domingo, 9 de outubro de 2011

sábado, 8 de outubro de 2011

Agora está na moda os óculos de massa preta:



Pode ser que também fique na moda ser Padre ou ser Santo (tipo São Josémaria....)

Eis a pergunta:

Ontem vi no telejornal que o encerramento da campanha de Alberto João Jardim foi um concerto do Tony Carreira. Podemos perguntar quem pagou o artista (inter)nacional?

Mas não subestimem, porque as letras de Tony Carreira até podem ter um certo conteúdo politico, p. ex: "O mesmo de sempre No mesmo caminho"

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Viva a cultura!




Mudar o mundo cabe nas tuas mãos:



Hoje é o dia da Nossa Senhora do Rosário

Porque ontem foi o dia de São Bruno

Deixo aqui uma proposta para os meu amigos e conhecidos rapazes:

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Thank You



A história de Steve Jobs é conhecida e admirada, criou uma das maiores empresas de sempre, juntou uma grande capacidade de criatividade com um enorme coração e conquistou muita gente. Ontem um amigo meu perguntava, imaginem se Steve Jobs não tivesse sido adoptado, se tivesse sido abortado? Lembro-me quando Catarina Furtado no programa "prós e contras" usou o abandono de crianças nos orfanatos como uma razão para a legalização do aborto. Pense nisso.
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"A única maneira de fazer um trabalho extraordinário é se amares aquilo que fazes. Se ainda não o encontraste, continua a procurar. Não te acomodes. Tal como com os assuntos do coração, tu saberás quando é que o encontraste." - Steve Jobs, thank you!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

No dia 6 de Outubro de 2002


No dia 6 de Outubro de 2002, foi para mim um dia normal nada especial e como um dia normal vi televisão e lembro-me das noticias sobre a canonização de São Josémaria Escrivá, juntamente com os comentário pseudo eruditos de "como seria possível a Igreja Católica canonizar o fundador do Opus Dei?"
Apesar de ter passado 9 anos nunca mais me esqueço daqueles comentários! (penso que os jornalistas aproveitaram bem a ocasião não só para falar mal do Opus Dei como para falar mal do Papa e da Igreja e dos Católicos.)
Foi assim, à 9 anos, que conheci São Josémaria Escrivá um fundamentalista e conservador da Igreja Católica, que fundou uma organização equiparada à máfia italiana! Uma ideia preconcebida, bem elaborada pelos nossos jornalistas, é verdade! Mesmo sabendo da má qualidade jornalística nunca pus em questão que São Josémaria era isso tudo e se pudesse eu também o culpava da crise.
Não tem nada a ver, mas um dia perguntaram-me "porque que os Esquimós não comiam pinguins?" eu pensei em mil coisas, porque a carne dos pinguins não é saborosa, porque os pinguins estão em vias de extinção, porque os pinguins são uma espécie de animal de estimação dos esquimós etc... ate que me disseram "Não, porque estão separados por milhões de km os esquimós vivem no Polo Árctico ou seja no Polo Norte e os pinguins no Polo Sul!" O que dá tirar conclusões sem observar: estupidez!
A Observação é um método cientifico que consiste ver, perceber. Como é que eu posso interpretar uma coisa que nunca vi, que não conheço?
No dia 6 de Outubro de 2002 eu era uma jovem de 16 anos e sem saber eu era uma criança, com pretensões rebeldes, e apesar de me dizer Católica não gostava deste novo Santo Escrivá, ou seja, com os meus 16 anos, ainda bem, eu tinha somente bom humor e... a rebeldia jovem de querer mudar o mundo mas para mudar o mundo é preciso conhecer o mundo e o que eu fazia era criticar o mundo apaixonadamente, agora aprendi a amar o mundo apaixonadamente!
Quando me dei o trabalho de conhecer o Opus Dei, conheci pela vida das pessoas da Obra a grandeza deste Santo...(é cientifico: Observar para depois interpretar!)
Eu percebo porque São Josémaria consegue irritar tanta gente, porque ele realmente tinha uma vida santa, e não só queria isso para si como propôs a todos os seus filhos d'Opus Dei, ele fala de uma vida exigente, é intransigente à mensagem de Deus, não é um homem híbrido e relativista, e apesar de ser um homem do mundo não é mundano, quem lê a biografia de São Josémaria vê que é um homem verdadeiramente enamorado, e como tal cuida bem do seu Amor, isso chateia, chateia os ateus, os agnósticos, os católicos adversativos, a new age etc... O Beato João Paulo II disse isso, numa mensagem aos sacerdotes na 5ªf santa de 2001: «o cristianismo proposto não pode ficar reduzido a um medíocre compromisso de honestidade segundo critérios sociológicos, mas deve visar verdadeiramente a santidade».
Jesus diz no Evangelho quem estiver com Ele será perseguido, por isso outros comentários jornalisticos não seria de se esperar do dia 6 de Outubro de 2002, dia que eu não tive a maturidade suficiente para perceber a santidade.
Um doutor da Igreja, Santo Ambrósio escreveu: "Aquele que luta tem o que esperar, onde há luta à coroa". Não havia duvidas que Josémaria encontrava-se na Gloria de Deus, mas ainda bem que existiu o dia 6 de Outubro de 2002, porque é importante sabermos que há santos do nosso século e por favor que venham mais, que seja também o Álvaro, a Paquita & Tomás, Guadalupe, Isidoro, Eduardo, Montse...
Desde que este santo entrou na minha vida deixou muito de si! A vida de um homem em Graça é talvez a maior prova de existência de Deus isso chateia, e chateou no dia 6 de Outubro de 2002.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Diz-me o que lês que eu digo o que te andam a pôr no cérebro


