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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Quando foste embora eras mesmo pequenino


Mais de 60 000 abortos legais “por opção da mulher” em Portugal só desde Julho de 2007 até Agosto de 2010.

domingo, 3 de julho de 2011

Vamos desistir da Vida???

Pedro Vaz Patto, escreve sobre a legitimidade da luta pro-vida, na questão do aborto:

IRREVERSÍVEL, PORQUÊ?

Voz da Verdade, 2011-07-03
Quase por acaso, a eventual alteração da lei que entre nós liberalizou o aborto foi abordada na recente campanha eleitoral. A uma hipotética e remota possibilidade de alteração dessa lei foi dada uma veemente resposta por muitos políticos: «podem tirar o cavalinho da chuva»; «a sociedade não volta para traz»; seria «um retrocesso civilizacional». Se os partidários da liberalização não pararam enquanto não convocaram um segundo referendo depois da derrota no primeiro, igual direito não é reconhecido aos adversários dessa liberalização quanto à eventual convocação de um terceiro referendo. Parece, assim, que estamos no domínio do intocável e do irreversível.

Esta ideia de uma inexorável lei histórica choca, porém, com os princípios que regem as democracias e as sociedades abertas, onde, como também foi a propósito salientado, temas como este não podem ser “tabu”. «O futuro está aberto» - salientava Karl Popper quando contrapunha esses princípios à visão marxista de uma história fechada e pré-determinada.

E essa suposta irreversibilidade também não é confirmada pela história recente. A Polónia tem hoje, e na sequência da queda do regime comunista, uma legislação que restringe acentuadamente o aborto, com reflexos efectivos na sua prática, depois de ter conhecido uma experiência de verdadeira banalização. A opinião pública dos Estados Unidos – confirmam-no os mais recentes estudos – aceita cada vez menos o status quo da liberalização do aborto - de que esse país foi pioneiro desde o longínquo ano de 1973 - e a tendência pró-vida é aí hoje quase maioritária. Por estes dias, discute-se na Rússia uma alteração legislativa, com motivações de ordem ética e demográfica, tendente à restrição do aborto (designadamente o fim do seu financiamento público), cuja prática chega actualmente aos 74 por cada 100 nascimentos.

Quanto ao “retrocesso civilizacional”, uma ideia não deixa de me vir à mente.

No Império Romano, os primeiros cristãos distinguiam-se do comum das pessoas por não aderirem a uma prática então generalizada: a morte ou abandono de crianças recém-nascidas e não desejadas. Assim o afirma a célebre Carta a Dioneto, que traça um retrato desse grupo. Ilustres filósofos gregos e latinos aceitaram essa prática sem remorsos. Se hoje ela nos choca, devemo-lo às raízes judaico-cristãs da nossa cultura. Na tutela da vida, em especial das crianças, dos deficientes, dos mais débeis e indefesos, identificamos um sinal de autêntico progresso civilizacional. Progressos civilizacionais, encontramo-los no cada vez menos frequente recurso à pena de morte, ou à guerra como forma de resolução dos conflitos. É a cada vez mais acentuada tutela da vida humana que pode representar um progresso civilizacional. Não certamente o contrário.

Assistimos hoje, porém, ao requestionar da ilicitude moral do infanticídio. Influentes filósofos como Peter Singer e Michael Tooley defendem a licitude dessa prática. A razão fundamental tem a ver com a “desumanização” da criança recém-nascida a partir de argumentos que também serviram para “desumanizar” o feto e assim legitimar o aborto; se o feto não é pessoa, também não o é a criança recém-nascida; se o feto deficiente não tem direito à vida, também não o terá a criança recém-nascida com uma deficiência que só então possa ser detectada. Afinal, o que distingue substancialmente um ser humano pouco antes ou pouco depois de nascer?

Não será certamente este um “progresso civilizacional”. Regressamos a visões pré-cristãs que se pensariam superadas, além do mais porque também contrárias a qualquer visão humanista.

Para muitos, e por isto mesmo, a liberalização do aborto nunca poderá ser vista como “progresso civilizacional”. Têm, pelo menos, o direito de ser ouvidos e considerados, e não marginalizados como “ultra-conservadores “ ou “ultra minoritários”.

domingo, 29 de maio de 2011

Crime contra a humanidade

"Os países civilizados condenaram médicos alemães em Nuremberga por terem feito abortos. Na altura isso foi considerado um crime contra a Humanidade." Julgamento de Nuremberga, USGPO, Vol. IV, p.610

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sexta-feira todos na manif - 4 Anos depois do referendo


Amigos,
Em 2010 fizeram-se, em média, 53 abortos por dia. Ao todo, desde que a nova lei do aborto foi aprovada, realizaram-se mais de 60 mil abortos, sendo que cada aborto custa ao Estado cerca de 1500€.
Queremos protestar contra esta lei, e todo o mal que causou e continua a causar a tantas crianças e mulheres.
Por isso, faremos uma Manifestação como gesto público de luto pelas vítimas do aborto.
Encontramo-nos nesta 6ª feira, dia 11 de Fevereiro às 10h30 à porta da Assembleia da República, vestidos de preto, como gesto de luto pelas vítimas do aborto.
10h30 - Concentração ao fundo da escadaria da Assembleia da República
10h45 - 1 Minuto de Silêncio pelas vítimas do aborto;
- Leitura do Manifesto da Associação Vida Universitária
Não é hora de ficar em casa, venham e divulguem!
Associação Vida Universitária
www.vida-univ.blogspot.com

