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terça-feira, 12 de abril de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
sábado, 3 de abril de 2010
Ecce Homo

Artigo do Professor e Economista João César das Neves.
Destak 31 de Março
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Celebramos de novo a Páscoa. É importante pensar porque razão, ao fim de 2000 anos, ainda existe tal multidão, um terço da população mundial, que celebra solenemente este acontecimento tão sangrento e grotesco: a morte infamante de um condenado à pena mais miserável, a crucificação.
Será pelas palavras sábias de Jesus, os seus ensinamentos sublimes, que geraram tantos discípulos? Será Cristo um mestre, um filósofo do amor? Não, não foi por isso. Outros pensadores, de Platão a Kant, também apresentaram doutrinas elaboradas.
Será pelo mito que se criou à volta do carpinteiro de Nazaré, gerando um culto e uma igreja? Será Cristo um carismático, um líder religioso?
Também não tem nada ver com isso. Outras figuras, de Alexandre Magno a Karl Marx, tiveram discípulos mais empenhados.
Será por essa execução ser símbolo da opressão que permanece no mundo?
Será Jesus um representante das vítimas da violência? Não, não é nada disso. Outros mártires, de Sócrates a Spartacus, também serviram de exemplo.
A razão da Páscoa é a imensa multidão que há 2000 anos vive quotidianamente com Cristo vivo e ressuscitado. Pela oração, meditação e contemplação, pelo seguimento concreto das Suas palavras, tantos ao longo dos séculos estiveram realmente todos os dias na presença de Cristo.
E aí encontraram uma felicidade sem par e sem medida. Não por deixarem de ter problemas, mas por partilharem com Ele e viverem n’Ele esses problemas. Por poderem dizer, cada vez que enfrentam nova dificuldade:
«Primeira estação: Jesus é condenado à morte».
Também não tem nada ver com isso. Outras figuras, de Alexandre Magno a Karl Marx, tiveram discípulos mais empenhados.
Será por essa execução ser símbolo da opressão que permanece no mundo?
Será Jesus um representante das vítimas da violência? Não, não é nada disso. Outros mártires, de Sócrates a Spartacus, também serviram de exemplo.
A razão da Páscoa é a imensa multidão que há 2000 anos vive quotidianamente com Cristo vivo e ressuscitado. Pela oração, meditação e contemplação, pelo seguimento concreto das Suas palavras, tantos ao longo dos séculos estiveram realmente todos os dias na presença de Cristo.
E aí encontraram uma felicidade sem par e sem medida. Não por deixarem de ter problemas, mas por partilharem com Ele e viverem n’Ele esses problemas. Por poderem dizer, cada vez que enfrentam nova dificuldade:
«Primeira estação: Jesus é condenado à morte».
Sexta-feira Santa
Tenho sede!
Deus tem sede.
No meio deste mundo que Ele fez, desta criação que d’Ele recebeu tudo o que tem de existência e de que Ele constitui o fim e a razão de ser, Ele passeia o olhar e constata, não numa consideração geral e filosófica, mas na impressão mais dolorosa da necessidade, mais imediata e mais urgente, que nada tem para Si.
Criou o mundo e o mundo recusa-lhe uma gota de água.
Um pouco de água, a única coisa gratuita no mundo, que ninguém recusaria a um animal ferido, a um cão doente!
E a humanidade incrédula ou impotente recusa-a ao seu Autor, ao seu Salvador.
In Paul Claudel, O Poeta e a Cruz
quinta-feira, 1 de abril de 2010
5ªf Santa

Estes dias são de mais recolhimento
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Agora, na Última Ceia, Cristo preparou tudo para se despedir dos seus discípulos, enquanto estes se envolviam pela centésima vez na disputa sobre quem seria o maior desse grupo escolhido. Jesus levantou-se da mesa, depôs o seu manto e, pegando numa toalha, cingiu-se. Depois lançou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a limpar-lhos com a toalha com que estava cingido (Jo 13, 4-5).
Pregou de novo com o exemplo, com obras. Diante dos discípulos, que discutiam por motivos de soberba e de vanglória, Jesus inclina-se e cumpre gostosamente o trabalho próprio de um servo. Depois, quando volta para a mesa, comenta: Compreendeis o que vos fiz? Vós chamais-me Mestre e Senhor e dizeis bem, porque o sou. Se eu, pois, que sou o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, deveis também lavar-vos os pés uns aos outros (Jo 13, 12-14). A mim comove-me esta delicadeza do nosso Cristo, porque não afirma: se eu faço isto, quanto mais deveis fazer vós! Coloca-se ao mesmo nível, não coage: fustiga amorosamente a falta de generosidade daqueles homens.
Como aos primeiros doze, o Senhor também nos pode insinuar a nós, como de facto nos insinua continuamente: exemplum dedi vobis (Jo 13, 15), dei-vos exemplo de humildade. Converti-me em servo, para que vós saibais, com coração manso e humilde, servir todos os homens».
S. Josémaria Escrivá
Amigos de Deus, n. 103
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Roma X: São Pedro
Dia de São Pedro, santo popular, Pedra da Igreja, tem as Chaves e o tempo. São Pedro também é padroeiro de uma freguesia muito bonita de Angra do Heroísmo.
Roma IX: São Paulo
Hoje no dia de São Pedro e São Paulo, mais umas fotos da viagem a Roma. Ter ido à Basílica de São Paulo Extramuros durante um ano Paulino foi mesmo uma oportunidade única, visto que não haverá outro tão cedo. Poder rezar no túmulo deste Santo foi óptimo e gratificante. Também gostava ter caído do cavalo, espero que muita gente tenha essa ousadia de conversão.
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
Roma VIII: São João
quarta-feira, 3 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Roma VI
Só mesmo uma cidade como Roma, para juntar numa mesma praça, três diferentes estilos arquitectónicos de três épocas diferentes: O Panteão ao fundo, os dois prédios e o obelisco.
E, também podemos dizer, as pessoas são do século XXI
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Roma V
Já que falei da verdadeira amizade (ver abaixo), deixo mais uma foto da colectânea: Roma. Uma pintura que se encontra no ala de arte moderna do Museu do Vaticano. É uma sala da vanguarda e inovadora, com quadros desde expressionismo, cubismo.... entre todas as correntes artísticas do século XX.
O pintor é Pedro Cano (um artigo sobre Cano). Aqui está representado um abraço entre dois grande amigos o, já, Papa João Paulo II mais o Cardeal Wyszynski. Esta amizade é uma história muito bonito, aconselho a lerem.
Isto tudo porque o respeito e a Amizade também se faz com abraços!
No início do seu Pontificado, João Paulo II escreveu ao Cardeal Wyszynski, "Na Sé de Pedro não haveria este Papa polaco, que hoje repleto de temor de Deus mas também de confiança começa o novo Pontificado, se não houvesse a tua fé, que não cedeu diante da prisão e do sofrimento, a tua esperança heróica e a tua confiança incondicionada na Mãe da Igreja; se não houvesse a Jasna Góra e todo este período de história da Igreja na nossa Pátria, ligado ao teu serviço de Bispo e de Primaz" (Carta de João Paulo II aos Polacos, 23 de outubro de 1978).
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
Roma IV
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Roma (III)
Roma
Uma Viagem que, sem duvida, é impossível descrever e muito menos num blog.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
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