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domingo, 23 de outubro de 2011

Hino Oficial da Beatificação do Papa João Paulo II

Esta musica é arrepiante, imaginem ouvir isto ao lado de milhões de pessoas na Praça de São Pedro no dia da Beatificação deste Santo, foi um momento único. O compositor é o bem conhecido Monsenhor Marco Frisina.
Agora também está traduzido e cantado em Português, aqui vai as duas versões, a oficial da noite da vigília do dia 1 de Maio de 2010 e a portuguesa, vale a pena ouvir, e apreender isto sim é uma musica bonita para a Missa.
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Oficial (aqui podem ver que o maestro é o compositor, Monsenhor Frisina):

Português:

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Amanhã: Comemorar, sem medo!

Comemorar, sem medo!
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Pela primeira vez, amanhã, a Igreja assinala a festa do beato João Paulo II.
A data escolhida tem a ver com o início oficial do seu Pontificado. De facto, a 22 de Outubro de 1978, o mundo ficou suspenso quando o primeiro Papa polaco da História nos pediu para não termos medo de acolher Cristo e aceitar o seu poder.
Ora aí está uma boa sugestão para comemorar, amanhã, esta festa em sua honra: escancarar, sem medo, as portas a Cristo!
Peçamos-lhe ajuda para Portugal e os portugueses, para a própria Europa e os outros continentes, para que o poder salvador de Cristo penetre os sistemas económicos e políticos, os vastos campos da cultura, da civilização e progresso. Peçamos-lhe, também, por nós, para não termos medo de abrir o coração a Cristo – única resposta plena ao desejo do Homem.
Tenho a certeza que, no dia da sua festa, o beato João Paulo II estará super-disponível para acolher os nossos pedidos.
Aura Miguel in Rádio Renascença online

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Publicidade a mim mesma: JMJ MADRID 2011


O artigo versão internet é mais pequeno que a versão de papel, e que o original, mas cá vai:
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DIZ JOVEM TERCEIRENSE Jornadas da Juventude são experiência "brutal"

Publicado na Quarta-Feira, dia 21 de Setembro de 2011, em Actualidade
Quando em 1985 o Papa João Paulo II criou as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), um encontro de católicos, especialmente dedicado aos jovens, numa altura que em a Igreja Católica se dizia estar a viver “uma crise”, estaria longe de imaginar que estava a idealizar o maior encontro de pessoas do mundo, que, em 1995, nas Filipinas, chegou aos quatro milhões de peregrinos.

Numa intervenção em Buenos Aires, durante as JMJ de 1987, o Santo Padre declarou “repito ante vós o que venho dizendo desde o primeiro dia do meu pontificado: que vós sois a esperança do Papa, a esperança da Igreja.".

Essas palavras, e a atitude de João Paulo II em combater a sua debilidade física com uma força espiritual gigantesca, levaram a jovem angrense Margarida Benedita a questionar-se como é que o Papa conseguia “com uma mensagem antiga, ou melhor, milenar, mover o mundo”.

A curiosidade levou-a a procurar saber mais sobre esta personalidade ímpar e o que descobriu impressionou-a tanto que “se converteu a uma vida católica” e, nesse mesmo ano, pegou numa mochila e foi até Colónia, Alemanha, para as JMJ, que marcaram a estreia do Papa Bento XVI neste evento, experiência que repetiu este ano em Madrid.

“ Não sabia de nenhum grupo dos Açores, penso que a nossa diocese não estava organizada, fui com um grupo de Viana do Castelo, não conhecendo quase ninguém mas fiz rapidamente grandes amizades, tínhamos os mesmos objectivos” recorda.

Dos dias passados na Alemanha guarda na memória a diversidade multicultural e a constatação que ali se vivia a realização prática da mensagem universal da Igreja. Destaca igualmente a figura de Bento VXI, recentemente eleito Papa, e que tantas dúvidas levantava aos meios de comunicação social.

“Na verdade, ele foi acolhido na sua terra natal, na Alemanha moderna, com um enorme amor e carinho de parte dos jovens”.