Ainda sobre a minha universidade e sobre livros. Neste mês a livraria da Universidade Católica (sim Católica porque pertence à Igreja Católica) tem na montra um livro de Hans Kung e logo abaixo o livro do Papa Bento XVI, é legitimo perguntar quem é o decorador da vitrine? E quando é que dão os 10% de desconte para o "Código da Vinci"?

Eis a pergunta...

Aconteceu a uma colega minha do mestrado, roubaram-lhe na biblioteca da Universidade o livro "O Tratado da Politica" de Aristóteles, agora pergunto: Será que o ladrão depois de ler e reparar nas questões éticas levantadas pelo filosofo irá devolve o que roubou?

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Publicidade a mim mesma: JMJ MADRID 2011


O artigo versão internet é mais pequeno que a versão de papel, e que o original, mas cá vai:
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DIZ JOVEM TERCEIRENSE Jornadas da Juventude são experiência "brutal"

Publicado na Quarta-Feira, dia 21 de Setembro de 2011, em Actualidade
Quando em 1985 o Papa João Paulo II criou as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), um encontro de católicos, especialmente dedicado aos jovens, numa altura que em a Igreja Católica se dizia estar a viver “uma crise”, estaria longe de imaginar que estava a idealizar o maior encontro de pessoas do mundo, que, em 1995, nas Filipinas, chegou aos quatro milhões de peregrinos.

Numa intervenção em Buenos Aires, durante as JMJ de 1987, o Santo Padre declarou “repito ante vós o que venho dizendo desde o primeiro dia do meu pontificado: que vós sois a esperança do Papa, a esperança da Igreja.".

Essas palavras, e a atitude de João Paulo II em combater a sua debilidade física com uma força espiritual gigantesca, levaram a jovem angrense Margarida Benedita a questionar-se como é que o Papa conseguia “com uma mensagem antiga, ou melhor, milenar, mover o mundo”.

A curiosidade levou-a a procurar saber mais sobre esta personalidade ímpar e o que descobriu impressionou-a tanto que “se converteu a uma vida católica” e, nesse mesmo ano, pegou numa mochila e foi até Colónia, Alemanha, para as JMJ, que marcaram a estreia do Papa Bento XVI neste evento, experiência que repetiu este ano em Madrid.

“ Não sabia de nenhum grupo dos Açores, penso que a nossa diocese não estava organizada, fui com um grupo de Viana do Castelo, não conhecendo quase ninguém mas fiz rapidamente grandes amizades, tínhamos os mesmos objectivos” recorda.

Dos dias passados na Alemanha guarda na memória a diversidade multicultural e a constatação que ali se vivia a realização prática da mensagem universal da Igreja. Destaca igualmente a figura de Bento VXI, recentemente eleito Papa, e que tantas dúvidas levantava aos meios de comunicação social.

“Na verdade, ele foi acolhido na sua terra natal, na Alemanha moderna, com um enorme amor e carinho de parte dos jovens”.

Classificando a experiência em Colónia como “brutal”, a ideia de voltar a umas JMJ passou a ser inquestionável, mas o facto da edição seguinte ter sido na longínqua Austrália fez com que esse projecto ficasse guardado para a capital espanhola.

Desta vez, Margarida Benedita foi integrada num grupo universitário, o Clube Darca de Lisboa, cidade onde está a concluir o mestrado.

Partiu com “expectativas altas”, por dois motivos, o facto de já ter experimentado o que eram as JMJ e depois, porque, graças às redes sociais “criou-se uma grande esperança sobre o encontro”, mas o que viveu Madrid “superou” essa já elevada fasquia com que partiu.

