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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Coisas que valem a pena


Nasceu mais um bom blog e eu devo orgulhar-me de dizer que pertence ao colega de Mestrado e amigo. Do not kil my Grandad's Poetry. Vale a pena, o rapaz é um liberal cita GK Cherserton mas usa meias do Che Guevara. Uma visão espanhola de quem espera mais que Zapatero.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Onde é que eu já vi isto?

O historiador René Rémond escreve sobre as consequências da I Guerra Mundial: "O sucesso material desta categoria industriais de guerra, de comerciantes que especularam e traficaram, volta a pôr em causa as crenças tradicionais na superioridade do trabalho e na virtude da poupança, abala a estabilidade de valores que constituíam o decálogo da moral liberal e burguesa do século XIX"
in, Introdução à História do Nosso Tempo pág. 302

quinta-feira, 11 de junho de 2009

domingo, 26 de abril de 2009

Liberdade


Dizem por ai que não se vive bem o verdadeiro significado do 25 de Abril, não se dá o mesmo valor. Pois a mim não surpreende nada, o feriado calhou num sábado!
Eu defendo o 25 de Abril no sábado não tem liberdade.

terça-feira, 3 de março de 2009

E as escovas de dentes, não?

"Fábricas de arroz tomadas por militares venezuelanos" - esta noticia fez-me lembrar qualquer coisa tipo Direitos Humanos, mais propriamente o 17º artigo: "Todos têm o direito de possuir coisas e ninguém tem o direito de se apoderar sem razão".
Ainda bem que existe propriedade privada sobre as escova de dentes senão imaginem lá um militar venezuelano no vosso wc.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Malta, vamos dar vivas ao fim do liberalismo???


(imagem regime maoista)
Agora com a crise do mercado, existe aqueles intelectuais que declararam a morte ao velho liberalismo económico. Sim porque bom, mesmo bom é voltarmos ao old time Estalinistas-marxistas, em que as coisas corriam realmente bem, tirando o pequeno pormenor que esses regimes tenham morto milhares e milhões de pessoas e as sociedades não combinarem muito bem com a liberdade.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Conservadora, mas Liberal na Economia!


(Imagem retirada aqui)
Para satisfazer alguns que acham que ando muito pia nos últimos textos, aqui vai uma noticia que preocupa a minha versão liberal, a da na economia.
Quando leio no Publico que a ultima segunda-feira (ontem) foi a segunda-feira mais negra para o mercado desde 1987, ou seja desde quase do ano que nasci, fico preoucupada, mas não declaro o fim ao nosso sistema, nem ao capitalismo. Para entenderem melhor que quero dizer deixo abaixo um texto do economista César das Neves:
Neste momento de crise profunda, em que o sistema económico-financeiro parece derrocar em todo o lado, ouvem-se os comentadores de esquerda repetir, abanando a cabeça, que sempre tinham avisado disto. Não faltam até previsões de estertor final do capitalismo e prenúncios de um mundo novo.
Estas opiniões têm toda a razão, pois aqui se situa o principal defeito do sistema em que vivemos, que um dia o pode destruir. A economia de mercado vive permanentemente à beira do abismo e, por vezes, como em 1929, cai mesmo lá dentro. O nosso sistema baseia-se na liberdade de iniciativa. E a liberdade tem destes percalços. Podem culpar-se muitas leis, decisões, organismos, até erros e crimes, mas tudo isto só acontece devido à liberdade incontrolada.
Mas tais opiniões equivalem também a um homem que vai de carroça, vê um avião cair e afirma: «Eu bem disse que isto acabava mal!» O cocheiro tem toda a razão, mas não é por isso que as pessoas vão deixar de voar e voltar às seguras diligências.
As críticas são válidas. Mas os que as fazem não notam que o computador em que as escrevem e o blogue, jornal ou televisão em que as expressam existem apenas graças ao sistema que tanto abominam. Até a aspirina que tomam para tratar as dores de cabeça que o capitalismo lhes causa foi produzida graças aos produtos financeiros que lhes dão dores de cabeça.
Crises tão terríveis são, afinal, os custos daquele sistema que nos traz a prosperidade. Aquela mesma prosperidade que usamos para criticar o sistema. A insegurança, incerteza e até o tumulto são custos da liberdade.