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O nascimento

É Natal porque o Menino nasceu, nesta época custa mais ler isto: Há 53 abortos legais todos os dias em Portugal, há 3 anos à por dia 53 bebés, crianças, homens que deviam nascer, crescer viver e legalmente são interrompidos (?) da maior e melhor oportunidade das suas vidas: viver.
Não seria 53 vidas fáceis, de certo, a vida não é fácil à partida, mas seriam 53 vidas, tristezas, alegrias, choro mas também risos, e rir até doer a barriga, felicidades, imagino que dali podia nascer o economista que acabasse com a crise de mercado, ou o cientista que descobrisse uma fonte de energia totalmente verde ou o futuro prémio Nobel da literatura e se calhar com um livro sobre a vida da sua mãe.
Na wikipédia lê-se: "A palavra 'natal' do português já foi 'nātālis' no latim, derivada do verbo 'nāscor' (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De 'nātāl"
Feliz Natal!
Já agora para quem não lê a Biblia: "Segundo o Evangelho de Mateus, Jesus nasceu pouco antes da morte do rei Herodes, o Grande. Antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. Nessa ocasião, o menino Jesus teria cerca de 2 anos."

sábado, 27 de novembro de 2010

Pela Vida

O Papa pediu para neste sábado fazermos uma vigília pela vida nascente. Tão importante que é este tema, apesar dos referendos, dos artigos e das normas nós católicos não podemos cansar de lutar. E a nossa maior arma é a oração.
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"Nos nossos dias, é cada vez mais frente obter o video do bebé ainda dentro do ventre materno. Todos os membros da família rejubilam diante dessas imagens, demonstrando assim com essa alegria, a plena consciência de que a criança já faz parte das suas vidas. Confiados à intercessão de Santa Maria, nós Vos pedimos, Senhor, neste mistério [A Visitação de Maria a Santa Isabel] , que cada vez mais gente compreenda que uma criança recém concebida iniciou já uma história maravilhosa que deve ser protegida e admirada"
Padre João Paulo Pimentel; Rosário Pela Vida ed. AIS

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Exemplo


Portugal adora seguir o exemplo dos países desenvolvidos, para poder parecer ser rico. Então é de dizer ao senhor José Sócrates que aqui está uma óptimo atitude a seguir de uma das regiões mais ricas da Europa, o Norte de Itália.
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Para quem estiver indecisa entre interromper a gravidez ou não, o presidente da região italiana da Lombardia, Roberto Formigoni (direita), avançou com uma medida que poderá ajudar a escolher: um subsídio mensal de 250 euros durante um ano e meio - 4500 euros ao todo - para quem optar por não abortar.O princípio é simples: "Nenhuma mulher terá de abortar na Lombardia por dificuldades económicas", como explicou Formigoni ao jornal de Milão Il Giorno.Uma medida para uma campanha antiaborto aprovada na segunda-feira pelo governo da região do Norte da Itália que tem Milão como capital. E para assegurar a entrada em "fase experimental" da iniciativa, foi criado um fundo inicial de cinco milhões de euros - o Fundo NASKA. "Queremos ajudar as famílias, a maternidade e a natalidade ao eliminar, dentro do possível, os obstáculos, começando pelos de natureza económica, que tornam mais difícil tomar uma decisão a favor da vida", afirmou o presidente da Lombardia."Os esforços da junta são particularmente importantes por coincidirem com uma altura de instabilidade económica e social", disse o ministro regional para os assuntos da família, Julius Boscagli, ao diário milanês Il Giornale.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O valor da coragem politica


A politica não é efémero, é isso que Cavaco Silva não entende. O Rei Belga Balduíno, o filho mais velho do rei Leopoldo III da Bélgica, ficou na historia não por ter resolvido as crises que sempre existiram nas sociedades, mas pela atitude corajosa de lutar por aquilo que acreditava, pelo exemplo de chefe de Estado e pela luta na questão realmente facturante, a da vida. Balduíno I renunciou, entre 4 e 5 de Março de 1990, às suas funções como chefe de Estado ao recusar assinar a lei de despenalização do aborto no país.
Isto sim é coragem politica, ou melhor isto sim é politica.

domingo, 23 de maio de 2010

Existe coisas mesmo que eu faço um esforço intelectual/politico tão grande não consigo entender. E acho que não é por falta da minha inteligência


Aborto dá direito a subsídio de maternidade
Segundo dispõe o Decreto-Lei n.º 105/2008, de 2008-06-25, que instituiu «medidas sociais de reforço da protecção social na maternidade», o subsídio social na maternidade passou a ser também concedido nas situações de interrupção voluntária a gravidez nos termos do artigo 142.º do Código Penal (cfr. art.º 4.º, n.º 2 do diploma).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Referendo do "casamento" de pessoas do mesmo sexo


Para mim, como podem já ter reparado, o casamento é uma coisa séria, a sua estrutura é essencial para manter a sociedade. Na verdade ela é mais que essencial, porque o casamento é o núcleo da própria sociedade.
A questão é que muitos advogam que o casamento homossexual não pode ser referendado porque é fracturante e por incrível que pareça, deixar questões fracturantes serem discutidas, debatidas pelo povo é sinonimo de autoritarismo. Sim, um dos instrumentos mais importantes da democracia, o referende, é totalitário.
Mas esse mesmo grupo que advogam a ideia acima transcrita, não hesitou nem um segundo a referendar a questão mais fracturante de todas, a da vida no dia 11 de Fevereiro de 2007, com o referendo do Aborto, ou politicamente correcto interrupção voluntária da gravidez.
Tal como o referendo ao Tratado de Lisboa, o PS vai fazer um dos seus malabarismo para fugir da nossa opinião, porque é fracturante.