segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Paga tu a tua cerveja:


Encontrei uma publicidade que me tinham dado na Cidade Universitária (confesso que é de Maio) de uma festa da cerveja organizada pela associação de Estudantes da Universidade de Direito de Lisboa (FDL), já é mau as associações de estudantes basearem o seu trabalho académico à volta destes momentos culturais que são as festas das cervejas, que servem sobretudo para os estudantes enfrascarem-se em.... cerveja, mas isso já toda a gente sabe o pior é mesmo que a festa da bebedeira era patrocinada pelo IPJ, ou seja somos nós!!!!!

Eis a pergunta...

Será que um país que passa as imagens mórbidas de um assassinato, e que faz vistas publicas ao cadáver do ex-líder onde as pessoas podem bater e certificar que está realmente morto, é um país preparado para a democracia? Tenho medo das Primaveras Árabes.
É que apesar de tudo Khadafi era um homem.


Coisas boas deste governo:

Aqui e Aqui

domingo, 23 de outubro de 2011

Hino Oficial da Beatificação do Papa João Paulo II

Esta musica é arrepiante, imaginem ouvir isto ao lado de milhões de pessoas na Praça de São Pedro no dia da Beatificação deste Santo, foi um momento único. O compositor é o bem conhecido Monsenhor Marco Frisina.
Agora também está traduzido e cantado em Português, aqui vai as duas versões, a oficial da noite da vigília do dia 1 de Maio de 2010 e a portuguesa, vale a pena ouvir, e apreender isto sim é uma musica bonita para a Missa.
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Oficial (aqui podem ver que o maestro é o compositor, Monsenhor Frisina):

Português:

Para rezar....

Imagem tirada DAQUI.

sábado, 22 de outubro de 2011

DIA 22 de Outubro dia do Beato Papa JOÃO PAULO II

Para Rezar

DIA 22 de Outubro dia do Beato Papa JOÃO PAULO II

O Papa? Mas quantas divisões tem o Papa? Perguntava Estaline quando se tratava do Vaticano na política internacional. Divisões, divisões, o Papa não tinha nenhuma. Mas como se viu, não precisou delas para derrotar o comunismo. (Nuno Severiano Teixeira)
O Estaline esqueceu-se que a arma de um Papa é a sua santidade!

Obrigada Papa João Paulo II


Por teres beijado o mundo, mesmo este sendo como é!

Obrigada Papa João Paulo II


Porque nos ensinaste que o sofrimento não tem um porquê, mas um para quê!

O teu caminho


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Porque hoje é dia 21 de Outubro


«Arde de Amor tu, assim serás em posição de atrair um outro»
SANTO AGOSTINHO, Serm. 357, 4

Amanhã: Comemorar, sem medo!

Comemorar, sem medo!
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Pela primeira vez, amanhã, a Igreja assinala a festa do beato João Paulo II.
A data escolhida tem a ver com o início oficial do seu Pontificado. De facto, a 22 de Outubro de 1978, o mundo ficou suspenso quando o primeiro Papa polaco da História nos pediu para não termos medo de acolher Cristo e aceitar o seu poder.
Ora aí está uma boa sugestão para comemorar, amanhã, esta festa em sua honra: escancarar, sem medo, as portas a Cristo!
Peçamos-lhe ajuda para Portugal e os portugueses, para a própria Europa e os outros continentes, para que o poder salvador de Cristo penetre os sistemas económicos e políticos, os vastos campos da cultura, da civilização e progresso. Peçamos-lhe, também, por nós, para não termos medo de abrir o coração a Cristo – única resposta plena ao desejo do Homem.
Tenho a certeza que, no dia da sua festa, o beato João Paulo II estará super-disponível para acolher os nossos pedidos.
Aura Miguel in Rádio Renascença online

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

É que faz todo o sentido

O tipo que inventou a Anestesia era dentista!
Americano, chamava-se Horace Wells e foi utilizada pela primeira vez em 1840, ainda bem que eu nasci no século XX.

