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terça-feira, 15 de novembro de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

Relembrando Diogo Vasconcelos

A criação desta Secretaria de Estado [do Empreendedorismo Competitividade e da Inovação] no seio do Ministério da Economia tem um importante significado político, num País que tende a privilegiar o que existe e a desconfiar do que é novo. Para criar um novo dinamismo económico, Portugal tem de facilitar o acesso a financiamento a novas iniciativas empresariais, criar um ambiente atractivo para capital de risco, levar os bancos a financiar novamente as PME e insistir que uma fatia muito maior do orçamento de compras públicas portuguesas seja alocada a novas empresas inovadoras, como se faz há décadas nos EUA (de que resulta a criação de 2,000 novos produtos/ano).Portugal só pode criar um novo modelo económico se a sociedade valorizar a função empreendedora como vital. Isso implica uma política económica, assente no apoio à emergência e expansão de jovens empresas inovadoras e de elevado crescimento. Estas empresas são consideradas motor de crescimento que pode levar a mudanças estruturais na economia. São marcantes nas economias emergentes e são uma das razões do seu sucesso, particularmente nos sectores mais intensivos em conhecimento. A emergência de novas empresas inovadoras de crescimento rápido é fundamental na transição para sectores mais intensivos em conhecimento e sinal de dinamismo da actividade empresarial. Em última instância, só a emergência de uma vaga deste tipo de empresas permitirá vislumbrar que algo de verdadeiramente novo e estrutural se passa na economia portuguesa.O financiamento de novos projectos e empresas, assim como o seu desenvolvimento e internacionalização, é deveras limitado em Portugal. A par da limitação na oferta de capital de risco e da indisponibilidade dos mercados de capitais, prevalecem as práticas de concessão de crédito com base em critérios fundamentalmente de solidez patrimonial, o que necessariamente circunscreve o universo das empresas inovadoras com capacidade de mobilização de recursos financeiros adequados às suas necessidades de crescimento. Apesar de tudo, considerando o reduzido montante de investimento requerido para o arranque das empresas e para a fase inicial de desenvolvimento da tecnologia, o recurso a programas de incentivos suportados em fundos comunitários, e nalguns casos ao capital de risco, têm permitido uma dinâmica empresarial interessante junto das principais instituições do sistema científico e tecnológico. No entanto, os condicionalismos financeiros acabam por se revelar absolutamente fatais quando se trata de elevar a escala dos investimentos. A reserva manifestada pelos operadores de capital de risco, sustentada na ausência de um número significativo de projectos inovadores que tenham alcançado grande valorização, a reduzida dimensão das carteiras e a falta de especialização sectorial, torna fundamental criar um quadro que favoreça lógicas de co-investimento com venture capitalists e corporate investors internacionais em empresas tecnológicas portuguesas, pelos efeitos que tal induz em termos de acesso a novos mercados, melhoria de gestão, atracção de talento e reputação”.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Maria José Nogueira Pinto (1952-2011)


Quando uma pessoa morre normalmente existe uma tendência para surgir elogios, mas na verdade é impossível ficar-se indiferente a Maria José Nogueira Pinto, um mulher determinada, cheia de convicções, fazia politica com estilo e sem medo, até apreciava o seu tom de voz quando sabia que tinha razão, era firme como as ideias. A maneira como defendeu a vida na esfera politica e como não se deixou corromper. Uma mulher de fé, agora nota-se fazes-nos falta.
Por acaso tive a sorte de um dia ter jantado ao seu lado, e tal como é na politica era na vida privada, transparente, com bom humor e muito inteligente.
Acho se pudesse voltar a falar com ela agradecia-lhe o seu grande exemplo de mulher e de politica, que me fez acreditar na politica portuguesa, nos políticos e em Portugal, acreditar que ainda vale a pena lutar no parlamento pelo fim do aborto, e que os valores da vida humana não são anacrónicos e isso é o essencial da politica, a felicidade do homem.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Começo do ano em alta

Em alta de impostos, aumento a + 20%.
As gravidas espanholas a pedir aos médicos para os filhos nascerem a 31 de Dezembro para não perderem subsídios.
União Europeia aqui estão os meus votos de um BOM 2011!!!!

sábado, 6 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Este é o meu país


Estava a ler as noticias online do Expresso. Na mesma página que se vê o Pedro Silva Pereira com medo do FMI a dizer-nos: O Governo considerou hoje que Portugal "está a fazer o que deve" para enfrentar a crise, lê-se: Portugal desce seis lugares no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU.
Será que o Governo vai continuar a fazer o que deve por muito mais tempo? Tenho medo.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Coerência


Quando Cavaco Silva no inicio do mês de Junho aconselho os portugueses a fazerem férias em Portugal o Governo criticou porque achava que tinha sido um abuso do PR, e se todos os PR dos outros países fizessem o mesmo não teríamos turistas estrangeiros.
O meu conselho vão para os Açores passar férias.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Portugal


"Vão ser as próximas vítimas da crise". Theodoros Pangalos, vice-primeiro-ministro grego.
Eu já desconfiava disto.....

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Tudo farinha do mesmo saco





Portugueses, espanhóis e franceses, afinal de contas, não são assim tão diferentes! O jornal Expresso solicitou que responsáveis pelas Sociedades Francesa e Espanhola de Matemática analisassem o exame de Matemática d0 9º ano (português) para se perceber se há ou não fundamento para a polémica gerada em torno do, suposto, facilitismo da referida prova. Para os franceses, na pessoa de Daniel Duverney, a opinião geral é que o exame é de facto fácil mas não muito divergente do que acontece em França, esta opinião também é partilhada por Raquel Mallavibarrena,responsável espanhola pelas contas lá do sítio. Ambos, França e Espanha, admitem enfrentarem a mesma situação apontando como causa provável diversos factores sócio-económicos que têm influenciado a prestação dos alunos o que, por sua vez, "força" a descida dos níveis de exigência. Para mim é bem mais realista, não menosprezando a importância da anterior, a afirmação seguinte: "em França, a própria legislação dos exames fixa a priori uma taxa ideal de sucesso de 85% e 80% nas provas do básico e secundário. O mesmo acontece em outros países, incluindo Portugal, ainda que de forma mais ou menos assumida, assegura o especialista francês. Os governos preocupam-se mais em controlar as taxas de sucesso, as reprovações e os fluxos de alunos dentro do sistema do que com o nível de formação. Até porque 'os chumbos saem caro'". Por cá o Ministério da Educação "garante que não existem metas de sucesso previamente estabelecidas para os exames e rejeita qualquer intervenção do poder político no processo. Quanto ao grau de dificuldade das provas, o Gabinete de Avaliação Educacional esclarece que este é definido de forma a que 'os alunos com as competências básicas requeridas sejam aprovados'". (Só não sabia serem tão básicas) Boa!! Se os alunos não sabem as respostas, não se preocupem, o amigo Estado dá!! Por favor! Portugal procurou sempre fora de fronteiras o molde ideal e uma vez encontrado, toca a copiar!!Desta vez nem a Europa nos vale!Pois bem meus amigos deixem-se de tretas! Ponham de parte os bons exemplos europeus e comecem a olhar mais atentamente para as barbaridades que têm sido feitas à Educação Nacional e questionem-se seriamente quanto aos malefícios futuros que toda esta gente "educada" vai provocar, ainda que inadvertidamente, ao nosso pequeno rectângulo!Bons estudos! :)