“O ambiente que se viveu foi intenso, de enorme alegria. As JMJ são uma situação tão peculiar, que trazem enormes dificuldades à organização, não só de segurança, mas os lugares para dormirmos, para comermos, casas de banhos etc. Notou-se que Espanha estava preparada, apesar destes jovens serem diferentes de outros aglomerados de pessoas, como um policia espanhol nos disse, "Tudo boa gente ", por principio são pessoas calmas, obedecem e sempre com uma enorme alegria, isso é visível pela simpatia que nos receberam, pela forma prestável que os empregados dos restaurantes nos atendiam, no metro, na rua, os bombeiros que nos atiravam com água”.

Apesar do destaque que teve na comunicação social os protestos levados a cabo por organizações espanholas contra este evento, Margarida Benedita realça que, na sua maioria, os madrilenos receberam de braços abertos os dois milhões de visitantes, destacando que, mesmo do ponto de vista económico, as JMJ foram benéficas, permitindo uma receita de 160 milhões de euros para a economia local.

Vocações e luta pela fé

“Veterana” de duas JMJ, quando questiona sobre os momentos mais marcantes que viveu, diz que “todos”, acabando por eleger três situações.

Em primeiro lugar, as vocações, raparigas e rapazes “que não tiveram medo de deixar o espaço confortável, consumista e egoísta que viciou a sociedade, e com enorme coragem, estes religiosos, celibatários, consagrados, missionários, padres apresentavam-se sempre de hábito ou batina, e isso em pleno verão, um exemplo para muitos padres e frades portugueses que parecem terem vergonha de mostrarem que vivem uma vida apaixonada por Jesus”.

Destaca também as centenas de jovens vindos de países “em que não existe liberdade religiosa”. Dos contactos mantidos com os grupos destes locais retirou exemplos como o dos chineses “que quando voltaram ao seu país foraminterrogados e se calhar até mesmo castigados por terem vindo, e como esses jovens vivem a fé de uma coerência, porque realmente para eles serem católicos, irem há missa ao domingo é uma verdadeira luta”.

Por fim, elogia a maneira como se tratava com respeito Jesus Consagrado na Eucaristia, a adoração e a palavra do Papa.

“Porque éramos 2 milhões de jovens, em constante barulho, aplausos, gritos e cânticos a toda a hora, mas quando era próprio, por exemplo nos momentos de oração, de adoração, para ouvir o Papa, a multidão de 2 milhões fazia um silêncio impressionante. É uma demonstração que não somos simples jovens histéricos a gritar pelo Papa, porque sim, há uma razão, os jovens que vão ás JMJ mostraram muitas vezes essa razão, essa profundidade que tem na sua vida!”

“Fora de moda”

Assumidamente católica, Margarida Benedita considera que, nos dias que correm, “ser Católico não está na moda”, mas rejeita a ideia que a Igreja esteja a atravessar um período de dificuldades, defendendo que a instituição deve manter-se fiel aos seus princípios, não podendo “ceder na verdade e facilitar para agradar às pessoas”.

“A felicidade não é facilidade, até pelo contrário, é luta. Como o Papa nos pediu em Portugal, a nossa vida tem de ser um lugar de beleza!”

A nível pessoal, diz que a sua fé não depende deste tipo de eventos, mas que celebrações como esta e o contacto que teve com o Papa a ajudam “muito na relação com Deus”.

As JMJ regressam em 2013, no Brasil. Margarida diz-se feliz pelo facto das próximas Jornadas serem “em língua português e num país com tradição de saber receber bem o Papa”, e alimenta a esperança de, mais uma vez pegar na mochila “com o Evangelho para ler no caminho e o terço e vou, seria uma grande aventura".

Porque dia 21 de Setembro é dia de São Mateus


Quem eu?!?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

JMJ Rio Janeiro 2013


Já têm site: AQUI
E lema, podem levar à Oração : “Ide e fazei discípulos de todos os povos”, Evangelho segundo S. Mateus.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Porque ontem foi o dia 14 de Setembro:

"Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus Cristo, que pela vossa Santa Cruz remistes o mundo"

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

MODA: As cores deste verão'11

Amarelo com vermelho e um pouco de laranja:

Branco com azul:

Verde escuro com um verde alface:

Branco:

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Prémio Nobel da literatura escreveu sobre as JMJ Madrid 2011


O artigo chama-se:

La fiesta y la cruzada

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PIEDRA DE TOQUE. Creyentes y no creyentes debemos alegrarnos del éxito de la visita del Papa a Madrid. Mientras no tome el poder político la religión no solo es lícita, sino indispensable en una sociedad democrática