Eu estive aqui:

Foi histórico

Hoje é o dia de São Lucas

Fez-me pensar se os políticos lessem o Evangelho não estaríamos em crise.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Grande notícia para o Ocidente:


O Papa anunciou que o ano 2012 será o "Ano da Fé", com data marcada: 11-X-2012 a 24-XI-2013.

o amor ao silêncio:

O Papa cumpriu, uma visita pastoral à região da Calábria, em Itália, onde visitou a comunidade contemplativa da Cartuxa, da Serra de São Bruno. Aí, o Papa sublinhou a importância do silêncio, de que o Homem Moderno parece ter cada vez mais receio. "Cada vez mais, mesmo sem se aperceberem, as pessoas vivem num mundo virtual, por causa das mensagens audiovisuais que acompanham a sua vida de manhã à noite. Os mais jovens, que nasceram já nesta condição, parecem querer encher de música e imagens todos os momentos vazios, como se tivessem medo de ouvir justamente esse vazio. Trata-se de uma tendência que sempre existiu especialmente entre os jovens e nos contextos urbanos mais desenvolvidos mas hoje essa realidade alcançou um nível tal que se pode falar de mutação antropológica", disse Bento XVI O Papa acrescentou que "há pessoas que já não são capazes de permanecer muito tempo em silêncio e em solidão", tendo, de seguida, deixado uma palavra especial aos irmãos da Cartuxa: "Por vezes, aos olhos do mundo, parece impossível permanecer toda a vida num mosteiro, mas na realidade é preciso toda uma vida para entrar nesta união com Deus, na realidade essencial e profunda que é Jesus Cristo. Por isso vim aqui hoje - queridos irmãos da comunidade da Cartuxa da serra de São Bruno - para vos dizer que a Igreja precisa de vós, que vós precisais da Igreja. O vosso lugar não é marginal, nenhuma vocação é marginal no povo de Deus: somos um só corpo em que cada membro é importante e tem a mesma dignidade e é inseparável do todo. Também vós, que viveis num voluntário isolamento, estais de facto no coração da Igreja, e fazeis correr nas suas veias o sangue puro da contemplação e do amor de Deus".

terça-feira, 11 de outubro de 2011

já que estamos no mês das missões: o que ando a ler


No dia 6 de Abril de 2011 o Papa Bento XVI aconselhou os fiéis a "redescobrir esse pequeno-grande tesouro" da autobiografia de Santa Teresa de Lisieux, "História de uma alma".
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Encontrei à uns tempos na minha sala e comecei a ler, é dos livros mais bonitos pela simplicidade das coisas profundas. Conheço muita gente que se converteu com estas páginas, tu também te converterás à tua maneira...

A new age é mais ou menos isto:

É bom quando Ele está dentro de nós


A palavra "entusiasmo" significa, na sua raiz grega, "endeusamento", Deus dentro de nós.
Jutta Burggraf
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ideia tirada daqui: Clica

sábado, 8 de outubro de 2011

Agora está na moda os óculos de massa preta:



Pode ser que também fique na moda ser Padre ou ser Santo (tipo São Josémaria....)

Eis a pergunta:

Ontem vi no telejornal que o encerramento da campanha de Alberto João Jardim foi um concerto do Tony Carreira. Podemos perguntar quem pagou o artista (inter)nacional?

Mas não subestimem, porque as letras de Tony Carreira até podem ter um certo conteúdo politico, p. ex: "O mesmo de sempre No mesmo caminho"

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Viva a cultura!




Mudar o mundo cabe nas tuas mãos:



Hoje é o dia da Nossa Senhora do Rosário

Porque ontem foi o dia de São Bruno

Deixo aqui uma proposta para os meu amigos e conhecidos rapazes:

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Thank You



A história de Steve Jobs é conhecida e admirada, criou uma das maiores empresas de sempre, juntou uma grande capacidade de criatividade com um enorme coração e conquistou muita gente. Ontem um amigo meu perguntava, imaginem se Steve Jobs não tivesse sido adoptado, se tivesse sido abortado? Lembro-me quando Catarina Furtado no programa "prós e contras" usou o abandono de crianças nos orfanatos como uma razão para a legalização do aborto. Pense nisso.
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"A única maneira de fazer um trabalho extraordinário é se amares aquilo que fazes. Se ainda não o encontraste, continua a procurar. Não te acomodes. Tal como com os assuntos do coração, tu saberás quando é que o encontraste." - Steve Jobs, thank you!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

