Aqui e Aqui
Mostrar mensagens com a etiqueta psd. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta psd. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Uma mulher forte na politica portuguesa

Teresa Morais, 52 anos, é uma das mulheres mais fortes na politica portuguesa, fala com clareza e sobretudo com conhecimento, inteligente e recta, é a nova secretária do Estado para a Igualdade, teve um papel muito activo na questão do casamento de pessoas do mesmo sexo, foi talvez a pessoa na Assembleia da Republica que corajosamente falou melhor.
Agora espero que se entenda o que realmente é a igualdade!
domingo, 29 de maio de 2011
Ainda sobre as campanhas eleitorais
terça-feira, 30 de março de 2010
O Passo(s) certo
Com muita tristeza

...era previsível, mas com muita tristeza. Será que Passos Coelho é unificador? Apesar dos 61% não sei se o novo líder, um pouco parecido com aquela elite que gostava de ser como o Obama, consegue ter consigo o parlamento laranja. Não vejo como o PSD pode tornar-se mais forte com as continuas discrêpancias.
terça-feira, 23 de março de 2010
Relações, casamentos e alianças promiscuas

No fórum Novas fronteiras, o nosso primeiro ministro, falou-nos de uma Santa Aliança entre o PSD e o BE, isto seria tipo um casamento homossexual digamos...
Depois citando o próprio: "A nossa unidade e coesão foi, desde o início, a razão da nossa força", ora nem mais, essa coesão e união custa o pensamento livre de cada deputado rosa.
Mais uma vez, palmas para José Sócrates e os seus cordeirinhos
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Cheira a leitinho

"Pedro Passos Coelho é o primeiro, dentro do PSD, a dizer que é candidato a líder" + sobre a noticia AQUI
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
The next chief
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Somos almas gémeas!!
"Não podemos ignorar que há uma descrença profunda na classe política, nas suas opiniões e nas suas propostas.
E, no entanto, fazer política é uma coisa muito séria, não é um mero jogo fechado que só diz respeito aos Partidos políticos.
Quantas vezes já ouvimos dizer “Não me interessa a política, isso é lá com eles”?, como se a política não dissesse respeito a cada um de nós, como se a política não fosse uma actividade que deve ser exercida com cada um de nós.
Neste sentido, uma questão fundamental a ponderar é porque é que se deu esta desvalorização da acção política e dos políticos?
Sem dúvida que uma das razões é a percepção de que os políticos deixaram de ter no centro das suas preocupações os cidadãos e os seus problemas, para passar a considerar sobretudo os seus interesses partidários ou pessoais.
Além disso, ganhou-se o hábito de comentar o curto prazo e ignorar as questões de fundo.
Por isso, as pessoas reagem com indiferença ou até desprezo ao que os políticos dizem.
Todos sentimos que fazer política com o recurso permanente a promessas é uma arma eficaz do ponto de vista eleitoral, mas que tem sido mortífera para a credibilidade dos políticos.
Ora, o crédito dos políticos é um factor indispensável para gerar a confiança necessária para enfrentar o futuro e mobilizar os Portugueses.
Não é uma tarefa fácil, tanto mais quanto muitos esperam e reclamam que os políticos se comportem e actuem precisamente de acordo com os modelos que os fez cair em descrédito."*
*Declarações de Manuela Ferreira Leite na conferência do Diário Económico 'Transformar Portugal'.
E, no entanto, fazer política é uma coisa muito séria, não é um mero jogo fechado que só diz respeito aos Partidos políticos.
Quantas vezes já ouvimos dizer “Não me interessa a política, isso é lá com eles”?, como se a política não dissesse respeito a cada um de nós, como se a política não fosse uma actividade que deve ser exercida com cada um de nós.
Neste sentido, uma questão fundamental a ponderar é porque é que se deu esta desvalorização da acção política e dos políticos?
Sem dúvida que uma das razões é a percepção de que os políticos deixaram de ter no centro das suas preocupações os cidadãos e os seus problemas, para passar a considerar sobretudo os seus interesses partidários ou pessoais.
Além disso, ganhou-se o hábito de comentar o curto prazo e ignorar as questões de fundo.
Por isso, as pessoas reagem com indiferença ou até desprezo ao que os políticos dizem.
Todos sentimos que fazer política com o recurso permanente a promessas é uma arma eficaz do ponto de vista eleitoral, mas que tem sido mortífera para a credibilidade dos políticos.
Ora, o crédito dos políticos é um factor indispensável para gerar a confiança necessária para enfrentar o futuro e mobilizar os Portugueses.
Não é uma tarefa fácil, tanto mais quanto muitos esperam e reclamam que os políticos se comportem e actuem precisamente de acordo com os modelos que os fez cair em descrédito."*
*Declarações de Manuela Ferreira Leite na conferência do Diário Económico 'Transformar Portugal'.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Descubra as 7 diferenças