MARIO VARGAS LLOSA 28/08/2011


Bonito espectáculo el de Madrid invadido por cientos de miles de jóvenes procedentes de los cinco continentes para asistir a la Jornada Mundial de la Juventud que presidió Benedicto XVI y que convirtió a la capital española por varios días en una multitudinaria Torre de Babel. Todas las razas, lenguas, culturas, tradiciones, se mezclaban en una gigantesca fiesta de muchachas y muchachos adolescentes, estudiantes, jóvenes profesionales venidos de todos los rincones del mundo a cantar, bailar, rezar y proclamar su adhesión a la Iglesia católica y su "adicción" al Papa ("Somos adictos a Benedicto" fue uno de los estribillos más coreados).
Salvo el millar de personas que, en el aeródromo de Cuatro Vientos, sufrieron desmayos por culpa del despiadado calor y debieron ser atendidas, no hubo accidentes ni mayores problemas. Todo transcurrió en paz, alegría y convivencia simpática. Los madrileños tomaron con espíritu deportivo las molestias que causaron las gigantescas concentraciones que paralizaron Cibeles, la Gran Vía, Alcalá, la Puerta del Sol, la Plaza de España y la Plaza de Oriente, y las pequeñas manifestaciones de laicos, anarquistas, ateos y católicos insumisos contra el Papa provocaron incidentes menores, aunque algunos grotescos, como el grupo de energúmenos al que se vio arrojando condones a unas niñas que, animadas por lo que Rubén Darío llamaba "un blanco horror de Belcebú", rezaban el rosario con los ojos cerrados.
Hay dos lecturas posibles de este acontecimiento, que EL PAÍS ha llamado "la mayor concentración de católicos en la historia de España". La primera ve en él un festival más de superficie que de entraña religiosa, en el que jóvenes de medio mundo han aprovechado la ocasión para viajar, hacer turismo, divertirse, conocer gente, vivir alguna aventura, la experiencia intensa pero pasajera de unas vacaciones de verano. La segunda la interpreta como un rotundo mentís a las predicciones de una retracción del catolicismo en el mundo de hoy, la prueba de que la Iglesia de Cristo mantiene su pujanza y su vitalidad, de que la nave de San Pedro sortea sin peligro las tempestades que quisieran hundirla.
Una de estas tempestades tiene como escenario a España, donde Roma y el gobierno de Rodríguez Zapatero han tenido varios encontrones en los últimos años y mantienen una tensa relación. Por eso, no es casual que Benedicto XVI haya venido ya varias veces a este país, y dos de ellas durante su pontificado. Porque resulta que la "católica España" ya no lo es tanto como lo era. Las estadísticas son bastante explícitas. En julio del año pasado, un 80% de los españoles se declaraba católico; un año después, solo 70%. Entre los jóvenes, 51% dicen serlo, pero solo 12% aseguran practicar su religión de manera consecuente, en tanto que el resto lo hace solo de manera esporádica y social (bodas, bautizos, etcétera). Las críticas de los jóvenes creyentes -practicantes o no- a la Iglesia se centran, sobre todo, en la oposición de ésta al uso de anticonceptivos y a la píldora del día siguiente, a la ordenación de mujeres, al aborto, al homosexualismo.
Mi impresión es que estas cifras no han sido manipuladas, que ellas reflejan una realidad que, porcentajes más o menos, desborda lo español y es indicativo de lo que pasa también con el catolicismo en el resto del mundo. Ahora bien, desde mi punto de vista esta paulatina declinación del número de fieles de la Iglesia católica, en vez de ser un síntoma de su inevitable ruina y extinción es, más bien, fermento de la vitalidad y energía que lo que queda de ella -decenas de millones de personas- ha venido mostrando, sobre todo bajo los pontificados de Juan Pablo II y de Benedicto XVI.
Es difícil imaginar dos personalidades más distintas que las de los dos últimos Papas. El anterior era un líder carismático, un agitador de multitudes, un extraordinario orador, un pontífice en el que la emoción, la pasión, los sentimientos prevalecían sobre la pura razón. El actual es un hombre de ideas, un intelectual, alguien cuyo entorno natural son la biblioteca, el aula universitaria, el salón de conferencias. Su timidez ante las muchedumbres aflora de modo invencible en esa manera casi avergonzada y como disculpándose que tiene de dirigirse a las masas. Pero esa fragilidad es engañosa pues se trata probablemente del Papa más culto e inteligente que haya tenido la Iglesia en mucho tiempo, uno de los raros pontífices cuyas encíclicas o libros un agnóstico como yo puede leer sin bostezar (su breve autobiografía es hechicera y sus dos volúmenes sobre Jesús más que sugerentes). Su trayectoria es bastante curiosa. Fue, en su juventud, un partidario de la modernización de la Iglesia y colaboró con el reformista Concilio Vaticano II convocado por Juan XXIII.