No dia 6 de Outubro de 2002


No dia 6 de Outubro de 2002, foi para mim um dia normal nada especial e como um dia normal vi televisão e lembro-me das noticias sobre a canonização de São Josémaria Escrivá, juntamente com os comentário pseudo eruditos de "como seria possível a Igreja Católica canonizar o fundador do Opus Dei?"
Apesar de ter passado 9 anos nunca mais me esqueço daqueles comentários! (penso que os jornalistas aproveitaram bem a ocasião não só para falar mal do Opus Dei como para falar mal do Papa e da Igreja e dos Católicos.)
Foi assim, à 9 anos, que conheci São Josémaria Escrivá um fundamentalista e conservador da Igreja Católica, que fundou uma organização equiparada à máfia italiana! Uma ideia preconcebida, bem elaborada pelos nossos jornalistas, é verdade! Mesmo sabendo da má qualidade jornalística nunca pus em questão que São Josémaria era isso tudo e se pudesse eu também o culpava da crise.
Não tem nada a ver, mas um dia perguntaram-me "porque que os Esquimós não comiam pinguins?" eu pensei em mil coisas, porque a carne dos pinguins não é saborosa, porque os pinguins estão em vias de extinção, porque os pinguins são uma espécie de animal de estimação dos esquimós etc... ate que me disseram "Não, porque estão separados por milhões de km os esquimós vivem no Polo Árctico ou seja no Polo Norte e os pinguins no Polo Sul!" O que dá tirar conclusões sem observar: estupidez!
A Observação é um método cientifico que consiste ver, perceber. Como é que eu posso interpretar uma coisa que nunca vi, que não conheço?
No dia 6 de Outubro de 2002 eu era uma jovem de 16 anos e sem saber eu era uma criança, com pretensões rebeldes, e apesar de me dizer Católica não gostava deste novo Santo Escrivá, ou seja, com os meus 16 anos, ainda bem, eu tinha somente bom humor e... a rebeldia jovem de querer mudar o mundo mas para mudar o mundo é preciso conhecer o mundo e o que eu fazia era criticar o mundo apaixonadamente, agora aprendi a amar o mundo apaixonadamente!
Quando me dei o trabalho de conhecer o Opus Dei, conheci pela vida das pessoas da Obra a grandeza deste Santo...(é cientifico: Observar para depois interpretar!)
Eu percebo porque São Josémaria consegue irritar tanta gente, porque ele realmente tinha uma vida santa, e não só queria isso para si como propôs a todos os seus filhos d'Opus Dei, ele fala de uma vida exigente, é intransigente à mensagem de Deus, não é um homem híbrido e relativista, e apesar de ser um homem do mundo não é mundano, quem lê a biografia de São Josémaria vê que é um homem verdadeiramente enamorado, e como tal cuida bem do seu Amor, isso chateia, chateia os ateus, os agnósticos, os católicos adversativos, a new age etc... O Beato João Paulo II disse isso, numa mensagem aos sacerdotes na 5ªf santa de 2001: «o cristianismo proposto não pode ficar reduzido a um medíocre compromisso de honestidade segundo critérios sociológicos, mas deve visar verdadeiramente a santidade».
Jesus diz no Evangelho quem estiver com Ele será perseguido, por isso outros comentários jornalisticos não seria de se esperar do dia 6 de Outubro de 2002, dia que eu não tive a maturidade suficiente para perceber a santidade.
Um doutor da Igreja, Santo Ambrósio escreveu: "Aquele que luta tem o que esperar, onde há luta à coroa". Não havia duvidas que Josémaria encontrava-se na Gloria de Deus, mas ainda bem que existiu o dia 6 de Outubro de 2002, porque é importante sabermos que há santos do nosso século e por favor que venham mais, que seja também o Álvaro, a Paquita & Tomás, Guadalupe, Isidoro, Eduardo, Montse...
Desde que este santo entrou na minha vida deixou muito de si! A vida de um homem em Graça é talvez a maior prova de existência de Deus isso chateia, e chateou no dia 6 de Outubro de 2002.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Diz-me o que lês que eu digo o que te andam a pôr no cérebro


Ainda sobre a minha universidade e sobre livros. Neste mês a livraria da Universidade Católica (sim Católica porque pertence à Igreja Católica) tem na montra um livro de Hans Kung e logo abaixo o livro do Papa Bento XVI, é legitimo perguntar quem é o decorador da vitrine? E quando é que dão os 10% de desconte para o "Código da Vinci"?