Classificando a experiência em Colónia como “brutal”, a ideia de voltar a umas JMJ passou a ser inquestionável, mas o facto da edição seguinte ter sido na longínqua Austrália fez com que esse projecto ficasse guardado para a capital espanhola.

Desta vez, Margarida Benedita foi integrada num grupo universitário, o Clube Darca de Lisboa, cidade onde está a concluir o mestrado.

Partiu com “expectativas altas”, por dois motivos, o facto de já ter experimentado o que eram as JMJ e depois, porque, graças às redes sociais “criou-se uma grande esperança sobre o encontro”, mas o que viveu Madrid “superou” essa já elevada fasquia com que partiu.

“O ambiente que se viveu foi intenso, de enorme alegria. As JMJ são uma situação tão peculiar, que trazem enormes dificuldades à organização, não só de segurança, mas os lugares para dormirmos, para comermos, casas de banhos etc. Notou-se que Espanha estava preparada, apesar destes jovens serem diferentes de outros aglomerados de pessoas, como um policia espanhol nos disse, "Tudo boa gente ", por principio são pessoas calmas, obedecem e sempre com uma enorme alegria, isso é visível pela simpatia que nos receberam, pela forma prestável que os empregados dos restaurantes nos atendiam, no metro, na rua, os bombeiros que nos atiravam com água”.

Apesar do destaque que teve na comunicação social os protestos levados a cabo por organizações espanholas contra este evento, Margarida Benedita realça que, na sua maioria, os madrilenos receberam de braços abertos os dois milhões de visitantes, destacando que, mesmo do ponto de vista económico, as JMJ foram benéficas, permitindo uma receita de 160 milhões de euros para a economia local.

Vocações e luta pela fé

“Veterana” de duas JMJ, quando questiona sobre os momentos mais marcantes que viveu, diz que “todos”, acabando por eleger três situações.

Em primeiro lugar, as vocações, raparigas e rapazes “que não tiveram medo de deixar o espaço confortável, consumista e egoísta que viciou a sociedade, e com enorme coragem, estes religiosos, celibatários, consagrados, missionários, padres apresentavam-se sempre de hábito ou batina, e isso em pleno verão, um exemplo para muitos padres e frades portugueses que parecem terem vergonha de mostrarem que vivem uma vida apaixonada por Jesus”.

Destaca também as centenas de jovens vindos de países “em que não existe liberdade religiosa”. Dos contactos mantidos com os grupos destes locais retirou exemplos como o dos chineses “que quando voltaram ao seu país foraminterrogados e se calhar até mesmo castigados por terem vindo, e como esses jovens vivem a fé de uma coerência, porque realmente para eles serem católicos, irem há missa ao domingo é uma verdadeira luta”.

Por fim, elogia a maneira como se tratava com respeito Jesus Consagrado na Eucaristia, a adoração e a palavra do Papa.

“Porque éramos 2 milhões de jovens, em constante barulho, aplausos, gritos e cânticos a toda a hora, mas quando era próprio, por exemplo nos momentos de oração, de adoração, para ouvir o Papa, a multidão de 2 milhões fazia um silêncio impressionante. É uma demonstração que não somos simples jovens histéricos a gritar pelo Papa, porque sim, há uma razão, os jovens que vão ás JMJ mostraram muitas vezes essa razão, essa profundidade que tem na sua vida!”

“Fora de moda”

Assumidamente católica, Margarida Benedita considera que, nos dias que correm, “ser Católico não está na moda”, mas rejeita a ideia que a Igreja esteja a atravessar um período de dificuldades, defendendo que a instituição deve manter-se fiel aos seus princípios, não podendo “ceder na verdade e facilitar para agradar às pessoas”.

“A felicidade não é facilidade, até pelo contrário, é luta. Como o Papa nos pediu em Portugal, a nossa vida tem de ser um lugar de beleza!”

A nível pessoal, diz que a sua fé não depende deste tipo de eventos, mas que celebrações como esta e o contacto que teve com o Papa a ajudam “muito na relação com Deus”.