No semanário Expresso, desta semana, vinha escrito o seguinte: "José Socrátes e Manuela Ferreira Leite viajaram quinta-feira para Bruxelas no mesmo avião. O primeiro-ministro deslocou-se à Cimeira Europeia e a líder do PSD para a reunião do PPE que a antecedeu. Sócrates foi em executiva, Manuela em turística."
Mais eu não digo....
terça-feira, 9 de junho de 2009
Orgulhosamente açoriana

"O PSD/Açores venceu as eleições europeias na Região com 40,07 por cento dos votos, tendo sido o partido mais votado em oito das nove ilhas do arquipélago." ( a ilha em que não venceu foi a do Corvo).
Carlos César remota as culpas para o Vital Moreira, concordo visto que o professor Vital fala sempre da regionalização dos Açores com muita descrença. Mas Sr. Presidente, foi a má escolha do seu partido.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Europeias

A Manuela Ferreira Leite, sem colar de pérolas, foi a vencedora. Com uma forma de fazer campanha diferente, sem estar histérica nos comícios nem aos beijos pelas ruas. Ganhou, mas ganhou pelas suas ideias. Como disse o Paulo Rangel: Ferreira Leite "é a grande vencedora", Sócrates sofreu "derrota pessoal" .
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Começou bem

Vital Moreira classificou as declarações de Paulo Rangel como sendo absurdas. Isto pelo facto de o deputado social democrata afirmar a importância da discussão dos temas nacionais à luz da realidade europeia. De acordo com o académico de Coimbra devemos apenas focar-nos nos assuntos europeus. Actualmente falar de políticas nacionais poderá até parecer ridículo, tendo em conta o poder de decisão que cabe ao estado-membro de uma instituição como a União Europeia. Ainda assim, não devemos esquecer e minimizar, a relação causa-efeito entre as decisões europeias e a realidade nacional. A questão é: a grande maioria dos portugueses não está consciente desta "impotência" nacional face às orientações europeias. Aquilo que os portugueses conhecem é a dura realidade que enfrentam e, bem ou mal, será esta que influenciará a decisão daqueles que no dia 7 de Junho pretenderem manifestar a sua posição. Assim sendo a discussão dos temas nacionais e o seu enquadramento no contexto europeu parece-me bastante pertinente e urgente e um bom ínicio para que os portugueses se mobilizem e se interessem mais por este acto eleitoral. Porque, infelizmente, a Europa não é tão consensual como se quis fazer acreditar. É preciso mobilizar, agitar, interessar e esclarecer os eleitores e nada será tão eficaz como mostrar-lhes que o Parlamento Europeu não serve apenas para exilar concorrência interna e vozes dissonantes.
domingo, 4 de janeiro de 2009
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
Melhor é Possivel

(Imagem tirda AQUI)
É já amanhã as eleições regionais. E tenho pena de nós ainda vivermos numa politica caciquista, quase como no Portugal oitocentista. Tenho pena que os debates políticos sejam substituídos por concertos do Tony Carreira e os comícios pelas jantaradas na Praça Velha. Tenho pena que os tachos não sejam só para a cozinha, mas também para os assessores. Tenho pena que não haja novas oportunidades. Tenho pena dos subsídios da UE mal entregues. Tenho pena que a comunicação social, de Portugal continental, concentre a suas energias no Alberto João Jardim.
Mas fico contente por aqueles que tiveram coragem de enfrentar o touro de frente, e não estou a falar dos forcados. Amanhã vamos voltar à política corriqueira.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



%5B1%5D.jpg)