Pero, luego, se movió hacia las posiciones conservadoras de Juan Pablo II, en las que ha perseverado hasta hoy. Probablemente, la razón de ello sea la sospecha o convicción de que, si continuaba haciendo las concesiones que le pedían los fieles, pastores y teólogos progresistas, la Iglesia terminaría por desintegrarse desde adentro, por convertirse en una comunidad caótica, desbrujulada, a causa de las luchas intestinas y las querellas sectarias. El sueño de los católicos progresistas de hacer de la Iglesia una institución democrática es eso, nada más: un sueño. Ninguna iglesia podría serlo sin renunciar a sí misma y desaparecer. En todo caso, prescindiendo del contexto teológico, atendiendo únicamente a su dimensión social y política, la verdad es que, aunque pierda fieles y se encoja, el catolicismo está hoy día más unido, activo y beligerante que en los años en que parecía a punto de desgarrarse y dividirse por las luchas ideológicas internas.
¿Es esto bueno o malo para la cultura de la libertad? Mientras el Estado sea laico y mantenga su independencia frente a todas las iglesias, a las que, claro está, debe respetar y permitir que actúen libremente, es bueno, porque una sociedad democrática no puede combatir eficazmente a sus enemigos -empezando por la corrupción- si sus instituciones no están firmemente respaldadas por valores éticos, si una rica vida espiritual no florece en su seno como un antídoto permanente a las fuerzas destructivas, disociadoras y anárquicas que suelen guiar la conducta individual cuando el ser humano se siente libre de toda responsabilidad.
Durante mucho tiempo se creyó que con el avance de los conocimientos y de la cultura democrática, la religión, esa forma elevada de superstición, se iría deshaciendo, y que la ciencia y la cultura la sustituirían con creces. Ahora sabemos que esa era otra superstición que la realidad ha ido haciendo trizas. Y sabemos, también, que aquella función que los librepensadores decimonónicos, con tanta generosidad como ingenuidad, atribuían a la cultura, esta es incapaz de cumplirla, sobre todo ahora. Porque, en nuestro tiempo, la cultura ha dejado de ser esa respuesta seria y profunda a las grandes preguntas del ser humano sobre la vida, la muerte, el destino, la historia, que intentó ser en el pasado, y se ha transformado, de un lado, en un divertimento ligero y sin consecuencias, y, en otro, en una cábala de especialistas incomprensibles y arrogantes, confinados en fortines de jerga y jerigonza y a años luz del común de los mortales.
La cultura no ha podido reemplazar a la religión ni podrá hacerlo, salvo para pequeñas minorías, marginales al gran público. La mayoría de seres humanos solo encuentra aquellas respuestas, o, por lo menos, la sensación de que existe un orden superior del que forma parte y que da sentido y sosiego a su existencia, a través de una trascendencia que ni la filosofía, ni la literatura, ni la ciencia, han conseguido justificar racionalmente. Y, por más que tantos brillantísimos intelectuales traten de convencernos de que el ateísmo es la única consecuencia lógica y racional del conocimiento y la experiencia acumuladas por la historia de la civilización, la idea de la extinción definitiva seguirá siendo intolerable para el ser humano común y corriente, que seguirá encontrando en la fe aquella esperanza de una supervivencia más allá de la muerte a la que nunca ha podido renunciar. Mientras no tome el poder político y este sepa preservar su independencia y neutralidad frente a ella, la religión no sólo es lícita, sino indispensable en una sociedad democrática.
Creyentes y no creyentes debemos alegrarnos por eso de lo ocurrido en Madrid en estos días en que Dios parecía existir, el catolicismo ser la religión única y verdadera, y todos como buenos chicos marchábamos de la mano del Santo Padre hacia el reino de los cielos.
* "El País". 28 de VIII. 2011

