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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Às voltas por Lisboa... (II)


À duas semanas fui à FNAC do Chiado, a minha preferida, e por acaso ou não, mas pelo menos não é costume estava no dispositivo "Religião" imensos livros sobre a vida de São Josémaria Escrivá!
É engraçado pensar que num tempo de crise e de desemprego, como estes dias, vende-se muito a vida de um Santo que falava sobretudo da santificação do trabalho!
Digamos, estava uma montra bonita!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O ultimo Livro - artigo por João Pereira Coutinho

O último livro

Nada tenho contra os livros de José Rodrigues dos Santos. Pelo contrário: se existe calcanhar de Aquiles nas letras nacionais é a inexistência de uma literatura de aeroporto, que sirva de iniciação para milhares de analfabetos. De ambos os lados. Mas confesso que já não compro as ‘polémicas’ religiosas que Rodrigues dos Santos, na melhor tradição Dan Brown, alimenta por aí. Duvidar da virgindade de Maria ou da autenticidade da Bíblia talvez espantasse o mundo no século XVIII. No século XXI, o que espanta é ainda haver quem se espante com estes exercícios de marketing e blasfémia adolescente. Se Rodrigues dos Santos quer ‘derrubar tabus’ e ‘agitar as águas’, o Cristianismo é o alvo errado. O alvo certo talvez fosse apontar as baterias para Meca e levantar sobre Maomé o mesmo tipo de dúvidas que agora se levantam sobre Jesus. Isso, sim, seria inédito: depois de ‘O Último Segredo’, Rodrigues dos Santos produziria finalmente o último livro. João Pereira Coutinho

domingo, 9 de outubro de 2011

Os respeitos humanos é uma cena que a mim não me assiste (*)

Gosto imenso viajar de metro a ler este livro:
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(*) titulo inspirado na nova referencia nacional Hélder Catarino

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Diz-me o que lês que eu digo o que te andam a pôr no cérebro


Ainda sobre a minha universidade e sobre livros. Neste mês a livraria da Universidade Católica (sim Católica porque pertence à Igreja Católica) tem na montra um livro de Hans Kung e logo abaixo o livro do Papa Bento XVI, é legitimo perguntar quem é o decorador da vitrine? E quando é que dão os 10% de desconte para o "Código da Vinci"?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Histórias e Morais: Gonçalo Portocarrero de Almada

«(…) Para que serve este livro:
Para pôr na estante, pois fica em princípio bem em qualquer casa e, mesmo que não sirva para mais nada, a sua leitura poderá sempre servir de muito salutar penitência.
Para oferecer: é um bom presente para um amigo especial (o seu caso, se o livro lhe foi oferecido!) ou para um inimigo de estimação, pois não é qualquer inimigo que recebe uma prenda destas.
(…)
Informação importante sobre alguns ingredientes do livro.
Q.b. de doutrina católica, apostólica, romana, segundo as directrizes do magistério da Igreja, mas cabendo ao autor toda a responsabilidade pelas posições assumidas.
Contém produtos genuinamente sobrenaturais – como a fé, a esperança e a caridade – com certificação de origem. (…)»
in A Abrir: Instruções para o uso deste livro

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

sábado, 11 de julho de 2009

G. K. Chesterton em português


Já que falei da Alêtheia Editores, não posso deixar de fazer referência à tradução que tem a cargo dos livros de Gilbert Keith Chesterton. Com a novidade "O Homem eterno".

Alêtheia Editores: Nem só de pão vive o Homem


Desde a sua criação, por Zita Seabra, a Alêtheia Editores têm tido um catalogo por excelência. Não pode deixar de espreitar a nova livraria que fica no bairro alto, na rua do século, na antiga famosa padaria Provinciana. Vale mesmo a pena, ficou as características do edifício antigo e da própria padaria. É como um pequeno e confortável refugio e o que é muito raro com óptima selecção de livros. Deixo um programa para o fim da tarde.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Isto na Europa Medieval


Desde que entrei na Faculdade, à 4 anos, que as minhas propinas têm uma inflação de €100 por ano, lembrei-me que "[No século XII] A Igreja e particularmente o Papado considerou seu dever regulamentar esta questão. Proclamou um principio: a gratuidade do ensino. A mais legítima das razões em que assentava a sua protecção era o assegurar o ensino aos estudantes pobres(...)" (Jaques Le Goff , in Os Intelectuais na Idade Média)

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Leituras


«Porque é que não dais às pessoas livros sobre Deus?» Pela mesma razão pela qual não lhes damos o Otelo; estão velhos; são sobre um Deus de há mais ou menos cem anos. Não sobre o Deus de hoje. «Deus não muda». Mas os homens, sim.




Aldous Huxley, Brave New World

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Mas eu estou quase a fazer anos...


Apesar de já ter recebido esta prenda. Não quero deixar de dizer que estou quase a celebrar o meu aniversário, e quem não for de boas ideias ou inspirações.... fica com este post-it: AQUI. Obrigadinha!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Apontamento


"-Se eu ordenasse a um general que voasse de flor em flor como as borboletas, ou que escrevesse uma tragédia, ou que se transformasse em gaivota e se o general não executasse a ordem recebida, de quem era a culpa: minha ou dele?

-Era Vossa - respondeu firmemente o principezinho.

-Pois era. Só se pode exigir a uma pessoa o que essa pessoa pode dar - prosseguiu o rei. - A autoridade baseia-se, antes de mais, no bom senso. Se um rei ordenar ao seu povo que se deite ao mar, ele revolta-se. Eu, eu tenho o direito de exigir obediência porque as minhas ordens são sensatas."


O Principezinho