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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Será que o Partido Comunista Português leu isto?

Quanto mais estudo mais penso que a cegueira intelectual é pior que a própria cegueira, não querer ver a verdade é de uma falta de honestidade para si e para a sociedade, é tremendo. Ao ler este artigo do jornal publico intitulado: Quando a China desceu ai inferno, sobre o Grande Salto em Frente, a terrível desumanização de um país, em 4 anos pelo menos 45 milhões de mortos, dos seus próprios cidadão, ausência de direitos e de qualquer dignidade humana, campos de morte piores que os dos nazis e etc de horrores.
Como é possível ficar indiferente ao prémio Nobel da Paz de 2010? Como é possível defender isto em nome de uma ideologia? Não sei, mas perguntem ao PCP.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Isto é o Comunismo


Já que escrevi sobre a importância do futebol na sociedade contemporaneo, lembrei-me que a derrota de 7-0 de Portugal vs Coreia do Norte, foi um jogo que nos deu imenso prazer, não só pelo resultado mas também pela boa prestação da nossa equipa. Acho que o Bernardino Soares ou a Rita Rato foram os únicos portugueses que não gostaram do jogo.
Mas na realidade, esta questão é séria, porque trata-se da vida humana, os nossos meios de comunicação perguntam; "Os norte-coreanos vão para casa. Ou para o gulag?" recentemente tem saído imensos artigos sobre o destino destes atletas. O que não admira a tentativa de fuga de alguns.
A Liberdade é uma conceito tão bom.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

sábado, 21 de novembro de 2009

Partido Melancia


Sempre que oiço o Partido dos Verdes, reparo que são verdes por fora mas vermelhos, mesmo muito vermelhos por dentro.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Caim Bolchevique

Texto de autoria, claro, Gonçalo Portocarrero de Almada
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Muito se tem escrito e dito sobre o mais recente opúsculo do Nobel português mas, na realidade, não se percebe a razão, porque nesta sua última ficção literária, o escritor iberista não apresenta nada de novo. Pelo contrário, é mais do mesmo. Com efeito, não é de estranhar que o autor do falso «Evangelho segundo Jesus Cristo» manifeste, mais uma vez, o seu desdém pela Bíblia, palavra de um Deus em que não crê, e que, por isso, de novo arremeta contra as religiões em geral e a católica em particular, sua inimiga de longa data e muita estimação.
É verdade que alguns cristãos ficaram incomodados pela recorrente deturpação dos textos sagrados e pela falta de respeito pela liberdade religiosa que uma tal atitude evidencia. Mas reconheça-se, em abono da verdade, que o criador desta mistificação, com laivos auto-biográficos, não podia ter sido mais sincero nem coerente com a teoria política que tão devotamente segue. Com efeito, que outra personagem, que não Caim, poderia personificar melhor a ideologia em que se revê o galardoado autor?! Não é o irmão de Abel a melhor expressão bíblica do que foi, e é, o comunismo para a humanidade?
O ilustre premiado com o ignóbil prémio Nobel acredita que Caim nunca existiu, o que é, convenhamos, um acto de muita fé para quem se confessa ateu, até porque não tem qualquer evidência científica dessa suposta inexistência em que tão dogmaticamente crê. Mas decerto não ignora a realidade histórica de muitos outros Cains – Lenine, Estaline, Mao, Pol Pot e outros diabretes de menor monta – todos eles sobejamente conhecidos pelas atrocidades a que associaram os seus nomes e a sua comum ideologia.
À conta do Caim bíblico, agora reabilitado, por obra e graça deste seu oficioso defensor, pretende redimir os não poucos Cains que lhe são doutrinal e eticamente afins, mas a verdade é que o pretenso carácter mítico daquele não faz lendários os crimes destes seus comparsas mais modernos, até porque esta sanha fratricida ainda hoje impera, impunemente, na China, no Tibete, no Vietname, na Coreia do Norte, em Cuba, etc.
Mas não é só Caim que é um mito para o ortodoxo militante comunista, pois Deus também não existe (em todo o caso seria sempre um segundo Deus, porque o primeiro é, como é óbvio, o próprio escritor), e a Igreja Católica mais não é do que uma aberração. Mas, se assim é de facto, porque se incomoda tanto com a inexistente divindade e a pretensamente caduca instituição eclesial?! Será que, apesar de não acreditar em bruxas, no entanto nelas crê e teme?! Ou, melhor ainda, será que se está finalmente a converter, senão num cristão convicto, pelo menos num ateu não praticante?! Deus, que crê também nos que n'Ele não crêem, o queira…
Sem a Bíblia seriamos diferentes? Sem dúvida. Melhores? Duvido, porque todas as grandes tiranias do século XX – o fascismo, o nazismo e o comunismo – foram e são visceralmente ateias e, pelo contrário, todas as grandes gestas de justiça social são cristãs, como católica é também a maior rede mundial de assistência aos mais necessitados. Mas uma coisa é certa: sem o marxismo seriamos hoje muitos mais, concretamente mais cem milhões de mulheres e homens, tantos quantas foram as vítimas do comunismo em todo o mundo (cf. Stéphane Courtois, Le livre noir du communisme, Robert Laffont, 1998, pág. 14).
Gonçalo Portocarrero de Almada

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

terça-feira, 25 de novembro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Malta, vamos dar vivas ao fim do liberalismo???


(imagem regime maoista)
Agora com a crise do mercado, existe aqueles intelectuais que declararam a morte ao velho liberalismo económico. Sim porque bom, mesmo bom é voltarmos ao old time Estalinistas-marxistas, em que as coisas corriam realmente bem, tirando o pequeno pormenor que esses regimes tenham morto milhares e milhões de pessoas e as sociedades não combinarem muito bem com a liberdade.