Eis a diferença: JMJ Madrid


Quem tem medo de um pontinho anti-democrático com pouco apreço pela liberdade? Não são os jovens católicos de certeza.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estou para aqui a ouvir musica e....


....já quase me tinha esquecido que o jazz é tão bom!

Para mim mudou a minha vida


UMA NOITE EM CUATRO VIENTOS


Por Inma Álvarez

MADRI, domingo, 21 de agosto de 2011 (ZENIT.org) – Existe um espetáculo único no mundo: a noite da vigília do Papa em cada Jornada Mundial da Juventude. Só quem viveu uma JMJ faz ideia da força de transformação que essas jornadas infundem nos jovens, da experiência de fraternidade e de comunidade que elas deixam marcada em sua alma.

São três da manhã em Cuatro Vientos. Vou atravessar o campo de ponta a ponta, dentro dos limites estabelecidos pela segurança. Saio da área da imprensa, onde muitos companheiros dormem, e comprovo mais uma vez que, como quase sempre, a festa é “lá fora”. A maré humana engole os meus passos rapidamente, centenas de jovens vão e vêm pelas avenidas, falando tranquilamente, ou rindo e se divertindo. Há um retumbar de tambores e pandeiros contínuo, uma música incessante que muda de tons e de matizes, mas cuja intensidade não diminui.

Apesar da pouca luz, vislumbro os recintos cercados, cheios de sacos avultados pelos corpos que dormem. Mas milhares de jovens preferem não dormir. As improvisadas avenidas são concorridas como o centro de qualquer cidade grande. Muitos jovens aproveitam para usar os banheiros ou comprar comida, ou sentar para conversar. Outros fazem grandes círculos e dançam sem descanso, e, como de costume, quanto mais barulho, mais gente chegando perto. A maior parte fala, ri, brinca... De vez em quando passam ambulâncias do serviço de emergência, que vão fazer horas extras por causa do tremendo calor que os peregrinos sofreram durante a tarde.

Passo ao lado de uma das tendas gigantes, derrubada pela forte tormenta que se abatera de repente sobre os participantes na vigília. A polícia já isolou a área, pois houve feridos leves. Outra das grandes barracas vai ser desmontada, porque a estrutura ficou instável.

Os jovens que vão e vêm se reconhecem pelas bandeiras ou pelos sinais distintivos da sua pertença eclesial. Há dois tipos de fraternidades que se estabelecem em Cuatro Vientos: uma é a da procedência de país. Na Espanha, país castigado pelos particularismos, é curioso ver os jovens levantarem as barreiras e se apresentarem mutuamente. Madrilenos arriscam o catalão com garotas de Barcelona, que valorizam o gesto se divertindo muito.

A segunda fraternidade é a eclesial. Jovens pertencentes a movimentos diversos se saúdam e intercambiam suas camisetas e emblemas. Há grupos do mesmo movimento ou comunidade, mas de países diferentes, que se surpreendem por falar a mesma linguagem apesar de ser em outro idioma. O resultado da mistura é surpreendente, com rapazes vestindo bandeiras dos Estados Unidos, bonés mexicanos ou chapéus que não combinam com suas camisetas, ou grupos de franceses e africanos que pintam na cara as cores da Espanha.

Os voluntários, a maior parte agora em “descanso” até o amanhecer, aproveitam para se misturar e participar da festa. Falo com uma francesa. “Eu noto que a minha fé está crescendo nestes dias”, ela me diz num espanhol bem correto. Outra presença importante é a das pessoas consagradas, freiras e irmãos dançando no meio dos outros nos grupos. Do meu lado, um rapagão enorme, de algum país nórdico, fala em inglês com uma freirinha miúda, de hábito marrom. Mais à frente, um padre sul-americano, sentado num saco de dormir, de estola colocada, ouve um jovem que se confessa. Muitos papeiam amigavelmente em italiano com um franciscano capuchinho, vestido com o hábito humilde e as sandálias, e tonsurado. E é da mesma idade deles: não chega aos trinta.

Há grupos que só com sua presença despertam simpatia, como o volumoso grupo de libaneses que dorme no chão da avenida porque não havia mais lugar no setor reservado a eles. Outro grupo onipresente na primeira fila em todos os atos do papa, com sua bandeira ondeando ao vento, veio da Síria. Grande parte dos integrantes são belas adolescentes de rosto descoberto e sorriso nos lábios, com uma sensação de liberdade que talvez não tenham no país de origem. Há turcos cristãos, outra minoria que sabe muito de sofrimento. Parece que um grupo do Iraque também conseguiu chegar, e outro de quarenta etíopes, com a ajuda de várias associações cristãs internacionais, mas não tem jeito de encontrá-los neste oceano vivo. Ao longe, uma bandeira da Malásia. Um grupo da Nova Zelândia dorme ao lado de outro da Croácia.

Outro dos espetáculos da noite são as tendas de adoração eucarística, lotadas a ponto de muitos ficarem de fora. De joelhos e em silêncio, alheios ao barulho, cabeça inclinada diante da custódia, muitos, e bastantes deles adolescentes, vão passar a noite ali, ao lado do Senhor.

Levei quase uma hora para chegar ao extremo do campo, e só atravessei de lado a lado num sentido. Só vi jovens aproveitando a vida, com a energia da idade, exuberantes e alegres. Ninguém bêbado, ninguém drogado, ninguém perturbando a ordem. Em momento algum tive medo, apesar da escuridão e da multidão. Pelo menos duzentos mil estão dormindo fora do campo, com mais dificuldades do aqui, porque lá não tem luz nem banheiros. Vejo-os de lá da cerca: só a cerca os separa dos de dentro. O espírito é o mesmo.

