, nos estados americanos da Califórnia e do Maine, o casamento entre pessoas do mesmo sexo já foi permitido no passado, tendo as normas jurídicas que permitiam o casamento entre pessoas do mesmo sexo sido posteriormente revogadas?
7. Sabia que, já este mês, o Senado do Estado de Nova Iorque debateu e chumbou, por mais de 60 por cento dos votos, uma proposta de lei que tinha como objecto o alargamento do casamento a pessoas do mesmo sexo?
8. Sabia que, no Senado de Nova Iorque, os republicanos são uma minoria, e que, para além dos republicanos, também um em cada quatro dos senadores democratas votou contra a proposta que iria permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
9. Sabia que, nos EUA, já foram efectuados 31 referendos em diferentes estados, em que a população foi chamada a pronunciar-se sobre a redefinição do casamento entre pessoas do mesmo sexo?
10. Sabia que, nos 31 referendos realizados em todos eles, sem excepção, as populações rejeitaram a redefinição do conceito de casamento e a instituição do casamento homossexual?

Pedro Pestana BastosIn PÚBLICO de 14DEZ09

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Referendo do "casamento" de pessoas do mesmo sexo


Para mim, como podem já ter reparado, o casamento é uma coisa séria, a sua estrutura é essencial para manter a sociedade. Na verdade ela é mais que essencial, porque o casamento é o núcleo da própria sociedade.
A questão é que muitos advogam que o casamento homossexual não pode ser referendado porque é fracturante e por incrível que pareça, deixar questões fracturantes serem discutidas, debatidas pelo povo é sinonimo de autoritarismo. Sim, um dos instrumentos mais importantes da democracia, o referende, é totalitário.
Mas esse mesmo grupo que advogam a ideia acima transcrita, não hesitou nem um segundo a referendar a questão mais fracturante de todas, a da vida no dia 11 de Fevereiro de 2007, com o referendo do Aborto, ou politicamente correcto interrupção voluntária da gravidez.
Tal como o referendo ao Tratado de Lisboa, o PS vai fazer um dos seus malabarismo para fugir da nossa opinião, porque é fracturante.

Lá fui defender o referendo

O programa aqui

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Eu assumo

O texto chama-se "Eu assumo" e é para reflectir sobre as nossas exigências, as exigências do mundo moderno. Gostava ter escrito isto.... mas sou mesmo dextra em todos os sentidos.
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1. Peço que me desculpem os leitores mais conservadores, a quem esta minha confissão pública possa chocar.
Peço que se acolha esta minha declaração com tolerância, que é a virtude cívica que se define como indiferença ante o bem e o mal, e que, por isso, proíbe terminantemente qualquer imposição ou condenação em termos morais. Peço para mim e para todos os que sentem na pele o estigma de uma excepção que nos foi imposta pela natureza, à revelia da nossa vontade, uma plena integração social, pondo assim termo à injusta discriminação a que fomos expostos e que continuamos a padecer.
Peço e exijo que, em nome da igualdade, se nos aceite como somos: iguais na diferença e diferentes na igualdade.
2. Desde que tive consciência desta minha particularidade de género, experimentei a segregação a que todos os que partilhamos esta condição somos, por regra, expostos. Com efeito, qualquer tímida manifestação desta nossa anormalidade – que o é, convenhamos, em termos estatísticos – é logo censurada por severos olhares que, não obstante a sua mudez, nos gritam o drama da nossa reprimida singularidade genética.
Mas hoje, finalmente, graças à abertura e compreensão dos nossos governantes, que parecem não ter outra preocupação que não seja a de pôr termo a estas injustiças atávicas, tomei a decisão de me assumir publicamente: sim, sou canhoto! Afirmo-o pela primeira vez sem complexos, diria que com orgulho até, disposto mesmo a desfilar numa triunfal canhotos’ pride parade!
3. Cônscio de que a democracia está incompleta enquanto não nos forem dados os mesmos direitos que já usufruem os dextros, não posso deixar de fazer algumas reivindicações.
A saber: Exijo que o Estado financie as operações de mudanças de braços e mãos, pernas e pés, de todos os canhotos que queiram mudar de género!
Exijo que todas as cadeiras dos anfiteatros tenham igualmente amplos os apoios dos dois braços, e não apenas o direito, como pretende a maioria fascizante dos dextros!
Exijo que nós, os canhotos, tenhamos direito a carros com o travão de mão à esquerda e os pedais invertidos (com perdão!), pondo assim termo à imposição, por parte da indústria automóvel, de um único modelo comportamental!
Exijo que as autarquias reconheçam o nosso inalienável direito a circular pela esquerda, criando um itinerário alternativo canhoto (IAC)!
Exijo que seja despenalizada, para os canhotos, a condução em contra-mão e que sejam imediatamente amnistiados todos os esquerdinos que, por este motivo, já foram hipocritamente condenados por tribunais dominados pelos dextros!
Exijo que o trecho bíblico que coloca à esquerda de Deus os condenados e à sua direita os bem-aventurados, seja alterado, de modo que se não possa associar aos esquerdinos nenhuma humilhante inferioridade de género.
Exijo que a expressão «cruzes, canhoto!» e outras análogas sejam criminalizadas, pelo seu evidente cunho canhotofóbico. E, claro, exijo também o direito à adopção de crianças dextras por casais esquerdinos!
4. Graças ao carácter fracturante desta minha proposta, que suponho também assumida por todos os outros cidadãos da mesma condição, quero crer que será acolhida favoravelmente por todos os partidos políticos que têm pugnado pela igualdade de género. Afinal de contas nós, os canhotos, também somos de esquerda, não é?
P. Gonçalo Portocarrero de Almada, in Jornal Voz da Verdade

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O que realmente importa!


O país está em crise financeira, o mundo está em crise financeira. Então vamos falar do casamento entre homosexuais.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

casamentos e casamentos

As confusões ou os preconceitos ideológicos abundam cada vez mais a nossa polis. Ainda duas semanas atrás quando o programa prós e contra falava sobre a lei do divorcio, nós tínhamos no lado do sim o cantor pimba Alex, famoso pela sua musica Mister Gay, o senhor Salgueiro da Silva Mouta, homossexual conhecido pela sua luta pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo, e mais uns quantos sociólogos de bloco. Foi ao ver esta plateia que tive um raciocínio, ou melhor um silogismo, se a nova lei do divorcio enfraquece o casamento, então não têm lógica lutar pelo casamento seja ele qual for, porque não se acredita em instituições. Por isso, pergunto quem votou na lei do divorcio votará na lei contra o casamento homossexual?
É engraçado que os progressistas modernos que defendem o casamento homossexual conseguem ao mesmo tempo acusar a própria instituição de casamento como retrograda e anacrónica.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

(des)casar


Tento perceber a nova lei do divorcio, mas tenho sempre presente esta duvida: se o casamento civil deixa de ser um contrato (sem culpa e obrigações), então porquê que existe o casamento civil? Esta liberdade implica ausência de compromissos. Já devem saber qual era o meu team ontem nos prós-e-contra, mas posso dizer que a razão não era justificada pela péssima escolha do blazer do dr. Pedro Vasconcelos e da Beatriz Costa.