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terça-feira, 7 de junho de 2011

A fazer politologia


Houve 28,05 % de votos no Partido Socialista, em termos histórico-científicos, existe 28% de um eleitorado que gosta de ser enganado, também podemos concluir que uma parte desses votos são derivados ao instrumento da cozinha mais utilizado na politica, o tacho, junta de freguesia, câmara municipal ou até mesmo o tacho no governo central.
Assim sendo, ou o PS tem muitos boys ou há muita gente a precisar de ver as notícias.

domingo, 5 de junho de 2011

o melhor disto tudo é ele ir embora

Mas agora fico com curiosidade em saber qual a empresa que José Sócrates vai prestar os seus (competentes) serviços.

Finalmente, finalmente

«Vou deixar de ocupar qualquer lugar político»

dito hoje por José Sócrates!

terça-feira, 31 de maio de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

Ainda sobre as campanhas eleitorais

Isto é tipo os meninos da JSD a fazer campanha ao Passos Coelhos. Quando é que as pessoas (os partidos) tem o discernimento de reparar que é mesmo, mesmo preciso de gente boa no governo e não bons bajuladores.

Marketing Politico ou abuso de mão de obra imigrante

Os comícios do PS são um abuso de mão de obra imigrante, em troca de um lanchinho, de um chapéu encarnado e um saco de pano bate-se palmas. No Alentejo consegui-se reunir paquistaneses, moçambicanos , indianos... Somos um país global!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ainda sobre as campanhas eleitorais

CDU diz que é tradição politica pintar paredes, e pelos vistos, monumentos com mensagens politicas! Esperamos que a CDU não faça campanha em Belém, porque eu gosto tanto do Mosteiro dos Jerónimos!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Ainda sobre as campanhas

Começou o tempo de fazer campanha, eu como uma verdadeira democrata, apaixonada pela sociedade aberta e liberal, devo dizer que fico enjoada a ver as nossas campanhas eleitorais, os partidos em procissão pela rua, os políticos rodeados de meninos das jotas (que servem muito bem nestas situações) a distribuir panfletos, a tentarem ser engraçados, aos beijos e abraços. Quando param para fazer um discurso é vazio, e chato! Isto não é a democracia, é enganar para persuadir um voto. Para além do dinheiro, publico, que mantém esta máquina a trabalhar. Qualquer dia para o bem da democracia vai deixar de haver campanhas eleitorais!

Um pedido às mentes menos iluminadas:

José Sócrates é um mentiroso, manipulador, aldrabão e um politico sem escrúpulos. Por Amor de Deus, ou se não acreditam em Deus por amor próprio não votem nesse tipo, é literalmente uma demonstração de falta de inteligência! Desculpem é que fico doente quando vejo as campanhas eleitorais.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Candidata 'consciência' teve alguns votos

O que este meu amigo fez hoje: "votou em consciência...pegou no boletim de voto, fez um quadrado em baixo e à frente escreveu 'consciência'"

Cavaco ganhou, coisas positivas:


Ao menos o Manuel Alegre perdeu. Ao menos esta campanha maçadora já acabou!

Estava frio


Parabéns à senhora abstenção, venceu por maioria absoluta: 53,33%

sábado, 22 de janeiro de 2011

Este blog não respeitou o dia de reflexão: Amanhã seja Neo-Liberal



Este blog não respeitou o dia de reflexão: Amanhã seja Monárquico

Este blog não respeitou o dia de reflexão: Amanhã seja Anarquista

No dia de reflexão pense nisto: Amanhã seja Inútil

O artigo chama-se: APOLOGIA DO VOTO INÚTIL e é, claro, do Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada
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Em tempos de eleições presidenciais, legislativas ou autárquicas, é recorrente o recurso ao argumento do voto útil. Na gíria política entende-se por voto útil a escolha do candidato ou do partido que, mesmo não reunindo as condições que o eleitor desejaria sufragar, é no entanto o menos mau dos candidatos com hipóteses de ganhar. Na perspectiva eleitoral, o voto num partido ou candidato que nunca poderá vencer é sempre um voto perdido ou, pior ainda, um voto nas candidaturas que ficariam beneficiadas com a inutilidade prática desse voto idealista.
À medida que se aproxima um acto eleitoral, esfumam-se os axiomas éticos e os princípios, que cedem o seu lugar à pressão das sondagens e das conveniências do momento, quase sempre apresentadas como inadiáveis exigências de salvação nacional. À conta desses pretensos imperativos de ordem pública, engolem-se não poucos sapos e conspícuos cavalheiros travestem-se ideologicamente, em malabarismos de rara acrobacia e discutível moralidade. E quem não se disponibilizar para uma tal cambalhota eleitoral e decidir não vender, nem hipotecar, o seu voto, é certo e sabido que pagará cara a factura da sua verticalidade: à partida é, pelo menos, um utópico e, à chegada do desastrado resultado eleitoral que a sua atitude propiciou, é um cúmplice do inimigo, um traidor.

