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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Nós os Católicos


(Este é o quadro que tenho sobre a minha cama, o fresco triunfo de São Tomás de Aquino sobre a heresia, foi um postal oferecido por um monge dominicano em Roma durante a semana Santa do ano passado)
Já o César das Neves dizia, a principal vitória dos que são contra a Igreja foi conseguir convencer os próprios católicos de que a sua história não presta

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Queda do Muro de Berlim: 20 anos depois viva a revolução de 1989


Há 20 anos atrás, por mais incrível que pareça à 20 anos, quando eu tinha 3 anos, existia uma Europa sem Liberdade, uma Europa autoritária, uma Europa infeliz, por detrás de um muro, escondida sobre os grafittis e o arame farpado. A chamada cortina de ferro. Fazendo crer que a utopia tinha sido um sucesso. Mas o medo de demonstrar o grande fracasso foi tal que se afugentou toda a oposição, toda a liberdade, toda a criatividade humana. Sair para o outro lado é que não, afinal porquê trocar a ditadura do proletariadoa pela lata de Coca-cola ?
É verdade, o muro de Berlim foi à tão pouco tempo.
A sua queda foi um grande momento histórico, foi uma lufada de ar fresco, como diria o Papa João Paulo II : "Agora sim, a Europa respira com dois pulmões". Foi um dos maiores e melhores momentos da História da Europa.
Assim sim,hasta la revolucion siempre.
Revolução esta que neste dia devia-nos inspirar, revolução de coragem, de orações, de artistas, revolução de escritores e jornalistas, de homens e mulheres, revolução da alma e da liberdade.
Foram 130 pessoas que morreram só a tentar passar o muro.
Agora, 20 anos depois, é tempo de destruir outros muros que guardam na cabeça de muita gente ideologias opressivas e mortíferas disfarçadas de igualdade e tolerância.
E para a queda desses muros, nada melhor que o exemplo da Historia e da verdadeira Verdade.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Onde é que eu já vi isto?

O historiador René Rémond escreve sobre as consequências da I Guerra Mundial: "O sucesso material desta categoria industriais de guerra, de comerciantes que especularam e traficaram, volta a pôr em causa as crenças tradicionais na superioridade do trabalho e na virtude da poupança, abala a estabilidade de valores que constituíam o decálogo da moral liberal e burguesa do século XIX"
in, Introdução à História do Nosso Tempo pág. 302

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

sábado, 20 de setembro de 2008

HOMENAGEM EM BLOG: Juliana Couto Arquitectura


Encontrei neste blog da Juliana Couto (clica), uma arquitecta terceirense, esta maravilhosa homenagem ao historiador. Aqui fica o artigo:

"Colecção de Francisco Ernesto Oliveira Martins classificada pelo Governo Regional
Esta notícia não está propriamente relacionada com Arquitectura, mas é com muito gosto que hoje li no Diário Insular que a colecção de arte de Francisco Ernesto de Oliveira Martins foi classificada finalmente pelo Governo Regional.
No entanto, penso poder afirmar que este coleccionador e historiador de Arte terá sido o primeiro a escrever sobre a arquitectura açoriana, com a publicação do livro Arquitectura nos Açores-Subsídios para o seu Estudo, em 1983. Esta edição está esgotadíssima mas após muita procura consegui encontrar um exemplar num alfarrabista em Lisboa, que por coincidência continha uma dedicatória do Dr. Mota Amaral para o Dr. Mendonça e Cunha, na altura Embaixador português no Vaticano!
Tenho pelo Sr. Francisco uma enorme admiração, não só por me ter dado grande auxílio na elaboração da minha prova final no âmbito do sexto ano do curso pela FAUP, através dos seus livros e dos seus conhecimentos, mas também por ser uma delícia ouvir as suas histórias peculiares.
Foi ele quem me incentivou a tentar publicar o meu trabalho e a procurar apoio junto de Instituições. Embora tenha constado parte do meu trabalho na revista Atlântida de 2006, Vol. LI, do Instituto Açoriano da Cultura- IAC, ainda me questiona se já desisti de publicar o livro na sua totalidade.
Para além de uma referência no estudo da Arte açoriana, o Sr. Francisco é para mim um exemplo de preserverança, já com 36 livros publicados... e em vias de lançar uma nova obra..."

terça-feira, 1 de abril de 2008

já agora....




