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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Política à portuguesa


Este ano, no primeiro semestre do mestrado, tive aulas com o Arquitecto José António Saraiva, foi um privilégio ouvir na primeira pessoa algumas experiências da politica e do jornalismo da nossa sociedade portuguesa. Mas sobretudo porque o professor é realmente um senhor ou segundo o João Carlos Espada um Gentleman (como quase todos os professores da UCP). Digo isto não é pela forma como o jornal "Sol" encarou o caso Freeport ficando sem patrocínios das empresas estaduais.
Para quem não pode assistir às aulas sempre pode ler este livro, que de forma sucinta e fácil expõe a politica à portuguesa, principalmente a história recente da nossa democracia. Aconselho mesmo sobretudo para aqueles que querem ter uma noção de cultura geral da nossa sociedade politica, pois este livro pode ser um trampolim para os vários temas. Principalmente o capitulo 10 intitulado: "Valores e princípios na política"
O Livro é mesmo as aulas, lá até pode-se encontrar uma discrição da turma ou a disposição das salas.

terça-feira, 24 de março de 2009

Aos domesticados futuros líderes da Nação


Assinala-se hoje o dia do Estudante. Este dia está a ser marcado, no entanto, e sem surpresas, pelo menos para mim, por manifestações, a decorrerem um pouco por todo o país.

Os "estudantes" manifestam-se "contra o actual sistema de Ensino Superior e, por isso, reclamam um ensino público gratuito, sem propinas e mais apoios na Acção Social Escolar". O que é que isto me faz lembrar??

O lamentável nesta situação é que mais uma vez este tipo de "iniciativas" não são promovidas em prol dos reais interesses dos tais estudantes. Estas são mais uma forma dos partidos políticos, servindo-se das 'jotas', os domesticados "futuros líderes da nação", manipularem aqueles a quem deviam representar, os seus eleitores. No entanto o objectivo destas 'brigadas' passa por: mostrar trabalho aos seus superiores, adquirir uma rede de contactos e de lambe-botas, mais uns quantos militantes para o partido e se possível, por tudo isto, subir na carreira.


(Com a devida excepção para os que ainda acreditam)

A actividade e a participação política são essenciais e necessárias, mas quando se reclama pela melhoria da Educação e do sistema de ensino, devemos pensar se estamos a usar da melhor forma a ferramenta mais poderosa ao nosso dispor, o conhecimento ....e desenganem-se aqueles que pensam que me refiro às "cunhas", nem só desse conhecimento vive o homem!!!