Mostrar mensagens com a etiqueta liberdade Religiosa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta liberdade Religiosa. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dragões dentro de nós


O artigo chama-se: Uma questão de dragões - de autoria do economista, professor João César das Neves. Vale a pena ler, é sobre conspirações e dragões.
________________________________________
Nunca mandes saber por quem os sinos dobram; eles dobram por ti." Ernest Hemingway colocou a sua descrição de 1940 da guerra de Espanha debaixo deste verso do poeta seiscentista John Donne. Roland Joffé, numa abordagem ao mesmo tema, fala agora "daquele lugar, dentro de nós, onde encontrarás dragões".
Os horrores da perseguição republicana à Igreja e subsequente guerra civil nos anos 1930 são ambiente apropriado para testar valores em condições extremas. O filme There be Dragons (Encontrarás Dragões, 2011) fá-lo através de dois amigos de infância que seguem caminhos opostos. Na abominação, destaca-se a firme aposta de um deles numa linha de amor, compreensão e misericórdia, até pelo intolerável. O filme brilha pelo retrato de S. Josemaría Escrivá e da sua insólita decisão de seguir a pessoa de Cristo num clima tão adverso. E pelos frutos que daí saem: "Quando perdoamos libertamos sempre alguém: nós próprios."
O belíssimo e profundo enredo valeria por si, com qualquer protagonista. Mas deve sublinhar-se a coragem do autor/realizador em escolher este em particular. O Opus Dei está bem estabelecida no imaginário contemporâneo, mas como encarnação extrema do clericalismo mais sinistro. Joffé não entra em apologéticas. Limita-se a retratar-lhe as origens, dando pistas preciosas para a compreensão da sua natureza. Esta "obra de Deus" nasceu no calvário.
A questão religiosa da nossa Primeira República foi fenómeno paralelo, muito menos cruel. Esse é o tema de O Sol Bailou ao Meio-Dia. A Criação de Fátima, de Luís Filipe Torgal (Tinta da China, 2011), versão revista de uma tese já editada em 2002. O volume trata a história dos primórdios do culto em Fátima e das polémicas que o rodearam. Apesar de hostil, é objectivo, rigoroso e fundamentado e traça um quadro sério e sólido dessa realidade.
O livro pretende demonstrar duas teses que não consegue. Primeiro que "a exposição dos ditos acontecimentos, ocorridos entre Maio e Outubro de 1917, foi desde então sucessivamente reformulada pelos inquiridores e pelos cronistas católicos. (...) A nova e mais elaborada história de Fátima que hoje conhecemos (...) foi, por conseguinte, construída a posteriori pelos historiógrafos católicos e sustentada pela hierarquia da Igreja" (p. 20-21). Leitura atenta do texto, aliás fundamentado em documentos publicados em cuidadosa edição crítica do Santuário, não permite vislumbrar tal manipulação.
A segunda tese é que "foi a Igreja (e/ou certos sectores a ela ligados) que impôs Fátima" (p.20), aproveitando-a para os seus propósitos. Segundo o autor, a Igreja "evoluiu de uma atitude de expectativa prudente (entre Julho e Setembro de 1917), para uma postura de promoção comedida (desde Outubro de 1917) e, mais tarde (sobretudo a partir de 1922), para a apologia evidente das aparições" (p. 21). Seria razoável esperar outra coisa? Era lógica ou até possível a "absoluta imparcialidade" (p. 95) que o livro parece preferir? Não foi aquela evolução que o cardeal Cerejeira retratou ao dizer "foi Fátima que se impôs à Igreja"?
Apesar disso e alguns erros pontuais, o livro fornece um relato rigoroso e informativo. O que mais ressalta é a fragilidade dos argumentos dos críticos de Fátima. Os anticlericais, sem o menor interesse pelos factos, limitam-se a opor-se por razões ideológicas: o que quer que aconteça, aparições e milagres são impossíveis. O mais divertido é chamarem a si mesmos "livre-pensadores".
Outro aspecto curioso que o livro manifesta é o desprezo que os intelectuais têm pelo povo, em geral, e as mulheres em particular. Afirmando-se democratas e liberais, acusam sempre as massas populares de boçais e supersticiosas, simplesmente por não seguirem os seus dogmas positivistas que têm de ser verdadeiros.
Em 2003 o americano Dan Brown quis envolver a Opus Dei, protagonista do filme de Joffé, numa história tonta de superstição, crime e morte n'O Código da Vinci. Há mais de 90 anos que muitos pretenderam fazer o mesmo com Fátima. É sem dúvida uma questão de dragões interiores.

