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sábado, 24 de dezembro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Ainda estamos no tempo do Natal

"Desde a noite de Natal, e depois, várias vezes, ao longo dos dias seguintes, a Liturgia põe nos nossos lábios as palavras de um Salmo:Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, Terra inteira! Cantai ao Senhor, bendizei o Seu nome, proclamai, dia após dia, a Sua salvação. Anunciai aos pagãos a Sua glória e a todos os povos, as Suas maravilhas.
Este reiterado convite à alegria tem uma clara razão de ser: o nascimento do Filho de Deus, para nos alcançar a verdadeira liberdade." LER + AQUI
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
A esmola do presidente da EDP

O artigo chama-se "O Fato usado do presidente" é de Zita Seabra, retrata bem os neo-fariseus, a esmola da nossa elite, a ler nesta época de Natal.
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Três dias antes do Natal, assistia calmamente ao Telejornal da RTP1 quando vi a grande notícia da noite. Entre os atentados em Bagdade e as agências de rating, uma voz off anuncia o que as câmaras filmam: o presidente da maior empresa pública portuguesa a levar dois saquinhos de papel com roupa usada e um brinquedinho (usado) para uns caixotes de cartão, cheios de coisas usadas para oferecer no Natal. Fiquei comovida. Que imagem de boa pessoa, que gesto bonito: pegar num fatinho usado do seu guarda-vestidos que deve ter uns 200 e num pequeno brinquedo de peluche, e depositar tudo no caixote de cartão para posteriormente ser redistribuído? À administração da empresa? Não, a notícia explica que é para oferecer aos pobrezinhos, que estão a aumentar com a crise. A RTP, Telejornal à hora nobre, filma o comovente gesto. Em off, o locutor explica o sentido dizendo que alguém vai ter no sapatinho um fato de marca. Olhando para os sacos de papel, percebe-se que esse alguém também receberá umas meias usadas e talvez mesmo uma camisa de marca usada.
Primeiro, pensei que estava a dormir e um pesadelo me fizera voltar ao tempo de Salazar, à RTP a preto e branco ou à série da Rita Blanco «Conta-me como foi».
Mas não, eu estava acordada e a ver o presidente da EDP no Telejornal da RTP 1 (podem ver o filme na net) posar sorridente para as câmaras, a levar um saquinho a um caixote, que não era de lixo, mas de oferta. Por acaso, estava à porta da EDP a RTP a filmar o gesto. Iam a passar e filmaram, certamente, porque para os pobres os fatos em segunda mão de marca assentam como uma luva. Um velhinho num lar de Vila Real vestido Rosa & Teixeira sempre é outra coisa. Ou o homeless na sopa dos pobres com Boss faz outra figura, ou o desempregado com Armani numa entrevista do fundo de desemprego... Mentalidade herdada do Estado Novo, foi a minha primeira análise, teorizando imediatamente que os ricos em Portugal, os que recebem prémios de milhões em empresas públicas e ordenados escandalosos e que puseram o mundo e o país como se vê, são os mesmos com a mesma mentalidade salazarenta. Mas nem é verdade, pois, mesmo nesse tempo, as senhoras do regime organizavam enxovais novos nas aulas de lavores do meu liceu para dar no Natal aos pobres que iam nascer.
Tantos assessores de imprensa na EDP, tantos assessores na Fundação EDP, milhões de euros gastos em geniais campanhas de marketing, tantas cabeças inteligentes diariamente pagas para vender a imagem do presidente da EDP, tudo pago a preço de ouro, e não concebem nada melhor do que mandar (!?) filmar, no espaço do Telejornal mais importante do país, um gesto indigno, triste, lamentável, que envergonha quem vê. Não têm vergonha? Não coraram? E a RTP que critérios usa no Telejornal para incluir uma notícia?
Há uns meses escrevi ao presidente da EDP e telefonei-lhe mesmo, a pedir ajuda da empresa para reparar a velha instalação eléctrica, gasta pelo uso e pelo tempo, de uma instituição, onde vivem 40 adultas cegas e com deficiências e que têm um dos mais ricos patrimónios culturais do país. A instituição recebeu meses depois a resposta: a Fundação EDP esclarecia que esse pedido não se enquadrava nas suas atribuições. Agora percebi. Pedia-se fios eléctricos, quadros eléctricos novos e lâmpadas novas. Devia-se ter escrito ao senhor presidente da maior empresa (pública) portuguesa, com os maiores prémios de desempenho, cujo vencimento é superior ao do presidente dos Estados Unidos, para que oferecesse uma lâmpada em segunda mão, que ainda acendesse e desse alguma luz. Talvez assim mandasse um dos seus motoristas, com um dos geniais assessores de imprensa e um dos fantásticos directores de marketing, avisar a RTP (a quem pagamos uma taxa na factura da luz) para virem filmar a entrega da lâmpada num saquinho de papel.
2011 anuncia-se um ano duro para os portugueses e sê-lo-á tanto mais quanto os responsáveis pelo estado a que se chegou não saírem da nossa frente.
Zita Seabra
(Fonte: JN online)
domingo, 26 de dezembro de 2010
Ainda Natal!