Não se vê o fim da explanada. Decido retornar. São quatro horas, mas a festa não diminuiu. Para muitos jovens, é uma noite em claro, única, que terminará em algumas horas, com a saída do sol e a oração do Angelus. Eles terão feito amizades, terão se divertido, terão conhecido outros jovens com as mesmas inquietações. Para alguns, talvez esta noite tenha mudado suas vidas.


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Coro e a Orquestra JMJ Madrid' 11 do melhor que já ouvi

O Sanctus. Agora imaginem isto ao vivo durante a Santa Missa celebrada pelo Papa, num descampado com 2 milhões de pessoas! Único!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Alguém pode enfiar esta noticia pela cabeça abaixo dos "indignados" espanhóis:

JMJ 2011: Madrid encaixou mais de 150 milhões de euros

Madrid, 22 ago 2011 (Ecclesia) – A Câmara do Comércio de Madrid e da Confederação de Empresários de Madrid estimou em 160 milhões de euros o total arrecadado durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), referiu o seu presidente ao jornal ‘El País’.

A iniciativa, promovida pela Igreja Católica, decorreu em Madrid, entre terça-feira e domingo, sob o lema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, reunindo mais de um milhão de peregrinos, dos quais 12 mil portugueses.

A Confederación de Comercio de Madrid (COCEM) adiantou, por seu lado, que os ‘tickets’ de refeição dos peregrinos permitiram um ganho de 39 milhões de euros e que a ocupação hoteleira aumentou em 30%, face aos números normais de agosto.

Em comunicado, a COCEM manifesta a sua “satisfação pela imagem da capital que se transmitiu ao mundo”.

O diretor-geral da Associação Empresarial de Hostelaria da Comunidade de Madrid 'La Viña', Juan José Blardony, soma a estes números um benefício de 22,5 milhões de euros para os associados.

A direção financeira da JMJ 2011 afirmou por diversas vezes que esta iniciativa da Igreja Católica tinha “custo zero” para os contribuintes espanhóis e daria mesmo lucro à cidade.

A Jornada de 2011 teve um orçamento de 50 milhões de euros, sustentando em larga medida (31 milhões de euros, 62% do total) pelas inscrições dos peregrinos (mais de 456 mil), procedendo o restante de patrocínios e donativos particulares.

Os gastos públicos com a viagem do Papa e a JMJ estiveram na origem de protestos de várias organizações espanholas, durante a última semana, que degeneraram em confrontos com a polícia.

OC

Porque ainda estamos de férias e porque é muito bom:

Si isti et istae, cur non ego? (*)


(*) Se estes e estas podem porque não eu? Santo Agostinho

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Porque hoje é dia 10 de Agosto

“ Louvamos teu martírio, Lourenço, Santo irmão, pedindo que da igreja escutes a oração.” (Liturgia das horas).

Porque ontem foi dia 9 de Julho:


Gosto tanto desta mulher.
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"O nosso Amor pelo próximo é a medida do nosso Amor a Deus. Para os Cristãos ninguém é 'estrangeiro'. O Amor de Cristo não conhece fronteiras."
Santa Teresa Benedita da Cruz

Vamos é incendiar Madrid:

Com o fogo do Espírito Santo

Diário das minhas aulas de condução: Últimos dias

Quarta-feira dia 10 de Agosto de 2011
Angra do Heroísmo

Últimos dias das minhas aulas de condução, sexta-feira ás 9h da manhã será o meu exame (tudo a rezar), não sei se estou preparado o certo é que para mim era a única data possível, porque dia 14 domingo parto para Lisboa para depois ir às JMJ Madrid!
Entretanto já conduzi sob muitos efeitos, este ultimo foi o pior o da gripe! É o efeito da gripe fez-me fazer muitas asneiras.
Também nesta ultima semana tive a minha primeira discussão com o senhor Júlio, podera 32h do meu verão fechada num carro! Não foi só pela incapacidade do senhor Júlio em manter-se em silencio, nem pelas piadas de mau gosto, foi mesmo porque tentei 6 vezes, pelos menos, parar o carro, num lugar que já o tinha feito de cor e salteado, isto é falta de ben-u-run! Hoje a coisa já atinou, apesar das continuas dores de cabeça.
Mas ontem também apercebi-me que o meu maior inimigo chama-se distracção, é que sou mesmo, mesmo distraída e tenho um problema grave com as passadeiras, eu não consigo ver que as pessoas vão atravessar, só as vejo quando o meu carro já está sob as riscas brancas.
Amanhã tenho mais 3h de aulas, e na sexta será o juizo!
Até lá estou inquieta para ter uma coisa destas: AQUI

Então, sempre querem uma Inglaterra em Portugal?