Eis a pergunta...

Aconteceu a uma colega minha do mestrado, roubaram-lhe na biblioteca da Universidade o livro "O Tratado da Politica" de Aristóteles, agora pergunto: Será que o ladrão depois de ler e reparar nas questões éticas levantadas pelo filosofo irá devolve o que roubou?

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Publicidade a mim mesma: JMJ MADRID 2011


O artigo versão internet é mais pequeno que a versão de papel, e que o original, mas cá vai:
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DIZ JOVEM TERCEIRENSE Jornadas da Juventude são experiência "brutal"

Publicado na Quarta-Feira, dia 21 de Setembro de 2011, em Actualidade
Quando em 1985 o Papa João Paulo II criou as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), um encontro de católicos, especialmente dedicado aos jovens, numa altura que em a Igreja Católica se dizia estar a viver “uma crise”, estaria longe de imaginar que estava a idealizar o maior encontro de pessoas do mundo, que, em 1995, nas Filipinas, chegou aos quatro milhões de peregrinos.

Numa intervenção em Buenos Aires, durante as JMJ de 1987, o Santo Padre declarou “repito ante vós o que venho dizendo desde o primeiro dia do meu pontificado: que vós sois a esperança do Papa, a esperança da Igreja.".

Essas palavras, e a atitude de João Paulo II em combater a sua debilidade física com uma força espiritual gigantesca, levaram a jovem angrense Margarida Benedita a questionar-se como é que o Papa conseguia “com uma mensagem antiga, ou melhor, milenar, mover o mundo”.

A curiosidade levou-a a procurar saber mais sobre esta personalidade ímpar e o que descobriu impressionou-a tanto que “se converteu a uma vida católica” e, nesse mesmo ano, pegou numa mochila e foi até Colónia, Alemanha, para as JMJ, que marcaram a estreia do Papa Bento XVI neste evento, experiência que repetiu este ano em Madrid.

“ Não sabia de nenhum grupo dos Açores, penso que a nossa diocese não estava organizada, fui com um grupo de Viana do Castelo, não conhecendo quase ninguém mas fiz rapidamente grandes amizades, tínhamos os mesmos objectivos” recorda.

Dos dias passados na Alemanha guarda na memória a diversidade multicultural e a constatação que ali se vivia a realização prática da mensagem universal da Igreja. Destaca igualmente a figura de Bento VXI, recentemente eleito Papa, e que tantas dúvidas levantava aos meios de comunicação social.

“Na verdade, ele foi acolhido na sua terra natal, na Alemanha moderna, com um enorme amor e carinho de parte dos jovens”.

Classificando a experiência em Colónia como “brutal”, a ideia de voltar a umas JMJ passou a ser inquestionável, mas o facto da edição seguinte ter sido na longínqua Austrália fez com que esse projecto ficasse guardado para a capital espanhola.

Desta vez, Margarida Benedita foi integrada num grupo universitário, o Clube Darca de Lisboa, cidade onde está a concluir o mestrado.

Partiu com “expectativas altas”, por dois motivos, o facto de já ter experimentado o que eram as JMJ e depois, porque, graças às redes sociais “criou-se uma grande esperança sobre o encontro”, mas o que viveu Madrid “superou” essa já elevada fasquia com que partiu.

“O ambiente que se viveu foi intenso, de enorme alegria. As JMJ são uma situação tão peculiar, que trazem enormes dificuldades à organização, não só de segurança, mas os lugares para dormirmos, para comermos, casas de banhos etc. Notou-se que Espanha estava preparada, apesar destes jovens serem diferentes de outros aglomerados de pessoas, como um policia espanhol nos disse, "Tudo boa gente ", por principio são pessoas calmas, obedecem e sempre com uma enorme alegria, isso é visível pela simpatia que nos receberam, pela forma prestável que os empregados dos restaurantes nos atendiam, no metro, na rua, os bombeiros que nos atiravam com água”.

