
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Quando foste embora eras mesmo pequenino

domingo, 3 de julho de 2011
Vamos desistir da Vida???
Pedro Vaz Patto, escreve sobre a legitimidade da luta pro-vida, na questão do aborto:IRREVERSÍVEL, PORQUÊ?
Voz da Verdade, 2011-07-03
Esta ideia de uma inexorável lei histórica choca, porém, com os princípios que regem as democracias e as sociedades abertas, onde, como também foi a propósito salientado, temas como este não podem ser “tabu”. «O futuro está aberto» - salientava Karl Popper quando contrapunha esses princípios à visão marxista de uma história fechada e pré-determinada.
E essa suposta irreversibilidade também não é confirmada pela história recente. A Polónia tem hoje, e na sequência da queda do regime comunista, uma legislação que restringe acentuadamente o aborto, com reflexos efectivos na sua prática, depois de ter conhecido uma experiência de verdadeira banalização. A opinião pública dos Estados Unidos – confirmam-no os mais recentes estudos – aceita cada vez menos o status quo da liberalização do aborto - de que esse país foi pioneiro desde o longínquo ano de 1973 - e a tendência pró-vida é aí hoje quase maioritária. Por estes dias, discute-se na Rússia uma alteração legislativa, com motivações de ordem ética e demográfica, tendente à restrição do aborto (designadamente o fim do seu financiamento público), cuja prática chega actualmente aos 74 por cada 100 nascimentos.
Quanto ao “retrocesso civilizacional”, uma ideia não deixa de me vir à mente.
No Império Romano, os primeiros cristãos distinguiam-se do comum das pessoas por não aderirem a uma prática então generalizada: a morte ou abandono de crianças recém-nascidas e não desejadas. Assim o afirma a célebre Carta a Dioneto, que traça um retrato desse grupo. Ilustres filósofos gregos e latinos aceitaram essa prática sem remorsos. Se hoje ela nos choca, devemo-lo às raízes judaico-cristãs da nossa cultura. Na tutela da vida, em especial das crianças, dos deficientes, dos mais débeis e indefesos, identificamos um sinal de autêntico progresso civilizacional. Progressos civilizacionais, encontramo-los no cada vez menos frequente recurso à pena de morte, ou à guerra como forma de resolução dos conflitos. É a cada vez mais acentuada tutela da vida humana que pode representar um progresso civilizacional. Não certamente o contrário.
Assistimos hoje, porém, ao requestionar da ilicitude moral do infanticídio. Influentes filósofos como Peter Singer e Michael Tooley defendem a licitude dessa prática. A razão fundamental tem a ver com a “desumanização” da criança recém-nascida a partir de argumentos que também serviram para “desumanizar” o feto e assim legitimar o aborto; se o feto não é pessoa, também não o é a criança recém-nascida; se o feto deficiente não tem direito à vida, também não o terá a criança recém-nascida com uma deficiência que só então possa ser detectada. Afinal, o que distingue substancialmente um ser humano pouco antes ou pouco depois de nascer?
Não será certamente este um “progresso civilizacional”. Regressamos a visões pré-cristãs que se pensariam superadas, além do mais porque também contrárias a qualquer visão humanista.
Para muitos, e por isto mesmo, a liberalização do aborto nunca poderá ser vista como “progresso civilizacional”. Têm, pelo menos, o direito de ser ouvidos e considerados, e não marginalizados como “ultra-conservadores “ ou “ultra minoritários”.
domingo, 29 de maio de 2011
Crime contra a humanidade
domingo, 3 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Porque ainda vale a pena lutar pela vida
Rafael Navarro-Valls: «Existen fundadas esperanzas de que, al final, los padres objetores sean tutelados en sus derechos»
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Coisas más da democracia: Sexta-feira faz 4 anos do referendo ao Aborto
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Sexta-feira todos na manif - 4 Anos depois do referendo

www.vida-univ.blogspot.com
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
O nascimento
É Natal porque o Menino nasceu, nesta época custa mais ler isto: Há 53 abortos legais todos os dias em Portugal, há 3 anos à por dia 53 bebés, crianças, homens que deviam nascer, crescer viver e legalmente são interrompidos (?) da maior e melhor oportunidade das suas vidas: viver.sábado, 27 de novembro de 2010
Pela Vida

sexta-feira, 1 de outubro de 2010
complexidade da vida
Os médicos continuaram a tratar de Edil como quando era viva, pela simples razão de que dentro dela ainda havia uma vida. Quando a jovem morreu o feto encontrava-se no sexto mês de gestação.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Exemplo

Portugal adora seguir o exemplo dos países desenvolvidos, para poder parecer ser rico. Então é de dizer ao senhor José Sócrates que aqui está uma óptimo atitude a seguir de uma das regiões mais ricas da Europa, o Norte de Itália.
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Para quem estiver indecisa entre interromper a gravidez ou não, o presidente da região italiana da Lombardia, Roberto Formigoni (direita), avançou com uma medida que poderá ajudar a escolher: um subsídio mensal de 250 euros durante um ano e meio - 4500 euros ao todo - para quem optar por não abortar.O princípio é simples: "Nenhuma mulher terá de abortar na Lombardia por dificuldades económicas", como explicou Formigoni ao jornal de Milão Il Giorno.Uma medida para uma campanha antiaborto aprovada na segunda-feira pelo governo da região do Norte da Itália que tem Milão como capital. E para assegurar a entrada em "fase experimental" da iniciativa, foi criado um fundo inicial de cinco milhões de euros - o Fundo NASKA. "Queremos ajudar as famílias, a maternidade e a natalidade ao eliminar, dentro do possível, os obstáculos, começando pelos de natureza económica, que tornam mais difícil tomar uma decisão a favor da vida", afirmou o presidente da Lombardia."Os esforços da junta são particularmente importantes por coincidirem com uma altura de instabilidade económica e social", disse o ministro regional para os assuntos da família, Julius Boscagli, ao diário milanês Il Giornale.
terça-feira, 1 de junho de 2010
O valor da coragem politica

domingo, 23 de maio de 2010
Existe coisas mesmo que eu faço um esforço intelectual/politico tão grande não consigo entender. E acho que não é por falta da minha inteligência

Segundo dispõe o Decreto-Lei n.º 105/2008, de 2008-06-25, que instituiu «medidas sociais de reforço da protecção social na maternidade», o subsídio social na maternidade passou a ser também concedido nas situações de interrupção voluntária a gravidez nos termos do artigo 142.º do Código Penal (cfr. art.º 4.º, n.º 2 do diploma).
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Cachecol Modalfa

Obrigada!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Referendo do "casamento" de pessoas do mesmo sexo

domingo, 15 de novembro de 2009
Dá que pensar
Imagem retirada de aqui