Isto não é uma crise de desemprego, nem é uma crise financeira é uma crise de valores!

Afinal o Santo Padre tem razão, ler: CARITAS IN VERITATE

Ainda sobre os acontecimentos Ingleses

No facebook do Henrique Raposo:
Rio Ferdinand, capitão da selecção inglesa, em diálogo com os "jovens": "eu tb nasci pobre, mas trabalhei para sair do 'bairro'". É só isto.

Esta é a esquerda portuguesa:

Um dos blogs portugueses de esquerda mais conhecidos faz o apelo para que Portugal seja uma nova Inglaterra, mas quando é que esta gente tem juizo?
Vamos por meninos ( de 10/13 anos) sem consciência politica na rua a lançar pedras para a policia a incendiar as nossas casas etc...
Isto pode ser o efeito das drogas dos festivais de verão.
Mas cá está o artigo:
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Quando vai parar o direito à criminalidade, o direito ao vandalismo e o direito à estupidez?


England are on fire

Quem é que fica com gripe no verão?

Eu

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Diário das minhas aulas de condução: Dia V, VI, VII, VIII, XIX, X

Quinta-feira dia 4 de Agosto de 2011
Angra do Heroísmo
Meus queridos amigos, como alguns diários e como, infelizmente, muita coisa na vida este relíquia de artigos está a tornar-se cada vez menos diária, mas a pedido de certas amizades, cá está mais um dia ou melhor mais alguns dias de condução!
Devo dizer que as coisas não estão fáceis, festas da praia, mergulhos no mar, series e pipocas, nada disso me deixam acordar bem disposta de manhã o que vale é que dou Graças a Deus pela existência do café!
Se em Lisboa em tempo de trabalho a minha média é 2 p/ dia nos Açores em tempos de carta de condução é 3 p/ dia, 2 deles no espaço de menos 1 hora! Mas sinto sempre uma certa sonolência, digo-vos que nem as histórias do senhor Júlio me deixam desperta, mesmo quando ele fala na importância de conhecer novas culturas tipo cultura belga, alemã, espanhola nas viagens a Tenerife, pois é vendo o comportamento dos turistas que entramos no mundo cultural de muitos países europeus, ou seja Miguel Ângelo, Mozart, Vitcor Hugo, Cervantes e Caravaggio reduzidos a meia dúzia de estudantes licenciais bêbados e a raparigas de biquíni.
Mas foi na ultima segunda-feira, que fiz o exame de código, era o exame que estava dependente toda a minha carta, e pela ajuda dos santos Anjos da guarda consegui passar!!! Para além de ter sido uma prova das minha capacidades acerca das normas de transito foi uma prova do verdadeiro poder de oração. Passei à primeira, no final quando soube do resultado foi um alivio profundo demonstrado com um suspiro (não o bolo)!
Pois é, já conduzi com nevoeiro, com chuva e com sono, com noites mal dormidas etc.. agora espero ultrapassar a minha postura de Mr. Bean no volante, afinal foi a minha bisavó, mãe do meu avô Francisco, a primeira mulher a ter carta de condução aqui na ilha! Tenho de louvar os meus antepassados!
Com continuação....

Somos mais, somos mais que 1 milhão

JMJ' Madrid 2011

Tenho saudades do meu antigo telemóvel


O meu novo telemóvel, não diz "desligar a chamada", diz: "abortar a chamada"! Depois também dá para ir à Internet, mas pagas 1€ sempre que lá se vai! Custa habituar-se...

Onde é que eu já ouvi isto? Afinal quem tem razão:

Harvard University researcher Edward Green rose to prominence in the AIDS controversy with his 2003 book, Rethinking AIDS Prevention. His new book, Broken Promises: How the AIDS Establishment has Betrayed the Developing World, chronicles the continuing battle over how to prevent the spread of HIV/AIDS in sub-Saharan Africa. Green, a key player in the struggle, documents how two radically different strategies have competed for funding and support.

The first is ABC: Abstinence (or delay of sexual debut); Be faithful (only one sexual partner); Condoms for those who engage in high risk behavior in spite of warnings and for couples where one is already infected. This is a risk elimination strategy

The second is the condom code. The supporters of condoms as the primary prevention method insist that any program be “sex positive”. In other words, there is no need for anyone to change their sexual behavior as long as they use a condom every time. This is a risk reduction strategy since new infections would not be eliminated, only reduced, given the known failure rate of condoms and the fact that even the most motivated sexually

Nunca convides uma Baldya para fazer um trilho


Vais acabar no meio dos touros, tive medo, muito medo!