(postal de Natal 2010 de Sua Santidade o Papa)
"Deus precedeu-nos com o dom do seu Filho. E, sempre de novo e de forma inesperada, Deus nos precede. Não cessa de nos procurar, de nos levantar todas as vezes que o necessitamos. Não abandona a ovelha extraviada no deserto, onde se perdeu. Deus não se deixa confundir pelo nosso pecado. Sempre de novo recomeça connosco. Todavia espera que amemos juntamente com Ele. Ama-nos para que nos seja possível tornarmo-nos pessoas que amam juntamente com Ele e, assim, possa haver paz na terra.!" Papa Bento XVI Missa do Galo Natal 2010
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
O nascimento
É Natal porque o Menino nasceu, nesta época custa mais ler isto: Há 53 abortos legais todos os dias em Portugal, há 3 anos à por dia 53 bebés, crianças, homens que deviam nascer, crescer viver e legalmente são interrompidos (?) da maior e melhor oportunidade das suas vidas: viver.Não seria 53 vidas fáceis, de certo, a vida não é fácil à partida, mas seriam 53 vidas, tristezas, alegrias, choro mas também risos, e rir até doer a barriga, felicidades, imagino que dali podia nascer o economista que acabasse com a crise de mercado, ou o cientista que descobrisse uma fonte de energia totalmente verde ou o futuro prémio Nobel da literatura e se calhar com um livro sobre a vida da sua mãe.
Na wikipédia lê-se: "A palavra 'natal' do português já foi 'nātālis' no latim, derivada do verbo 'nāscor' (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De 'nātāl"
Feliz Natal!
Já agora para quem não lê a Biblia: "Segundo o Evangelho de Mateus, Jesus nasceu pouco antes da morte do rei Herodes, o Grande. Antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. Nessa ocasião, o menino Jesus teria cerca de 2 anos."
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Boas Festas (pelo 31 d' Armada)
domingo, 28 de novembro de 2010
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Um Natal mais bonito

Este ano já se vendou 30.000 estandartes do Natal, só em Lisboa. Já está esgotados em todas as Igrejas e já torna-se mediático.
Vamos lá tirar o Pai Natal da Janela, porque afinal é por causa Dele que é Natal.
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Basta percorrer a baixa da cidade de Lisboa para ver que nas decorações não há nada que lembre o Natal. Vêem-se luzes, estrelas, mas não se vê um presépio, um pastor, nada", lamenta o mentor da ideia. (...) A ideia original nasceu em Osuna, localidade espanhola, onde há três anos o sacerdote local lançou um desafio aos paroquianos.: recuperar a imagem do Menino Jesus"
+ aqui "Católicos penduram Menino Jesus nas varandas e Janelas" DN (clica no texto)
domingo, 29 de novembro de 2009
Neste Natal tiramos o Pai Natal e substituímos pelo Menino Jesus

