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terça-feira, 20 de abril de 2010

Manso é a tua tia


Já não ouvia este expressão: "a tua tia é que é...." desde o meu 4ºano. Como eu adoro a nossa Assembleia da Republica.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O Casamento


Na sexta-feira dia 8 de Janeiro, estive presente na Assembleia da Republica, quando numa forma teimosa e de arrogância politica se desprezou a voz de mais de 93 mil portugueses.
Mas sobretudo fiquei a conhecer bons políticos, referencia especial à deputada Teresa Morais.
A conclusão disto tudo, é que realmente o Estado não devia intrometer-se na nossa vida e que o casamento civil não é mesmo casamento.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Esta semana

Começou a XI legislatura da Assembleia da República, o rumo desta politica nacional estou descrente deste parlamento. Também, já me ia esquecendo de frisar aquela lei polémica que impede a exibição de animais no circo, isto deu que falar nesta semana.

A arrogância



O novo líder parlamentar do PS, Francisco de Assis, veio dizer: "Nenhum partido se pode fechar na arrogância".... Isto é demais, durante os últimos 4 anos o Partido Socialista, enquanto detentor de maioria absoluta mostrou-se intransigente nas suas medidas num grande exemplo a questão da avaliação dos professores. Era um partido avaliado como centralista. Não me venham contar a história do capuchinho vermelho ao contrario.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Atitude

imagem tão ridícula como algumas "atitudes"
Há certas palavras que o Senhor Primeiro-Ministro não pode dizer, tipo atitude [numa campanha eleitoral], ou ética, ou moral e o todas em inglês (mas isso é por causa do inglês técnico da Independente).
Quais serão as directivas pedidas aos seus deputados, que por sua vez foram calculadamente estudadas pelos senhores da campanha do Obama? É que o convite a sair dado a Manuel Pinho até ficou bem ao líder, dá um ar de durão, intransigente com as faltas de seriedade na AR, e a mudança comportamento politica, tipo calimero, depois das eleições europeias na sua entrevista.
Portugueses não se deixem enganar.

sábado, 10 de maio de 2008

círculos uninominais - os dEpUtAdOs sAÕ IncUltOs, prEguIçOsOs


"(...)os deputados são incultos, preguiçosos e não são eleitos da forma correcta.
Como deviam ser eleitos?
Como no século XIX, em que eram eleitos por círculos uninominais, tornando-se responsáveis perante os eleitores.
.../...
No século XIX, o s deputados eram eleitos nome a nome e não por listas, como hoje acontece. As pessoas eleitas sabiam que iriam fazer carreira política através do Parlamento. E os bons deputados tinham de ser muito bons oradores. Isso distingue logo o Parlamento do século XIX do actual. Naquela época, a oratória era muito importante. Todos os ministros saíam do Parlamento, o que não sucede agora. Era uma classe política infinitamente mais culta. E muito mais preparada. Não tem comparação possível.
.../...
No século XIX eram melhores tribunos e mais assíduos. Os deputados actuais estão sempre a ser substituídos e sabem que não farão carreira política através da sua oratória ou da sua intervenção parlamentar. A maneira mais fácil de subirem na política é através da sua subserviência aos chefes partidários. Dizem que sim, levantam-se, sentam-se, raramente abrem a boca. A vida parlamentar é hoje muito diferente da que existia no século XIX
Nos tempos que correm é frequente chegar-se ao Governo sem passar pelo Parlamento.
isso faz falta. Faz falta para se ter uma visão do que é a política, do que é o conflito. Ser ministro não é administrar coisas - é ter uma visão dos problemas. E eles não têm.
.../... Mas a maneira como eles são colocados em São Bento está de tal maneira enviezada que dá origem a uma classe de medíocres. A lei eleitoral devia ser alterada, impedindo que os deputados fossem escolhidos pelos líderes partidários. A relação entre o eleitor e o eleito tem de ser directa. Para que o eleitor possa punir aquele que não cumpre."
in DN
Maria Filomena Mónica