segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Eis a diferença: JMJ Madrid
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Alguém pode enfiar esta noticia pela cabeça abaixo dos "indignados" espanhóis:

JMJ 2011: Madrid encaixou mais de 150 milhões de euros
Madrid, 22 ago 2011 (Ecclesia) – A Câmara do Comércio de Madrid e da Confederação de Empresários de Madrid estimou em 160 milhões de euros o total arrecadado durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), referiu o seu presidente ao jornal ‘El País’.
A iniciativa, promovida pela Igreja Católica, decorreu em Madrid, entre terça-feira e domingo, sob o lema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, reunindo mais de um milhão de peregrinos, dos quais 12 mil portugueses.
A Confederación de Comercio de Madrid (COCEM) adiantou, por seu lado, que os ‘tickets’ de refeição dos peregrinos permitiram um ganho de 39 milhões de euros e que a ocupação hoteleira aumentou em 30%, face aos números normais de agosto.
Em comunicado, a COCEM manifesta a sua “satisfação pela imagem da capital que se transmitiu ao mundo”.
O diretor-geral da Associação Empresarial de Hostelaria da Comunidade de Madrid 'La Viña', Juan José Blardony, soma a estes números um benefício de 22,5 milhões de euros para os associados.
A direção financeira da JMJ 2011 afirmou por diversas vezes que esta iniciativa da Igreja Católica tinha “custo zero” para os contribuintes espanhóis e daria mesmo lucro à cidade.
A Jornada de 2011 teve um orçamento de 50 milhões de euros, sustentando em larga medida (31 milhões de euros, 62% do total) pelas inscrições dos peregrinos (mais de 456 mil), procedendo o restante de patrocínios e donativos particulares.
Os gastos públicos com a viagem do Papa e a JMJ estiveram na origem de protestos de várias organizações espanholas, durante a última semana, que degeneraram em confrontos com a polícia.
OC
terça-feira, 19 de julho de 2011
Quem manda na minha roupa sou eu; e a moda; e a sociedade; e as t-shirts do Che Guevara; e a UCP

domingo, 3 de julho de 2011
Tratado sobre a liberdade:

Vamos desistir da Vida???
Pedro Vaz Patto, escreve sobre a legitimidade da luta pro-vida, na questão do aborto:IRREVERSÍVEL, PORQUÊ?
Voz da Verdade, 2011-07-03
Esta ideia de uma inexorável lei histórica choca, porém, com os princípios que regem as democracias e as sociedades abertas, onde, como também foi a propósito salientado, temas como este não podem ser “tabu”. «O futuro está aberto» - salientava Karl Popper quando contrapunha esses princípios à visão marxista de uma história fechada e pré-determinada.
E essa suposta irreversibilidade também não é confirmada pela história recente. A Polónia tem hoje, e na sequência da queda do regime comunista, uma legislação que restringe acentuadamente o aborto, com reflexos efectivos na sua prática, depois de ter conhecido uma experiência de verdadeira banalização. A opinião pública dos Estados Unidos – confirmam-no os mais recentes estudos – aceita cada vez menos o status quo da liberalização do aborto - de que esse país foi pioneiro desde o longínquo ano de 1973 - e a tendência pró-vida é aí hoje quase maioritária. Por estes dias, discute-se na Rússia uma alteração legislativa, com motivações de ordem ética e demográfica, tendente à restrição do aborto (designadamente o fim do seu financiamento público), cuja prática chega actualmente aos 74 por cada 100 nascimentos.
Quanto ao “retrocesso civilizacional”, uma ideia não deixa de me vir à mente.
No Império Romano, os primeiros cristãos distinguiam-se do comum das pessoas por não aderirem a uma prática então generalizada: a morte ou abandono de crianças recém-nascidas e não desejadas. Assim o afirma a célebre Carta a Dioneto, que traça um retrato desse grupo. Ilustres filósofos gregos e latinos aceitaram essa prática sem remorsos. Se hoje ela nos choca, devemo-lo às raízes judaico-cristãs da nossa cultura. Na tutela da vida, em especial das crianças, dos deficientes, dos mais débeis e indefesos, identificamos um sinal de autêntico progresso civilizacional. Progressos civilizacionais, encontramo-los no cada vez menos frequente recurso à pena de morte, ou à guerra como forma de resolução dos conflitos. É a cada vez mais acentuada tutela da vida humana que pode representar um progresso civilizacional. Não certamente o contrário.
Assistimos hoje, porém, ao requestionar da ilicitude moral do infanticídio. Influentes filósofos como Peter Singer e Michael Tooley defendem a licitude dessa prática. A razão fundamental tem a ver com a “desumanização” da criança recém-nascida a partir de argumentos que também serviram para “desumanizar” o feto e assim legitimar o aborto; se o feto não é pessoa, também não o é a criança recém-nascida; se o feto deficiente não tem direito à vida, também não o terá a criança recém-nascida com uma deficiência que só então possa ser detectada. Afinal, o que distingue substancialmente um ser humano pouco antes ou pouco depois de nascer?
Não será certamente este um “progresso civilizacional”. Regressamos a visões pré-cristãs que se pensariam superadas, além do mais porque também contrárias a qualquer visão humanista.
Para muitos, e por isto mesmo, a liberalização do aborto nunca poderá ser vista como “progresso civilizacional”. Têm, pelo menos, o direito de ser ouvidos e considerados, e não marginalizados como “ultra-conservadores “ ou “ultra minoritários”.
sábado, 14 de maio de 2011
É tudo uma questão de liberdade

quarta-feira, 11 de maio de 2011
Cuidado a ERC anda a regular

domingo, 3 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Chama-lhe o que tu quiseres....

sábado, 19 de março de 2011
Obrigada por me esclarecerem que o crucifixo está de acordo com os Direitos Humanos

terça-feira, 15 de março de 2011
Estamos nós no século XXI?
Como é possível isto acontecer, num país desenvolvido, democrático em pleno século XXI: Libertaram o bebé Joseph! (clica)
sexta-feira, 4 de março de 2011
Ainda existe Martires

quarta-feira, 2 de março de 2011
Sinto vergonha desta sociedade: revista happy

terça-feira, 1 de março de 2011
L'état c'est moi?

sábado, 26 de fevereiro de 2011
[in]tolerância

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Há uma linha que separa o bem e o mal, a vida e a morte



