sábado, 10 de maio de 2008

qUINO


aBsolutíssimo


bANKSY




círculos uninominais - os dEpUtAdOs sAÕ IncUltOs, prEguIçOsOs


"(...)os deputados são incultos, preguiçosos e não são eleitos da forma correcta.
Como deviam ser eleitos?
Como no século XIX, em que eram eleitos por círculos uninominais, tornando-se responsáveis perante os eleitores.
.../...
No século XIX, o s deputados eram eleitos nome a nome e não por listas, como hoje acontece. As pessoas eleitas sabiam que iriam fazer carreira política através do Parlamento. E os bons deputados tinham de ser muito bons oradores. Isso distingue logo o Parlamento do século XIX do actual. Naquela época, a oratória era muito importante. Todos os ministros saíam do Parlamento, o que não sucede agora. Era uma classe política infinitamente mais culta. E muito mais preparada. Não tem comparação possível.
.../...
No século XIX eram melhores tribunos e mais assíduos. Os deputados actuais estão sempre a ser substituídos e sabem que não farão carreira política através da sua oratória ou da sua intervenção parlamentar. A maneira mais fácil de subirem na política é através da sua subserviência aos chefes partidários. Dizem que sim, levantam-se, sentam-se, raramente abrem a boca. A vida parlamentar é hoje muito diferente da que existia no século XIX
Nos tempos que correm é frequente chegar-se ao Governo sem passar pelo Parlamento.
isso faz falta. Faz falta para se ter uma visão do que é a política, do que é o conflito. Ser ministro não é administrar coisas - é ter uma visão dos problemas. E eles não têm.
.../... Mas a maneira como eles são colocados em São Bento está de tal maneira enviezada que dá origem a uma classe de medíocres. A lei eleitoral devia ser alterada, impedindo que os deputados fossem escolhidos pelos líderes partidários. A relação entre o eleitor e o eleito tem de ser directa. Para que o eleitor possa punir aquele que não cumpre."
in DN
Maria Filomena Mónica

sexta-feira, 9 de maio de 2008

É nestas alturas que queria ser militante do PSD


Se a Manuela Ferreira Leite ganhar a liderança do PSD, eu em 2009 não abdico da minha condição de cidadã e vou, pela primeira vez numas legislativas, até à cabine claustrofóbica de voto. A ver

1,2,3,4.......27seg's = 1vida



"ao contrário do que gritavam, o aborto não se banalizou como método contraceptivo." Daniel de Oliveira

Pois não se tornou, para além dos casos que se verificou em Portugal de mulheres que fazem mais de um aborto em menos de um ano, esta semana um estudo feito na Europa sem carga ideológica e politica, realizado por uma equipa multidisciplinar com psicólogos , sociólogos, demógrafos, sexólogos e peritos em conciliação entre trabalho e família denunciou que "Nos 27 países da União Europeia é feito um aborto em cada 27 segundos o que representa um milhão e duzentos mil abortos anuais, segundo um estudo sobre a evolução da família na Europa em 2008."
Segundo o relatório a Europa é um continente velho, "imerso num Inverno demográfico" com a natalidade em crise. Os maiores de 65 anos já superaram em mais de seis milhões os jovens de 14 anos e cada vez nascem menos crianças (quase um milhão de nascimentos menos do que em 1980).
Dois em cada três lares europeus não têm nenhuma criança e apenas 17 por cento têm dois ou mais filhos.

De acordo com o relatório, Polónia, Roménia e Alemanha são os países da Europa dos 27 com um índice de natalidade mais crítico.
Por outro lado, adianta, são praticados por ano mais de um milhão e 200 mil abortos "o que equivale a um aborto em cada 27 segundos".
"O aborto, juntamente com o cancro, é a primeira causa de mortalidade na Europa", refere o documento acrescentando que cada dia deixam de nascer na Europa 3.199 crianças
. (inf. Agência Lusa)

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O Caminho Faz-se Caminhando.....


«Oxalá fossem tais as tuas atitudes e as tuas palavras, que todos pudessem dizer quando te vissem ou ouvissem falar: "Este lê a vida de Jesus Cristo"»
Caminho, S. Josémaría Escrivá #2
Obrigada pelo o Caminho e pela Camhinhada!

Visita do Papa aos EUA - Aura Miguel




Ontem tive a oportunidade de ouvir falar sobre a viagem do Papa aos EUA, mas pela jornalista portuguesa que para alem ser uma vaticanista acompanhou Sua Santidade. O ambiente era privado o que proporcionou uma conversa mais casual. Parece incrível ainda não ter escrito nada no blog sobre este momento, mas vejo aqui a oportunidade.
A viagem do Papa aos EUA foi fabulosa e produtiva, não se podia esperar mais de Bento XVI. Na America do norte, a Igreja é pequena e sofre alguns problemas. Ao ter enfrentado a questão do grave problema de pedofilia, como um forcado enfrenta um toiro, ou mais corajosamente, reaproximou-se com os fies.
Sem ter chegado ao solo americano os jornalistas já atacavam o Papa, com a 1ª pergunta feita no avião, sobre estes terríveis casos, ainda por cima a pedido que falasse em inglês (a língua pode sempre a atraiçoar), a resposta do Papa foi magnifica e pragmática, o que desfez todos os jornalistas com necessidades de mediatismo:

P. - Santo Padre, faço a pergunta em inglês, se me é permitido, e talvez, se for possível, se pudéssemos ouvir uma frase, uma palavra em inglês, ficaríamos muito gratos. A pergunta: a Igreja que encontrará nos Estados Unidos é uma Igreja grande, uma Igreja vivaz, mas também uma Igreja que sofre, num certo sentido, sobretudo por causa da recente crise devida aos abusos sexuais. O povo americano espera uma sua palavra, uma sua mensagem sobre a crise. Qual será a sua mensagem para esta Igreja que sofre?

