segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Candidata 'consciência' teve alguns votos
sábado, 22 de janeiro de 2011
No dia de reflexão pense nisto: Amanhã seja Inútil

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Presidente da Republica: Balanço de uma campanha

terça-feira, 1 de junho de 2010
O valor da coragem politica

Ainda o tal casamento
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Nota de abertura da Rádio Renascença

Mais uma vez a RR têm um discurso prático e recto, desta vez sobre as declarações do nosso Presidente da Republica. Vale a pena ler:
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Se o Presidente da República considera irrelevante o poder de veto que a Constituição lhe confere, mais valia dele prescindir, porque o risco de uma maioria confirmar uma lei que o Presidente vetou existe sempre. Cabe perguntar: a partir de agora não teremos vetos presidenciais ou o Presidente Cavaco Silva só vetará um diploma, quando tiver a certeza de não ser contrariado? Quanto à situação económica, o Presidente sugere que um veto sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria pretexto para não combater a crise; e chega a invocar a ética da responsabilidade política para justificar a sua decisão. Mas dos argumentos presidenciais, resulta exactamente o contrário: a crise é que surge como um triste pretexto para não vetar o casamento de pessoas do mesmo sexo. Alguém acredita que agora, com esta promulgação, a crise será melhor combatida? E o que fará o Presidente se a crise piorar, apesar da promulgação desta lei? Até onde irá, nessa circunstância, a sua ética da responsabilidade? Como toda a gente sabe, e o Presidente melhor que ninguém, a crise é antiga, estrutural; e se não foi melhor combatida a outros motivos se deve; muitos, aliás, o têm dito: antes de ser económica, é uma profundíssima crise de valores e de convicções que chega às elites e fragiliza as lideranças. Sem mudar estilos de vida e de liderança, Portugal não sairá da situação em que se encontra neste momento. O mero calculismo político nunca resolve crises; pelo contrário, só as agrava.
Não lhe dou cavaco

quinta-feira, 15 de abril de 2010
Vergonha Internacional

domingo, 11 de outubro de 2009
Sucedeu que...
...fomos todos enganados! O acontecimento que marcou a Silly Season não passou de um mal entendido. Refiro-me à espionagem de que Belém, alegadamente, foi alvo. O Público noticia que "informação sensível do Estado Português foi roubada por uma rede informática sediada na China". A informação foi avançada por uma empresa portuguesa denominada Trusted Technologies, da qual pouco se sabe. Bruno Vieira, co-autor do relatório divulgado, "contou que a investigação se desenrolou ao longo de cerca de seis meses e que foi motivada por notícias do início deste ano, que davam conta que vários computadores de organismos do Estado tinham sido alvo de ataques informáticos. Em teoria”, garantiu Vieira, a informação encontrada nos computadores chineses “põe em causa a segurança das instituições” e permite alterar bases de dados como as do Registo Predial ou até interferir com a contagem de votos numa eleição”. Segue-se uma maquiavélica teoria da conspiração, da minha autoria: O Governo Português, preocupado com a ascensão do PSD e com um possível cenário de derrota, decidiu contratar a empresa Ghost Net, para astuciosamente espiar os passos do Presidente da República assim como os dos seus assessores. Não satisfeitos com tanta malvadez e percebendo que todo o escândalo criado em torno deste assunto não seria suficiente para vencer as eleições legislativas, optaram pelo plano B: adulterar o resultado dos sufrágios. E lá conseguiram uma vitória. Contudo consigo ainda conceber uma outra explicação, perfeitamente plausível, para tudo isto: depois de serem encurralados com o caso das escutas, o governo decidiu contratar a Trusted Technologies para, à maneira do Tio Alberto da Madeira, culpar os pobres chinesinhos por toda esta desgraça!
Elementar meus caros! :)
terça-feira, 21 de outubro de 2008
A lei do divorcio