Apesar do destaque que teve na comunicação social os protestos levados a cabo por organizações espanholas contra este evento, Margarida Benedita realça que, na sua maioria, os madrilenos receberam de braços abertos os dois milhões de visitantes, destacando que, mesmo do ponto de vista económico, as JMJ foram benéficas, permitindo uma receita de 160 milhões de euros para a economia local.

Vocações e luta pela fé

“Veterana” de duas JMJ, quando questiona sobre os momentos mais marcantes que viveu, diz que “todos”, acabando por eleger três situações.

Em primeiro lugar, as vocações, raparigas e rapazes “que não tiveram medo de deixar o espaço confortável, consumista e egoísta que viciou a sociedade, e com enorme coragem, estes religiosos, celibatários, consagrados, missionários, padres apresentavam-se sempre de hábito ou batina, e isso em pleno verão, um exemplo para muitos padres e frades portugueses que parecem terem vergonha de mostrarem que vivem uma vida apaixonada por Jesus”.

Destaca também as centenas de jovens vindos de países “em que não existe liberdade religiosa”. Dos contactos mantidos com os grupos destes locais retirou exemplos como o dos chineses “que quando voltaram ao seu país foraminterrogados e se calhar até mesmo castigados por terem vindo, e como esses jovens vivem a fé de uma coerência, porque realmente para eles serem católicos, irem há missa ao domingo é uma verdadeira luta”.

Por fim, elogia a maneira como se tratava com respeito Jesus Consagrado na Eucaristia, a adoração e a palavra do Papa.

“Porque éramos 2 milhões de jovens, em constante barulho, aplausos, gritos e cânticos a toda a hora, mas quando era próprio, por exemplo nos momentos de oração, de adoração, para ouvir o Papa, a multidão de 2 milhões fazia um silêncio impressionante. É uma demonstração que não somos simples jovens histéricos a gritar pelo Papa, porque sim, há uma razão, os jovens que vão ás JMJ mostraram muitas vezes essa razão, essa profundidade que tem na sua vida!”

“Fora de moda”

Assumidamente católica, Margarida Benedita considera que, nos dias que correm, “ser Católico não está na moda”, mas rejeita a ideia que a Igreja esteja a atravessar um período de dificuldades, defendendo que a instituição deve manter-se fiel aos seus princípios, não podendo “ceder na verdade e facilitar para agradar às pessoas”.

“A felicidade não é facilidade, até pelo contrário, é luta. Como o Papa nos pediu em Portugal, a nossa vida tem de ser um lugar de beleza!”

A nível pessoal, diz que a sua fé não depende deste tipo de eventos, mas que celebrações como esta e o contacto que teve com o Papa a ajudam “muito na relação com Deus”.

As JMJ regressam em 2013, no Brasil. Margarida diz-se feliz pelo facto das próximas Jornadas serem “em língua português e num país com tradição de saber receber bem o Papa”, e alimenta a esperança de, mais uma vez pegar na mochila “com o Evangelho para ler no caminho e o terço e vou, seria uma grande aventura".

Porque dia 21 de Setembro é dia de São Mateus


Quem eu?!?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

JMJ Rio Janeiro 2013


Já têm site: AQUI
E lema, podem levar à Oração : “Ide e fazei discípulos de todos os povos”, Evangelho segundo S. Mateus.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Porque ontem foi o dia 14 de Setembro:

"Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus Cristo, que pela vossa Santa Cruz remistes o mundo"

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

MODA: As cores deste verão'11

Amarelo com vermelho e um pouco de laranja:

Branco com azul:

Verde escuro com um verde alface:

Branco:

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Prémio Nobel da literatura escreveu sobre as JMJ Madrid 2011


O artigo chama-se:

La fiesta y la cruzada

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PIEDRA DE TOQUE. Creyentes y no creyentes debemos alegrarnos del éxito de la visita del Papa a Madrid. Mientras no tome el poder político la religión no solo es lícita, sino indispensable en una sociedad democrática