sábado, 14 de maio de 2011

É tudo uma questão de liberdade


Como muita gente sabe este verão vai acontecer uma coisa fantástica, chama-se as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), criadas, pensadas, pelo Beato João Paulo II as JMJ são o encontro dos jovens com o Papa, como muitos ateus gostavam que fosse, mas não é um encontro qualquer com uns meninos tótós que por acaso gostam do Papa, é simplesmente o maior encontro de jovens de todo o mundo, de todas as culturas, de todos os cursos, de todas as cores, de todas as línguas, de todos os trabalhos etc...são milhares. Não há nem houve nada que juntasse tanta gente nova, nem concertos, nem concursos, nem desporto, é mesmo muita gente e gente boa, tudo para ouvir o Santo Padre.
Mas isso incomoda, e não é pouco. Incomoda porque o Papa pede coisas grandes, coisas fortes que vão contra toda o nosso comodismo social, o Papa pede para nós sermos Santos, e grita pelos jovens, pede para se viver a castidade, a fidelidade, a caridade. O impacto de umas JMJ é brutal, os frutos são enormes, grandes conversões e imensas vocação.
Mas como disse, isso incomoda e de tal maneira que em Espanha já se vive as consequências das JMJ que se irão realizar em Madrid a meados de Agosto.
Desde o inicio do ano tem sido os ataques frequentes à Igreja Católica, nas universidades até tiveram de acabar com a celebração da Santa Missa por falta de segurança, Igrejas vandalizadas, as marchas com profanações, contra a Igreja, contra o Papa, contra a imagem de Jesus tornam-se comuns, esta semana partiram uma livraria porque vendia livros do beato João Paulo II, no dia 13 de Maio houve manifestações ateias contra a Nossa Senhora e voltaram a partir Igrejas. Caso não tenham entendido isto passa-se em Madrid e não em Bagdad.
Realmente o Papa incomoda, porque o que Jesus pede é belo e verdadeiro, mas não é fácil nem é pouco. A mensagem da Igreja é rebelde, vai totalmente contra a concepção desta liberdade egoísta e deste Humanismo egocêntrico, por isso há quem não queira ouvir, e também há quem não queira ver que existe gente que quer muito mais dos homens, muito mais da vida quer a própria Vida!
As JMJ vieram "incendiar" Espanha, que pegue "fogo" a toda a Europa para sermos Felizes.

sábado, 19 de março de 2011

Obrigada por me esclarecerem que o crucifixo está de acordo com os Direitos Humanos

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem ratificou a sua sentença de Novembro de 2009, ao sentenciar que a presença de crucifixos nas escolas públicas italianas não viola a educação nem a liberdade de pensamento e religião.
A nova sentença, definitiva e inapelável, que foi aprovada com 15 votos a favor e 2 contra, assinala que a Itália não infringe a Convenção Europeia dos Direitos Humanos e encontra-se dentro dos limites no exercício no que ao ensino diz respeito das suas no que à educação se refere, ao manter os crucifixos nas escolas públicas.
_________
(Fonte: ‘El Mundo’ com tradução de JPR - Spe de Deus)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Agenda Escolar da UE

Estamos na Quaresma, o que será que a agenda escolar [pagã] da União Europeia diz sobre o significado destas semanas?
_______________
+ infos Aqui

sexta-feira, 4 de março de 2011

Ainda existe Martires


Shabaz Bhatti, o único ministro Cristão do governo Paquistão foi morto a tiro ontem. Porque foi firme nas suas posições, porque foi coerente na sua fé. Por muito menos, por posições sociais, para não ficar mal entre os amigos, nos não somos verdadeiros naquilo que intrinsecamente nos é mais importante, a fé e não defendemos a nossa Igreja.
Este é um grande exemplo de Amor, ainda existe Cristãos de verdade, ainda existe Mártires, ainda existe Santos.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

[in]tolerância

Sam Harris, um dos líderes do neo-ateísmo, defende que toda a religião é má por ser intolerante, mas depois no seu livro The End of Faith diz: "Algumas ideias são tão perigosas que seria até mesmo ético matar pessoas por acreditar nelas."
(comentário do meu amigo João Silveira, podem lê-lo aqui: Senza)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

É tudo uma questão de liberdade!

A liberdade religiosa é a liberdade mais importante, porque é a liberdade mais intima da alma do homem, é a liberdade de acreditar em algo que influência a vida toda, é a liberdade dos humildes que se entregam ao Deus invisível, é uma liberdade que socialmente mais move regimes.
Pasteur, o mestre da medicina francesa, e católico que rezava o terço no comboio, acompanhado pela liturgia das horas, tinha razão quando falava na disposição livre e não racional da fé.
Quando se fala da fé, de acreditar em Deus na Igreja, não é uma questão de inteligência nem de razão, até porque as pessoas mais inteligentes que eu conheço acreditam todas em Deus e na Igreja, por isso, é sobretudo a questão de liberdade. A fé é liberdade à partida, sem liberdade não há fé, e sem liberdade não à amor, porque se não O tivéssemos em livre arbítrio não tínhamos verdadeiramente fé!
Ou tu acreditas ou tu não acreditas, não me venham é chatear.
Os alunos laicistas, por outras palavras pequenos ditadores e autoritários em nome da sua razão (qual?) suspenderam as Missas na Universidade de Barcelona, imaginam lá por falta de segurança: "«No habrá más misas hasta que la universidad pueda garantizar la seguridad de los estudiantes que quieran asistir a la liturgia». Es la decisión que adoptó la Universidad de Barcelona"
Numa Universidade Europeia, por FALTA DE SEGURANÇA aos alunos Católicos!
Agora digo, para uma pessoa que não acredita porquê se incomoda tanto com a Eucaristia? Meus queridos ateus, proibir a celebração do culto é mostrar uma profunda inquietação e isso resolve-se com a leitura do Evangelho e não a ameaçar quem vai à Santa Missa, e resábiamentes também se resolve mas no confessionário!
Acho uma vergonha que a Europa, continente estandarte da liberdade viva uma cristofobia, umdesrespeito pela religião que é a sua cultura a sua história, é uma negação de si mesmo.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O primeiro post do ano fala sobre aqueles que estão desprotegidos