As JMJ regressam em 2013, no Brasil. Margarida diz-se feliz pelo facto das próximas Jornadas serem “em língua português e num país com tradição de saber receber bem o Papa”, e alimenta a esperança de, mais uma vez pegar na mochila “com o Evangelho para ler no caminho e o terço e vou, seria uma grande aventura".

domingo, 15 de maio de 2011

sábado, 14 de maio de 2011

É tudo uma questão de liberdade


Como muita gente sabe este verão vai acontecer uma coisa fantástica, chama-se as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), criadas, pensadas, pelo Beato João Paulo II as JMJ são o encontro dos jovens com o Papa, como muitos ateus gostavam que fosse, mas não é um encontro qualquer com uns meninos tótós que por acaso gostam do Papa, é simplesmente o maior encontro de jovens de todo o mundo, de todas as culturas, de todos os cursos, de todas as cores, de todas as línguas, de todos os trabalhos etc...são milhares. Não há nem houve nada que juntasse tanta gente nova, nem concertos, nem concursos, nem desporto, é mesmo muita gente e gente boa, tudo para ouvir o Santo Padre.
Mas isso incomoda, e não é pouco. Incomoda porque o Papa pede coisas grandes, coisas fortes que vão contra toda o nosso comodismo social, o Papa pede para nós sermos Santos, e grita pelos jovens, pede para se viver a castidade, a fidelidade, a caridade. O impacto de umas JMJ é brutal, os frutos são enormes, grandes conversões e imensas vocação.
Mas como disse, isso incomoda e de tal maneira que em Espanha já se vive as consequências das JMJ que se irão realizar em Madrid a meados de Agosto.
Desde o inicio do ano tem sido os ataques frequentes à Igreja Católica, nas universidades até tiveram de acabar com a celebração da Santa Missa por falta de segurança, Igrejas vandalizadas, as marchas com profanações, contra a Igreja, contra o Papa, contra a imagem de Jesus tornam-se comuns, esta semana partiram uma livraria porque vendia livros do beato João Paulo II, no dia 13 de Maio houve manifestações ateias contra a Nossa Senhora e voltaram a partir Igrejas. Caso não tenham entendido isto passa-se em Madrid e não em Bagdad.
Realmente o Papa incomoda, porque o que Jesus pede é belo e verdadeiro, mas não é fácil nem é pouco. A mensagem da Igreja é rebelde, vai totalmente contra a concepção desta liberdade egoísta e deste Humanismo egocêntrico, por isso há quem não queira ouvir, e também há quem não queira ver que existe gente que quer muito mais dos homens, muito mais da vida quer a própria Vida!
As JMJ vieram "incendiar" Espanha, que pegue "fogo" a toda a Europa para sermos Felizes.

terça-feira, 12 de abril de 2011

MARQUEM NAS VOSSAS AGENDAS: DIA 22 DE OUTUBRO

O dia do Santo costuma ser o dia que o Senhor chama para o céu, mas porque 2 de Abril podem intercalar na altura das cerimonias da Páscoa, a Santa Sé decidiu que o dia do futuro beato e santo mas actual Venerável Papa João Paulo II será a 22 de Outubro. Marquem nas agendas.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Venerável Papa João Paulo II

(Esta foi a imagem que mais me faz pensar na sua santidade, um homem doente, velho, o nosso Pastor da Igreja, Vigário de Cristo, a receber Nosso Senhor de Joelhos, das mãos do seu futuro sucessor!)
Já agora cá vai: Site Oficial da sua Beatificação (e CANONIZAÇÃO)! AQUI: GIOVANNI PAOLO II Beatificazione e Canonizzazione Sitio Ufficiale

domingo, 3 de abril de 2011

Porque hoje é dia 2 de Abril

Foi à 6 anos que o Papa João Paulo II foi chamado à casa do Pai, à sua casa. Assim a frase do Papa será substituída por um texto muito poderoso, a sua pagela:
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Oração para pedir graças por intercessão do servo de Deus, o Papa João Paulo II

Ó Trindade Santa, nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o papa João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco. Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém

Sexta-Feira de Quaresma (IV)