MARIO VARGAS LLOSA 28/08/2011


Bonito espectáculo el de Madrid invadido por cientos de miles de jóvenes procedentes de los cinco continentes para asistir a la Jornada Mundial de la Juventud que presidió Benedicto XVI y que convirtió a la capital española por varios días en una multitudinaria Torre de Babel. Todas las razas, lenguas, culturas, tradiciones, se mezclaban en una gigantesca fiesta de muchachas y muchachos adolescentes, estudiantes, jóvenes profesionales venidos de todos los rincones del mundo a cantar, bailar, rezar y proclamar su adhesión a la Iglesia católica y su "adicción" al Papa ("Somos adictos a Benedicto" fue uno de los estribillos más coreados).
Salvo el millar de personas que, en el aeródromo de Cuatro Vientos, sufrieron desmayos por culpa del despiadado calor y debieron ser atendidas, no hubo accidentes ni mayores problemas. Todo transcurrió en paz, alegría y convivencia simpática. Los madrileños tomaron con espíritu deportivo las molestias que causaron las gigantescas concentraciones que paralizaron Cibeles, la Gran Vía, Alcalá, la Puerta del Sol, la Plaza de España y la Plaza de Oriente, y las pequeñas manifestaciones de laicos, anarquistas, ateos y católicos insumisos contra el Papa provocaron incidentes menores, aunque algunos grotescos, como el grupo de energúmenos al que se vio arrojando condones a unas niñas que, animadas por lo que Rubén Darío llamaba "un blanco horror de Belcebú", rezaban el rosario con los ojos cerrados.
Hay dos lecturas posibles de este acontecimiento, que EL PAÍS ha llamado "la mayor concentración de católicos en la historia de España". La primera ve en él un festival más de superficie que de entraña religiosa, en el que jóvenes de medio mundo han aprovechado la ocasión para viajar, hacer turismo, divertirse, conocer gente, vivir alguna aventura, la experiencia intensa pero pasajera de unas vacaciones de verano. La segunda la interpreta como un rotundo mentís a las predicciones de una retracción del catolicismo en el mundo de hoy, la prueba de que la Iglesia de Cristo mantiene su pujanza y su vitalidad, de que la nave de San Pedro sortea sin peligro las tempestades que quisieran hundirla.
Una de estas tempestades tiene como escenario a España, donde Roma y el gobierno de Rodríguez Zapatero han tenido varios encontrones en los últimos años y mantienen una tensa relación. Por eso, no es casual que Benedicto XVI haya venido ya varias veces a este país, y dos de ellas durante su pontificado. Porque resulta que la "católica España" ya no lo es tanto como lo era. Las estadísticas son bastante explícitas. En julio del año pasado, un 80% de los españoles se declaraba católico; un año después, solo 70%. Entre los jóvenes, 51% dicen serlo, pero solo 12% aseguran practicar su religión de manera consecuente, en tanto que el resto lo hace solo de manera esporádica y social (bodas, bautizos, etcétera). Las críticas de los jóvenes creyentes -practicantes o no- a la Iglesia se centran, sobre todo, en la oposición de ésta al uso de anticonceptivos y a la píldora del día siguiente, a la ordenación de mujeres, al aborto, al homosexualismo.
Mi impresión es que estas cifras no han sido manipuladas, que ellas reflejan una realidad que, porcentajes más o menos, desborda lo español y es indicativo de lo que pasa también con el catolicismo en el resto del mundo. Ahora bien, desde mi punto de vista esta paulatina declinación del número de fieles de la Iglesia católica, en vez de ser un síntoma de su inevitable ruina y extinción es, más bien, fermento de la vitalidad y energía que lo que queda de ella -decenas de millones de personas- ha venido mostrando, sobre todo bajo los pontificados de Juan Pablo II y de Benedicto XVI.
Es difícil imaginar dos personalidades más distintas que las de los dos últimos Papas. El anterior era un líder carismático, un agitador de multitudes, un extraordinario orador, un pontífice en el que la emoción, la pasión, los sentimientos prevalecían sobre la pura razón. El actual es un hombre de ideas, un intelectual, alguien cuyo entorno natural son la biblioteca, el aula universitaria, el salón de conferencias. Su timidez ante las muchedumbres aflora de modo invencible en esa manera casi avergonzada y como disculpándose que tiene de dirigirse a las masas. Pero esa fragilidad es engañosa pues se trata probablemente del Papa más culto e inteligente que haya tenido la Iglesia en mucho tiempo, uno de los raros pontífices cuyas encíclicas o libros un agnóstico como yo puede leer sin bostezar (su breve autobiografía es hechicera y sus dos volúmenes sobre Jesús más que sugerentes). Su trayectoria es bastante curiosa. Fue, en su juventud, un partidario de la modernización de la Iglesia y colaboró con el reformista Concilio Vaticano II convocado por Juan XXIII.
