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terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Um sugestão de Acção de Graças:
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
P
O artigo é pertinente ou não seria do Padre Gonçalo, chama-se: "Os três "P" e São Jack, o estripador"_____________
Sempre que Bento XVI se refere a temas de moral sexual, os media prestam-lhe uma enorme atenção.
Quando havia padres e polícias com fartura, dizia-se que a capital do Minho era a cidade dos três "p" porque, aos dois digníssimos ofícios já citados, havia que acrescentar a impropriamente chamada "mais antiga profissão do mundo". A polémica, a propósito da entrevista concedida por Bento XVI, também se poderia designar pelos três "p" que a resumem: Papa, preservativos e prostitutos.
Quanto ao Papa, já está tudo dito, mas talvez não seja ocioso recordar que, sempre que Bento XVI se refere a temas de moral sexual, os media prestam-lhe uma enorme atenção, que não lhe dispensam quando apela para causas maiores, como a paz, a pobreza, a fome ou a perseguição dos cristãos na Ásia, por exemplo. Dir-se-ia que algumas pessoas, que têm o seu importantíssimo umbigo um pouco descaído, não querem outra coisa deste Papa e da Igreja que não seja uma bênção para os seus maus costumes ou, pelo menos, um condescendente silêncio para as suas vidas licenciosas.
Em relação aos preservativos, pouco mais há a dizer. Do ponto de vista moral, nada mudou, nem podia mudar. Mas os falsos profetas embandeiraram em arco, para saudarem o que o Papa não disse, mas eles gostariam que tivesse dito. Há quem pense que, mais do que a lei de Deus, a doutrina da Igreja ou a palavra do Papa, o que importa é a opinião pública, que manipulam a seu bel-prazer. E, fatal como o destino, há sempre alguns pusilânimes que caem no logro, muito embora há muito se tenha dito que nada de novo há debaixo do sol.
A grande novidade é a utilização, por um Papa, do termo "prostituto", porque deve ter sido a primeira vez que tal aconteceu. Aliás, o uso do preservativo só foi tolerado em relação aos profissionais desse degradante ofício, não porque uma tal prática possa ser moralmente aceite, mas porque, em certos casos, pode impedir um mal maior, como seria o contágio de uma doença mortal.
Se o entrevistador tivesse questionado Bento XVI sobre um "serial killler" que hesitasse entre utilizar a bomba atómica ou um punhal, é provável que o Santo Padre dissesse que, nesse contexto, seria preferível a segunda hipótese porque, mesmo sendo moralmente condenável, seria socialmente menos prejudicial. Uma bomba atómica pode causar milhares de vítimas, num só instante, enquanto um consciencioso e diligente criminoso que mate à navalhada só consegue realizar, no mesmo espaço de tempo, uns quantos homicídios.
Claro que, se Bento XVI expressasse publicamente este óbvio veredicto moral, é certo e sabido que, de imediato, as televisões e jornais noticiariam "com gáudio magno" que, finalmente, o Papa aprovava o esfaqueamento de inocentes, prática antiquíssima e muito na moda em certos ambientes, mas que sectores mais conservadores da Igreja ainda repudiam. E a "boa" notícia - que abriria finalmente as portas da Igreja a muitos profissionais do crime, que dela estão actualmente excluídos - seria decerto festejada pela máfia, pela camorra, pelos terroristas, pelos narcotraficantes e em todas as prisões, pelo menos com o mesmo regozijo com que se supõe que foram recebidas as recentes declarações sobre o preservativo nos prostíbulos masculinos, únicos antros em que o seu uso, ainda que ilegítimo, foi tolerado.
Por ter feito o grande favor de usar uma faca, e não uma arma mais mortífera, a humanidade deveria estar agradecida ao benemérito assassino em série que, em pleno século XIX, semeou o terror em Londres. Se pega a moda de confundir o mal tolerado com o bem permitido, quem sabe se, na próxima visita pontifícia à Grã-Bretanha, não se exige ao Santo Padre que canonize Jack, o estripador?! Licenciado em Direito e doutorado em Filosofia. Vice-presidente da Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF)
Quando havia padres e polícias com fartura, dizia-se que a capital do Minho era a cidade dos três "p" porque, aos dois digníssimos ofícios já citados, havia que acrescentar a impropriamente chamada "mais antiga profissão do mundo". A polémica, a propósito da entrevista concedida por Bento XVI, também se poderia designar pelos três "p" que a resumem: Papa, preservativos e prostitutos.
Quanto ao Papa, já está tudo dito, mas talvez não seja ocioso recordar que, sempre que Bento XVI se refere a temas de moral sexual, os media prestam-lhe uma enorme atenção, que não lhe dispensam quando apela para causas maiores, como a paz, a pobreza, a fome ou a perseguição dos cristãos na Ásia, por exemplo. Dir-se-ia que algumas pessoas, que têm o seu importantíssimo umbigo um pouco descaído, não querem outra coisa deste Papa e da Igreja que não seja uma bênção para os seus maus costumes ou, pelo menos, um condescendente silêncio para as suas vidas licenciosas.
Em relação aos preservativos, pouco mais há a dizer. Do ponto de vista moral, nada mudou, nem podia mudar. Mas os falsos profetas embandeiraram em arco, para saudarem o que o Papa não disse, mas eles gostariam que tivesse dito. Há quem pense que, mais do que a lei de Deus, a doutrina da Igreja ou a palavra do Papa, o que importa é a opinião pública, que manipulam a seu bel-prazer. E, fatal como o destino, há sempre alguns pusilânimes que caem no logro, muito embora há muito se tenha dito que nada de novo há debaixo do sol.
A grande novidade é a utilização, por um Papa, do termo "prostituto", porque deve ter sido a primeira vez que tal aconteceu. Aliás, o uso do preservativo só foi tolerado em relação aos profissionais desse degradante ofício, não porque uma tal prática possa ser moralmente aceite, mas porque, em certos casos, pode impedir um mal maior, como seria o contágio de uma doença mortal.
Se o entrevistador tivesse questionado Bento XVI sobre um "serial killler" que hesitasse entre utilizar a bomba atómica ou um punhal, é provável que o Santo Padre dissesse que, nesse contexto, seria preferível a segunda hipótese porque, mesmo sendo moralmente condenável, seria socialmente menos prejudicial. Uma bomba atómica pode causar milhares de vítimas, num só instante, enquanto um consciencioso e diligente criminoso que mate à navalhada só consegue realizar, no mesmo espaço de tempo, uns quantos homicídios.
Claro que, se Bento XVI expressasse publicamente este óbvio veredicto moral, é certo e sabido que, de imediato, as televisões e jornais noticiariam "com gáudio magno" que, finalmente, o Papa aprovava o esfaqueamento de inocentes, prática antiquíssima e muito na moda em certos ambientes, mas que sectores mais conservadores da Igreja ainda repudiam. E a "boa" notícia - que abriria finalmente as portas da Igreja a muitos profissionais do crime, que dela estão actualmente excluídos - seria decerto festejada pela máfia, pela camorra, pelos terroristas, pelos narcotraficantes e em todas as prisões, pelo menos com o mesmo regozijo com que se supõe que foram recebidas as recentes declarações sobre o preservativo nos prostíbulos masculinos, únicos antros em que o seu uso, ainda que ilegítimo, foi tolerado.
Por ter feito o grande favor de usar uma faca, e não uma arma mais mortífera, a humanidade deveria estar agradecida ao benemérito assassino em série que, em pleno século XIX, semeou o terror em Londres. Se pega a moda de confundir o mal tolerado com o bem permitido, quem sabe se, na próxima visita pontifícia à Grã-Bretanha, não se exige ao Santo Padre que canonize Jack, o estripador?! Licenciado em Direito e doutorado em Filosofia. Vice-presidente da Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Esta é a melhor explicação da condição humana:

" Não, o homem, na verdade, está criado para o que é grande, para o infinito. Qualquer outra coisa é insuficiente. Santo Agostinho tinha razão: nosso coração está inquieto, até que não descanse em Ti. " Papa Bento XVI Mensagem, JMJ 2011
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Custa ouvir, não é? Vá façam manifestações
“Só onde existe o amor e a fidelidade é que nasce e perdura a verdadeira liberdade." Papa Bento XVI em barcelona
domingo, 7 de novembro de 2010
Faça as contas você mesmo....
sábado, 6 de novembro de 2010
O Amor
Xacobeo 2010
terça-feira, 17 de março de 2009
Quem duvidou do poder da oração?
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
To Suffer from the effects of Sarko??? VII

Ceci est la grande france espirituel!

(...) Je vous serais également reconnaissant, Eminence, de bien vouloir transmettre à sa Sainteté Benoît XVI mes sincères remerciements pour l’ouverture de son palais pontifical qui nous permet de nous retrouver ce soir. (...) N.S.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Para chatear as mentes mais vermelhas!
Já que a FLA fez lembrar a queda do muro de Berlim, mesmo à sua maneira, com fotos e os relatos de historias, aqui está a minha visão via O Insurgente:

Aqui fica um conselho de uma óptima leitura, The President, the Pope and the Prime Minister. Por acaso tive o prazer de conhecer o autor, Jhon O'Sullivan, cronista em Washington, foi conselheiro da Primeira Ministra Thatcher. A historia a partir da visão destes três grandes símbolos do mundo ocidental, o contributo essencial para que a guerra fria acaba-se "ultra-pacificamente com a secessão de 15 Estados da antiga Rússia, isto sim foi o grande feito". "Ronald Reagan era velho de mais para ser presidente - e demasiado conservador. Magaret Thatcher não era apenas demasiada conservadora - era mulher, e não fazia parte de qualquer lista para a liderança do Partido Conservador de Inglaterra. E a ideia de um Papa polaco era verdadeiramente absurda" O autor admite a ausência de outras importantes figuras, mas está fabuloso, um verdadeiro prazer de leitura!

Aqui fica um conselho de uma óptima leitura, The President, the Pope and the Prime Minister. Por acaso tive o prazer de conhecer o autor, Jhon O'Sullivan, cronista em Washington, foi conselheiro da Primeira Ministra Thatcher. A historia a partir da visão destes três grandes símbolos do mundo ocidental, o contributo essencial para que a guerra fria acaba-se "ultra-pacificamente com a secessão de 15 Estados da antiga Rússia, isto sim foi o grande feito". "Ronald Reagan era velho de mais para ser presidente - e demasiado conservador. Magaret Thatcher não era apenas demasiada conservadora - era mulher, e não fazia parte de qualquer lista para a liderança do Partido Conservador de Inglaterra. E a ideia de um Papa polaco era verdadeiramente absurda" O autor admite a ausência de outras importantes figuras, mas está fabuloso, um verdadeiro prazer de leitura!
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