....um pouco da história da vida desta verdadeira feminista:

Carolina Michaëlis de Vasconcelos (Berlim, 15 de Março de 1851 — Porto, 22 de Outubro de 1925) foi a mais célebre filóloga da língua portuguesa.
Ela foi crítica literária, escritora, lexicógrafa, investigadora e a primeira mulher a leccionar numa universidade portuguesa, na Universidade de Coimbra. Ela tem grande importância como mediadora entre a cultura portuguesa e a cultura alemã.
Nascida em Berlim na Alemanha, ela era portuguesa por casamento e por devoção. Em 1876 ela se casaria com Joaquim António da Fonseca Vasconcelos, musicólogo e historiador de arte.
O trabalho de investigação de Carolina Michaëlis levou-a a corresponder com inúmeros nomes grandes da cultura, por exemplo como os portugueses Eugénio de Castro, Antero de Quental, João de Deus de Nogueira Ramos, Henrique Lopes de Mendonça, José Leite de Vasconcelos, o Conde de Sabugosa, Teófilo Braga, Trindade Coelho, Anselmo Braamcamp Freire, Sousa Viterbo, Alexandre Herculano, os médicos e escritores António Egas Moniz e Ricardo Jorge, os espanhóis Menéndez y Pelayo e Menéndez Pidal, sem falar das personalidades francesas, inglesas e alemãs.

Obras:

  • Poesias de Sá de Miranda, 1885
  • História da Literatura Portuguesa, 1897
  • A Infanta D. Maria de Portugal e as suas Damas (1521-1577), 1902
  • Cancioneiro da Ajuda (2 volumes), 1904
  • Dicionário Etimológico das Línguas Hispânicas
  • Estudos sobre o Romanceiro Peninsular: Romances Velhos em Portugal
  • As Cem Melhores Poesias Líricas da Língua Portuguesa, 1914
  • A Saudade Portuguesa, 1914
  • Notas Vicentinas: Preliminares de uma Edição Crítica das Obras de Gil Vicente, 1920-1922
  • Autos Portugueses de Gil Vicente y dela Escuela Vicentina, 1922
  • Mil Provérbios Portugueses

Fonte: wikipédia

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

O nosso canivete suíço

Ainda ontem na FCSH uma amiga, chamemos "a tripas de porco", disse-me que nunca mais tínhamos criado uma piada sobre o historiador, o europeísta, o politólogo, o comunitarista, o professor doutor (...entre outras), António Costa Pinto. Se em outros tempos abríamos a tv e víamos o ACP, hoje já estou deveres saudosa, onde estão os programas de opinião publica em que os velhotes, entre outros portugueses reformados, telefonavam em defesa do Professor Oliveira Salazar enquanto Costa Pinto dava o seu melhor olhar para a câmara.
Se noutras discussões em outros blog's ACP foi considerado um "conhecido branqueador fascista: o Professor António Costa Pinto[por causa do livro“Os Camisas Azuis”]" (O que não deixa de ser engraçado por ser tão estúpido, a não ser que a esquerda seja fascista e a historia deixe de ser contada de uma forma cientifica e positivista e passa a ser um laboratório de ideologias), já este blog presta uma homenagem ao Professor, criando uma avenida com o seu nome, na cidade de Lisboa mesmo ao lado da conhecida buate "O Elefante Branco".Por isso cara amiga tripas de porco, à moda do Porto, aconselho-te a ler : “‘Chaos’ and ‘Order’: Preto, Salazar and Charismatic Appeal in Inter-war Portugal” (pdf)
Fora de brincadeiras está muito interesante, estás a ver como eu gosto do senhor em questão.