Esta foi a capa do jornal i, ontem depois de ter visto as imagens do terrivel atentado à Igreja no Egipto, não podia ficar indiferente à limitação da liberdade mais intima e mais importante do ser humano, a liberdade religiosa, pois dela depende toda a sua acção e o seu pensamento. Os cristãos são completamente esquecidos, são uma minoria pacifica no médio oriente, não podem rezar, não podem ir à Missa, no Iraque têm as famílias ameaçadas, bombas à porta de casa, Egipto, Índia, Paquistão, Irão etc.
É muito triste ver que existem "quem quer e não pode e quem pode e não quer". Tal como os primeiros, os cristãos tem muitos desafios, mas não estão sós.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989

Obrigada

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989

Obrigada

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989

Obrigada

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989


Há 20 anos atrás, por mais incrível que pareça à 20 anos, quando eu tinha 3 anos, existia uma Europa sem Liberdade, uma Europa autoritária, uma Europa infeliz, por detrás de um muro, escondida sobre os grafittis e o arame farpado. A chamada cortina de ferro. Fazendo crer que a utopia tinha sido um sucesso. Mas o medo de demonstrar o grande fracasso foi tal que se afugentou toda a oposição, toda a liberdade, toda a criatividade humana. Sair para o outro lado é que não, afinal porquê trocar a ditadura do proletariadoa pela lata de Coca-cola ?
É verdade, o muro de Berlim foi à tão pouco tempo.
A sua queda foi um grande momento histórico, foi uma lufada de ar fresco, como diria o Papa João Paulo II : "Agora sim, a Europa respira com dois pulmões". Foi um dos maiores e melhores momentos da História da Europa.
Assim sim,hasta la revolucion siempre.
Revolução esta que neste dia devia-nos inspirar, revolução de coragem, de orações, de artistas, revolução de escritores e jornalistas, de homens e mulheres, revolução da alma e da liberdade.
Foram 130 pessoas que morreram só a tentar passar o muro.
Agora, 20 anos depois, é tempo de destruir outros muros que guardam na cabeça de muita gente ideologias opressivas e mortíferas disfarçadas de igualdade e tolerância.
E para a queda desses muros, nada melhor que o exemplo da Historia e da verdadeira Verdade.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

sábado, 29 de março de 2008

3, 2, 1....Partida! (JOGOS OLÍMPICOS EM PEQUIM)


Estes são os atletas da equipa chinesa. A meta final agarrar um monge Tibetano, mas também vale pontapeá-los, bater com bastão, dar uns socozinhos e até atirar á queima roupa uma balazinha.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

A escumalha voltou a sair à rua!


A escumalha voltou a sair à rua, mas desta vez em Roma e como sempre faz uma coisa fantástica que se vai tornando comum, usar os argumentos da liberdade contra a própria liberdade. Cada vez mais a catalicofobia e a contenção cultural dos nossos rituais faz com que os católicos o sejam mas em clandestinidade ( Como diria o Papa BXVII, mais tarde citado num artigo polémico pelo Vasco Pulido Valente).
Bento XVI antes de ser Papa já era um excelente professor universitário, um grande teólogo, um humanista e é autor de notáveis obras, os seus discurso normalmente são fenomenais.
BXVI é a imagem da conjugação perfeita da fé e da racionalidade, faz parte de um pequeno grupo de pessoas que admiro e respeito, já tive o prazer de estar numa missa e ouvi-lo a discursar, algo que recordarei para sempre.
Estes acontecimentos geraram uma série de bons artigos sobre a fé e racionalidade, a liberdade religiosa. Este mês a Revista de Ciência Politica, "Nova Cidadania" é dedicada à " Liberdade Religiosa na esfera pública"; No Jornal Público Vasco Pulido Valente escreve : "A Liberdade vai morrendo", José Manuel Fernandes escreve: "O papel da sapienza e da honestidade no debate intelectual", last but not the least, um texto essencial à matéria do Jorge Bacelar Gouveia, o professor Bacelar Gouveia faz parte da comissão para a Liberdade Religiosa, um cargo que tem vindo a exercer voluntariamente, este artigo realça o debate e promove o respeito pela liberdade religiosa e pelos Direitos fundamentais da pessoa humana, "Liberdade Religiosa e o Estado de Direito" para ver clica. São estes textos que me dão vontade de fazer um mestrado.