Pero, luego, se movió hacia las posiciones conservadoras de Juan Pablo II, en las que ha perseverado hasta hoy. Probablemente, la razón de ello sea la sospecha o convicción de que, si continuaba haciendo las concesiones que le pedían los fieles, pastores y teólogos progresistas, la Iglesia terminaría por desintegrarse desde adentro, por convertirse en una comunidad caótica, desbrujulada, a causa de las luchas intestinas y las querellas sectarias. El sueño de los católicos progresistas de hacer de la Iglesia una institución democrática es eso, nada más: un sueño. Ninguna iglesia podría serlo sin renunciar a sí misma y desaparecer. En todo caso, prescindiendo del contexto teológico, atendiendo únicamente a su dimensión social y política, la verdad es que, aunque pierda fieles y se encoja, el catolicismo está hoy día más unido, activo y beligerante que en los años en que parecía a punto de desgarrarse y dividirse por las luchas ideológicas internas.
¿Es esto bueno o malo para la cultura de la libertad? Mientras el Estado sea laico y mantenga su independencia frente a todas las iglesias, a las que, claro está, debe respetar y permitir que actúen libremente, es bueno, porque una sociedad democrática no puede combatir eficazmente a sus enemigos -empezando por la corrupción- si sus instituciones no están firmemente respaldadas por valores éticos, si una rica vida espiritual no florece en su seno como un antídoto permanente a las fuerzas destructivas, disociadoras y anárquicas que suelen guiar la conducta individual cuando el ser humano se siente libre de toda responsabilidad.
Durante mucho tiempo se creyó que con el avance de los conocimientos y de la cultura democrática, la religión, esa forma elevada de superstición, se iría deshaciendo, y que la ciencia y la cultura la sustituirían con creces. Ahora sabemos que esa era otra superstición que la realidad ha ido haciendo trizas. Y sabemos, también, que aquella función que los librepensadores decimonónicos, con tanta generosidad como ingenuidad, atribuían a la cultura, esta es incapaz de cumplirla, sobre todo ahora. Porque, en nuestro tiempo, la cultura ha dejado de ser esa respuesta seria y profunda a las grandes preguntas del ser humano sobre la vida, la muerte, el destino, la historia, que intentó ser en el pasado, y se ha transformado, de un lado, en un divertimento ligero y sin consecuencias, y, en otro, en una cábala de especialistas incomprensibles y arrogantes, confinados en fortines de jerga y jerigonza y a años luz del común de los mortales.
La cultura no ha podido reemplazar a la religión ni podrá hacerlo, salvo para pequeñas minorías, marginales al gran público. La mayoría de seres humanos solo encuentra aquellas respuestas, o, por lo menos, la sensación de que existe un orden superior del que forma parte y que da sentido y sosiego a su existencia, a través de una trascendencia que ni la filosofía, ni la literatura, ni la ciencia, han conseguido justificar racionalmente. Y, por más que tantos brillantísimos intelectuales traten de convencernos de que el ateísmo es la única consecuencia lógica y racional del conocimiento y la experiencia acumuladas por la historia de la civilización, la idea de la extinción definitiva seguirá siendo intolerable para el ser humano común y corriente, que seguirá encontrando en la fe aquella esperanza de una supervivencia más allá de la muerte a la que nunca ha podido renunciar. Mientras no tome el poder político y este sepa preservar su independencia y neutralidad frente a ella, la religión no sólo es lícita, sino indispensable en una sociedad democrática.
Creyentes y no creyentes debemos alegrarnos por eso de lo ocurrido en Madrid en estos días en que Dios parecía existir, el catolicismo ser la religión única y verdadera, y todos como buenos chicos marchábamos de la mano del Santo Padre hacia el reino de los cielos.
* "El País". 28 de VIII. 2011

Eis a diferença: JMJ Madrid


Quem tem medo de um pontinho anti-democrático com pouco apreço pela liberdade? Não são os jovens católicos de certeza.