É sabido que a história do voto útil tem barbas. Nas vésperas da segunda guerra mundial, o voto útil funcionou a favor de duas grandes forças extremistas. Quando a Alemanha se encontrava numa muito delicada situação interna e externa, os nazis apareceram como a força mais eficaz para deter o triunfante bolchevismo, que ameaçava a liberdade alemã e europeia. É certo, em termos históricos, que muitos dos apoiantes de Hitler o fizeram à conta do voto útil: mesmo não concordando com as teses nazis, entenderam que essa era a única força política capaz de deter o comunismo internacional e, por isso, deram-lhe o seu voto. Em sentido contrário, o voto útil também funcionou a favor do bolchevismo que, para muitos anti-nazis, parecia ser o mal menor ou, pelo menos, a única estrutura partidária com força suficiente para se opor, com eficácia, ao nacional-socialismo. Mas é óbvio que tanto uns como os outros, quer votando de olhos fechados em Hitler, quer dando o seu contrariado voto aos seguidores de Estaline, favoreceram as respectivas tiranias e votaram contra a liberdade, a democracia e o bem comum. Os seus votos foram úteis, sem nenhuma dúvida, mas para o mal.
Não é só na vida privada que o crime não compensa, porque também na vida política essas leviandades pagam-se caras, como sabem os que sofreram a ditadura nazi na Alemanha, ou os que padeceram os horrores do comunismo na Rússia e nos outros países que também viveram, ou ainda vivem, sob a ditadura do proletariado. Na realidade, tanto os que sufragaram Hitler como os que apoiaram Estaline perderam, porque a vitória moral e política foi daqueles «inúteis» que souberam privilegiar uma atitude de coerência ética, sem se deixarem intimidar pelos falsos argumentos de uma suposta utilidade nacional ou internacional.
Se, por absurda hipótese, houvesse que escolher entre Estaline e Hitler, seria caso para dizer que venha o diabo e que escolha porque, por mais útil que fosse votar em Hitler, para que Estaline não pudesse ganhar, ou votar em Estaline, para que Hitler não saísse vencedor, seria sempre uma escolha dos diabos. E a quem o não seja, só lhe resta uma hipótese digna: não votar em nenhum dos dois, por mais inútil que uma tal atitude pudesse parecer.
Em Portugal, Hitler e Estaline não vão a votos, felizmente. Mas, mesmo sendo eticamente lícita a votação no menos mau dos candidatos, resta saber se uma tal opção é suficientemente digna. Sendo escassas as garantias de idoneidade moral dos prováveis eleitos, por ausência de princípios éticos humanistas, ou por falta de coerência na sua aplicação – recorde-se, a este propósito, a promulgação da lei dos casamentos de pessoas do mesmo sexo – é provável que a opção mais coerente e honrosa não passe pelo voto no menos mau candidato, nem no péssimo, pelo menos para quem, na sua vida pessoal e na sua actuação pública, não se pauta por conveniências contingentes, mas por princípios e valores permanentes.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Presidente da Republica: Balanço de uma campanha


Esta campanha eleitoral à presidência da Republica tem sido uma espécie de espectáculo maçador, comparado talvez com aquelas declamações de poesias contemporâneas.
Nós sabemos quem vai ganhar, só que os discursos, as ideias, as acções populares, podiam mas, não trazem nada de novo, mais do mesmo e mais do mesmo. Por isso acho incrível que se acusem os jovens de comodismo eleitoral.
Cavaco Silva o único candidato à direita que não representa a direita na sua totalidade, durante a campanha vem com um discurso a defender a família, que me deu imensa vontade de rir, em relação à constitucionalidade do casamento homossexual demonstrou uma incoerência e uma falta de carácter, pois prolongo uma lei que para além de verificar a sua inconstitucionalidade ele próprio discordava, ou seja fraqueza politica. Cooperou com o governo em relação à crise social, a não ter feito uma verdadeira oposição de ideias, demonstrou ser um presidente fraquinho e previsível nas respostas ao jornalistas: "não comento"! O caso das escutas foi uma vergonha nada a seu favor.
Quando a direita apresentou os seus candidatos, onde estava o Bagão Fellix?
Manuel Alegre, candidato dos partidos da extrema esquerda o BE e do Partido Socialista, o que me faz pensar que o candidato Alegre deve ter uma versatilidade politica fantástica, por isso mesmo o seus discursos não são profundos para não atacar verdadeiramente o governo que lhe apoia e para não se distancia do extremismo bloquista, incoerente, fraquinho e anacrónico.
O candidato do Partido Comunista, Francisco Lopes tem um discurso patriota e ouso dizer tipo salazarista, pelo bem da nação, proteccionismo ao seu extremo, ortodoxo e muito, mesmo muito anacrónico.
Depois temos Fernando Nobre, um homem que se diz um alturista, mas fazia muito mais se não se tivesse metido na politica, ter resguardado o seu trabalho e a imparcialidade da AMI valia, não se consegue olhar para Fernando Nobre sem ver o Mário Soares.
Defensor Moura, um cidadão com certa actividade politica no PS, com boa vontade e pouca força e pouco perfil de Presidente, sem apoios financeiros.
Por fim, last but not the least, o madeirense, José Manuel Coelho, digamos é o único que está a fazer uma campanha com propaganda de tal forma que podia dizer que nem as empresas de assessoria politica tinha feito melhor, e acreditem pela forma como as pessoas estão revoltadas com esta situação do país, com estes candidatos, este senhor ainda vai ganhar muitos votos, e esses votos tem uma leitura de um comportamento politico de longe serem pelo candidato.
A burocracia domina o mundo dizia Weber, com razão, novamente eu e um grande grupo de conterrâneos açorianos estudantes no continente voltamos a não votar.
Mas quero que saibam que apesar do meu voto nulo não aparecer nas sondagens, que a minha abstenção seja vista como um comportamento politico de quem está farta desta elite.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009