R. – É um grande sofrimento para a Igreja nos Estados Unidos e para a Igreja em geral, e para mim pessoalmente, o facto de que tudo isto tenha acontecido. Quando leio os relatórios destes acontecimentos, tenho dificuldade de compreender como foi possível que alguns sacerdotes tenham podido falhar deste modo na missão de levar alívio, de levar o amor de Deus a estas crianças. Sinto-me mortificado e faremos o possível para garantir que isto não se repita no futuro. Penso que deveríamos agir a três níveis: o primeiro é o da justiça e o político. Neste momento não desejo falar da homossexualidade: este é outro problema. Excluiremos rigorosamente os pedófilos do ministério sagrado: é absolutamente incompatível e quem é realmente culpado de ser pedófilo não pode ser sacerdote. Eis, a este primeiro nível podemos fazer justiça e ajudar as vítimas, que estão profundamente provadas. E estes são os dois aspectos da justiça: um é que os pedófilos não podem ser sacerdotes e o outro é ajudar as vítimas de todas as formas possíveis. Depois, há o nível pastoral. As vítimas terão necessidade de se curar, de ajuda, assistência e reconciliação. Este é um grande compromisso pastoral e sei que os Bispos e os sacerdotes e todos os católicos nos Estados Unidos farão o possível para ajudar, assistir, curar. Fizemos inspecções nos seminários e faremos o que é possível para que os seminaristas recebam uma profunda formação espiritual, humana e intelectual. Só pessoas sadias poderão ser admitidas ao sacerdócio e só pessoas com uma profunda vida pessoal em Cristo e que tenham também uma profunda vida sacramental. Sei que os Bispos e os reitores dos seminários farão o possível para exercer um discernimento muito, muito severo, pois é mais importante ter bons sacerdotes do que ter muitos. Este é o nosso terceiro ponto, e contamos poder fazer, ter feito e fazer no futuro tudo o que estiver ao nosso alcance para sarar estas feridas.

Os jornalistas bem quiseram buscar constantemente a triste história, mas quando se deu por isso era o Papa que constantemente falava e pedia um reaproximar, chagando mesmo a encontrar-se com as vitimas.
Os discursos papais foram magníficos, falou-se na necessidade de uma sã laicidade, um conceito de laicidade positiva e o valor publico da religião, o Papa chegou mesmo a citar Tocqueville. Disse que era essencial para a base de uma sociedade a moral (talvez um pouco ao estilo do liberalismo à inglesa).
Esta viagem foi proporcionada pelo convite de Ban Ki-Moon, pelos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (D.H.). No seu discurso na ONU, o Papa falou na união pelo discurso inter-religioso, quanto mais a pessoa se converte mais consegue chegar a paz e é se muito mais livre e é se muito mais eficaz, a necessidade de salvaguardar os D.H. que são inegociável e superiores aos legisladores. Que a secularização jacobina do Estado e o Estado ser confessionário de uma religião não deixa de ter o mesmo autoritarismo (brilhante comparação), defendendo que a Igreja contribui para a construção da vida Humana (a dignidade humana que está transcrita nos D.H. não deixa de o ser na sua essência de origem cristã)
O Encontro na Sinagoga em NY foi transcrever o seu discurso da ONU, NY é uma das maiores comunidades judaicas, não deixa de ser interessante o dualismo de um Papa Alemão (que esteve preso durante a 2ºGM) e um Judeu que esteve em Auschwitz. Foi um momento de amizade e de inter-religiosidade.
Por fim outro momento arrepiante, foi a visita ao ground zero na hora exacta dos ataques, foi profundamente arrepiante, o Bento XVI professa somente uma oração que não deixa de ser poderosa.
Esta viagem foi importante para a Igreja como para o mundo, todos os momentos foram essenciais, assim como um jornalista da tv americana, conhecido pela sua inimizade com a Igreja, convidado para comentar o discurso do Papa, ter dito "isto não é o que eu estava a espera, o que o Papa está a falar só pode ser ouvido e não comentado".
Aqui fica não para ouvir mas para ler:








segunda-feira, 5 de maio de 2008

Nostalgia - Indiana Jones


"If Adventure Has a Name, It Must Be Indiana Jones!".

Lembrei-me hoje, não sei bem porquê, deste clássico.
Lembro-me de ser miúdo ir à Fanfarra, comprar um saco de pipocas, ver este filme e sair de lá completamente extasiado.
Lembro-me que vibrava até com o poster de promoção do filme.
Até aquela música é um clássico!!!
Está aí um novo mas ainda não o vi, a saber Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull

Rock and Roll com o Comunismo


No dia 24 de Abril, curiosa data quis a Providencia Divina ou talvez a pessoa que organizou, fui ver a peça de teatro "Rock and Roll", a peça é de de Tom Stoppard e é sobre a queda do comunismo na Checoslováquia e o fim das utopias mais vermelhinhas. Através da musica rock relata a história do comunismo na Europa, a história da liberdade. Contrapõem factos com a ideologia e promove boas discussões ao som de Pink Floyd, Rolling Stones, Beatles, Bob Dyaln ect... Está em encenação no Teatro Aberto e tem como elenco Beatriz Batarda, Paulo Pires e Rui Mendes entre muitos outros....

A conclusão é básica, não podemos dogmatizar a politica, talvez fazia bem aqueles jovens exaltados pelas ideologias e de certos partidos.

Não deixem de ir ver.

Finalmente


Depois de 3 árduos anos de poupança, fazia questão que fosse com o meu dinheirinho, eu comprei o meu 1º computador novo só meu, um HP. Agora é que eu vou dominar isto tudo. Obrigada vinho de cheiro pela pesquisa.