Hoje começa o advento, a preparação para a Sua chegada. Por isso, aproveito esta data para falar de uma campanha de Natal.
Nesta época vemos em centenas de casa e lojas, os efeitos de Natal, os Pai Natal a subir varandas e as renas nas portas.
Mas afinal porquê que existe o Natal? de Quem nós esperamos? de Quem é o Natal? Na nossa cultura, ocidental tornamos-nos extremamente esquecidos, das coisas extremamente importantes e agora que é moda somos todos politicamente correctos e em nome de uma "tolerância" nós auto censuramos a imagem do Menino. Para o ocidente, é mais fácil falar do Pai Natal simpático e vermelho por causa da coca-cola, é mais fácil falar nos presentes, no receber, no comer. O resto dá muito trabalho, mas é o que dá muito trabalho, o que é politicamente incorrecto, o verdadeiro Natal.
Numa óptima iniciativa, o estandarte Natal vai ajudar-nos a lembrarmos que o Natal é o nascimento do nosso Deus, no nosso Deus Menino.
+ info aqui: http://www.estandartesdenatal.org/
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Fica aqui a Carta do padre Hugo Santos, capelão da UCP:
CARTA PARA OS ESTANDARTES DE NATAL
“Anuncio-vos hoje uma grande alegria que é para toda a gente!” (S.Lucas 2.10)
Esta notícia, diz-nos o Evangelho de S. Lucas, foi dada pelos anjos aos pastores no dia em que Jesus nasceu em Belém. Nenhum daqueles homens poderia suspeitar que naquela noite, no meio dos afazeres dos seus trabalhos, haviam de levantar os olhos ao céu para encontrarem Aquele que lhes era anunciado: “um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.” Ficaram os pastores cheios de alegria e voltaram para o seu ganha-pão com uma esperança renovada que não deixaram de comunicar.
Dois mil anos depois, o convite para levantar os olhos e contemplar o Deus Menino continua, nos dias de hoje, a ser dirigido a todos os homens e mulheres. Esta iniciativa dos Estandartes de Natal procura aproximar o Menino do presépio daqueles que, com um simples levantar de olhos, se cruzarem com Ele nas varandas e janelas das nossas casas.
Nestes dias que nos encaminham para o Natal, as nossas famílias cristãs retomam o sentido verdadeiro desta quadra festiva: que o nascimento de Jesus e a sua presença no meio dos homens é a causa da nossa alegria. Por isso, a pensar em amigos e para amigos, surgiu esta ideia de partilhar com todos os que passarem diante das nossas casas que a razão da nossa esperança está nAquela vida acabada de nascer.
Uma vida nova vem sempre acompanhada duma expectativa marcada por um sinal de esperança. Este foi o conteúdo da mensagem dos anjos: que em qualquer realidade familiar ou profissional, quando Jesus se torna presente, tudo ganha um sentido que até então parecia desconhecido. Com os Estandartes de Natal apenas continuamos o anúncio, feito nestes moldes originais, de proclamar às gentes da nossa terra que nestas famílias a esperança e a razão da alegria já lhes entraram pela casa adentro, reveladas na pequenez de uma Vida.
Nunca um rosto e o sorriso de um menino acabado de nascer passam despercebidos a quem quer que seja. Por isso, nada melhor que mostrá-Lo a todos os que passam nas correrias deste tempo nas ruas onde moramos... Que alguns olhos parem quando fixarem os olhos pequeninos daquele Deus Menino. E que, quando no regresso à pressa de se chegar para onde se ia, aqueles primeiros olhos baixarem, permaneça o olhar do Menino que acalma e tranquiliza todo o coração.
Com os estandartes colocados em cada casa chegou o tempo de anunciar que esta alegria é para toda a gente...
Um Santo Natal!
Pe. Hugo Santos
(Capelão da Universidade Católica Portuguesa)
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domingo, 4 de janeiro de 2009
O NATAL: Entre o "Sozinho em Casa" e o "Código Da Vinci"?

Toda as pessoas sabem que o dia de Natal as televisões estão enquadradas nesta época festiva, normalmente os programas e os filmes condizem com todas as idades, Musica no Coração, o Circo do Mónaco, O Sozinho em Casa...etc.
Ao reparar qual o filme escolhido pela TVI do [dia de] Natal - Da Vinci Code - o mais que admirado pelas massas (depois da novela Podia Acabar o Mundo), e ainda com um trailers de apresentação resumindo as piores imagens.
A ousadia destas pessoas (pessoas acho eu que devem ser) que trabalham com a comunicação social deixou-me espantada, eu sei que já devia estar habituada, mas para mim isto foi mais que falta de bom senso é mesmo falta de inteligência!
O meu problema não é a facilidade com que o Código de Da Vinci nos torna imbecis perante a História, porque este assunto já foi mais que debatido e da verdade não se tem medo. A questão é que não é adequado e muito menos correcto pela sua polémica e talvez porque não coabita mesmo nada com o Natal, sim o Natal é aquele dia que se festeja porque Jesus nasceu.
Eu não passo filmes de terror às 15h porque sei que é a hora em que os miúdos vêem mais TV, como, pelas razões contrarias, eu também não passo desenhos animados às 20h, e quando quero lavar a loiça uso luvas de borracha e não de lã, mas quando estou com frio uso luvas de lã, porque cada coisa se adequa melhor à suas necessidades e funções.
Para aqueles que lê nas minhas palavras falta de liberdade eu digo que isto tudo faz lembrar um livro escrito por um grande filosofo do Século XX, conhecido como o pai da Sociedade Aberta, Karl Popper - A Televisão um Perigo para a Democracia. Em que o autor faz uma prospecção do impacto da TV na sociedade. Falta de liberdade temos nós todos nas mãos de gente incompetente e que muito prezam pela estupidez.
Eu hoje li isto: "Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos e, às vezes, esquece-se a urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta"
domingo, 28 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sábado, 29 de dezembro de 2007
Mensagem de Natal do (nosso) Presidente


Foi no (novo) sitio do GRA que encontrei a mensagem de Natal do nosso Presidente, promessas bonitas, espero que realizáveis! VER
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Eu vou mais longe: Um Santo Natal a todos!!!!!
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