A mais de metade do tempo de Quaresma, mas com a mesma força e entusiasmo para renovar o que se pretendeu viver.
Um desses fundadores modernos e Santo nos disse: "Começar é de todos; perseverar, de santos".
Mais um conselho de leitura, desta vez para 4ª Sexta-feira de Quaresma, vem um pouco atrasado, mas também fica a propósito do aniversário da morte do Papa João Paulo II, 2 de Abril de 2005! Assim o livro recomendado é a Encíclica Salvifici Doloris (1984) , de Sua Santidade Papa João Paulo II, o sentido Cristão do sofrimento humano. Não é pela legitimidade física que este Papa tinha e que conquistou muita gente, mas é pela forma como retrata o Amor Humano numa perspectiva totalmente Divina, vale a pena ler, vale a pena ler neste tempo litúrgico.
Dar mais profundidade à nossa vida, é inerente a nós o sofrimento, toda a gente sofre, que sentido? Que valor? Que razão?
« Completo na minha carne — diz o Apóstolo São Paulo, ao explicar o valor salvífico do sofrimento — o que falta aos sofrimentos de Cristo pelo seu Corpo, que é a Igreja ».
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Como todas as encíclicas, esta também está disponível em online: Salvifici Doloris

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Porque hoje é dia 20 de Fevereiro

"Neste momento a minha recordação volta ao dia 22 de Outubro de 1978, quando o Papa João Paulo II deu início ao seu ministério aqui na Praça de São Pedro. Ainda, e continuamente, ressoam aos meus ouvidos as suas palavras de então: "Não tenhais medo, abri de par em par as portas a Cristo!" O Papa dirigia-se aos fortes, aos poderosos do mundo, os quais tinham medo que Cristo pudesse tirar algo ao seu poder, se o tivessem deixado entrar e concedido a liberdade à fé. Sim, ele ter-lhes-ia certamente tirado algo: o domínio da corrupção, da perturbação do direito, do arbítrio. Mas não teria tirado nada do que pertence à liberdade do homem, à sua dignidade, à edificação de uma sociedade justa. O Papa falava também a todos os homens, sobretudo aos jovens. Porventura não temos todos nós, de um modo ou de outro, medo, se deixarmos entrar Cristo totalmente dentro de nós, se nos abrirmos completamente a Ele, medo de que Ele possa tirar-nos algo da nossa vida? Não temos porventura medo de renunciar a algo de grandioso, único, que torna a vida tão bela? Não arriscamos depois de nos encontrarmos na angústia e privados da liberdade? E mais uma vez o Papa queria dizer: não! Quem faz entrar Cristo, nada perde, nada absolutamente nada daquilo que torna a vida livre, bela e grande. Não! Só nesta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só nesta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só nesta amizade experimentámos o que é belo e o que liberta. Assim, eu gostaria com grande força e convicção, partindo da experiência de uma longa vida pessoal, de vos dizer hoje,queridos jovens: não tenhais medo de Cristo! Ele não tira nada, ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Sim, abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira. Amém."

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Coerência



"É fácil ser coerente por um dia ou por alguns uns dias. Difícil e importante é ser coerente toda a vida. É fácil ser coerente na hora da exaltação, difícil sê-lo na hora da tribulação. E só se pode chamar fidelidade a uma coerência para toda a vida" Venerável Papa João Paulo II no México

Conversas sobreAmesa: Igreja São Nicolau

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Ora Pro Nobis

"Repito mais uma vez, a todos os homens contemporâneos, o grito apaixonado com que iniciei o meu serviço pastoral: NÃO TENHAIS MEDO! ABRI, OU ANTES, ESCANCARAI AS PORTAS A CRISTO! NÃO TENHAIS MEDO! Cristo sabe bem o que esta dentro do Homem, só Ele o sabe! O Homem é amado por Deus! Este é o mais simples e comovente anuncio de que a Igreja é devedora ao Homem. A palavra e a vida de cada cristão podem e devem fazer ecoar este anuncio: Deus ama-te, Cristo veio por ti, para ti Cristo é "Caminho, Verdade, Vida"
Papa e futuro beato a partir do dia 1 de Maio João Paulo II