sábado, 26 de fevereiro de 2011

[in]tolerância

Sam Harris, um dos líderes do neo-ateísmo, defende que toda a religião é má por ser intolerante, mas depois no seu livro The End of Faith diz: "Algumas ideias são tão perigosas que seria até mesmo ético matar pessoas por acreditar nelas."
(comentário do meu amigo João Silveira, podem lê-lo aqui: Senza)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Há uma linha que separa o bem e o mal, a vida e a morte

" No início do pontificado Bento XVI alertava para uma tentação frequente hoje: a de pensar erradamente que a liberdade de dizer não a Deus, o descer às trevas do pecado e o querer actuar sozinho faz parte do facto de ser pessoa humana, que devemos pôr à prova, esta liberdade, também contra Deus, para nos tornarmos realmente nós próprios. Em síntese, pensarmos que o mal é bom, que precisamos dele, pelo menos um pouco, para experimentar a plenitude do ser. Para provar o engano deste raciocínio, basta olhar à volta. o mal envenena sempre, não eleva o homem mas rebaixa e humilha, não o enobrece, não o torna mais puro, apenas o prejudica e torna pequeno." D. Javier

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Porque hoje é dia 20 de Fevereiro

"Neste momento a minha recordação volta ao dia 22 de Outubro de 1978, quando o Papa João Paulo II deu início ao seu ministério aqui na Praça de São Pedro. Ainda, e continuamente, ressoam aos meus ouvidos as suas palavras de então: "Não tenhais medo, abri de par em par as portas a Cristo!" O Papa dirigia-se aos fortes, aos poderosos do mundo, os quais tinham medo que Cristo pudesse tirar algo ao seu poder, se o tivessem deixado entrar e concedido a liberdade à fé. Sim, ele ter-lhes-ia certamente tirado algo: o domínio da corrupção, da perturbação do direito, do arbítrio. Mas não teria tirado nada do que pertence à liberdade do homem, à sua dignidade, à edificação de uma sociedade justa. O Papa falava também a todos os homens, sobretudo aos jovens. Porventura não temos todos nós, de um modo ou de outro, medo, se deixarmos entrar Cristo totalmente dentro de nós, se nos abrirmos completamente a Ele, medo de que Ele possa tirar-nos algo da nossa vida? Não temos porventura medo de renunciar a algo de grandioso, único, que torna a vida tão bela? Não arriscamos depois de nos encontrarmos na angústia e privados da liberdade? E mais uma vez o Papa queria dizer: não! Quem faz entrar Cristo, nada perde, nada absolutamente nada daquilo que torna a vida livre, bela e grande. Não! Só nesta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só nesta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só nesta amizade experimentámos o que é belo e o que liberta. Assim, eu gostaria com grande força e convicção, partindo da experiência de uma longa vida pessoal, de vos dizer hoje,queridos jovens: não tenhais medo de Cristo! Ele não tira nada, ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Sim, abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira. Amém."

Porque hoje é dia 20 de Fevereiro

Evangelho segundo S. Mateus 5,38-48.
«Ouvistes o que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, digo-vos: Não oponhais resistência ao mau. Mas, se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. Se alguém quiser litigar contigo para te tirar a túnica, dá-lhe também a capa. E se alguém te obrigar a acompanhá-lo durante uma milha, caminha com ele duas. Dá-a quem te pede e não voltes as costas a quem te pedir emprestado.» «Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, digo-vos: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem. Fazendo assim, tornar-vos-eis filhos do vosso Pai que está no Céu, pois Ele faz com que o Sol se levante sobre os bons e os maus e faz cair a chuva sobre os justos e os pecadores. Porque, se amais os que vos amam, que recompensa haveis de ter? Não fazem já isso os cobradores de impostos? E, se saudais somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não o fazem também os pagãos? Portanto, sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste.»

Porque hoje é dia 20 de Fevereiro

Ora pro nobis!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Filme que nunca poderia ir a Óscar. A VER:

"There be dragons" é uma expressão utilizada para caracterizar os mapas dos sítios que não tinham sido explorados!

Porque hoje é dia 19 de Fevereiro

Bastava-me ser igual a ti!
"Amar é admirar com o coração; admirar é amar com o espírito" (Théphile Gautier)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Porque hoje é dia das amigas

"O que mais me confortava e alegrava eram sobretudo as consolações de outros amigos, com os quais partilhava o amor por aquilo que amava em Teu lugar."
Santo Agostinho.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Quem vê capas e ilustrações não vê informações?

Jornal i, ganhou o prémio de melhor design do mundo media, mas mais importante que o formato é o que vêm lá dentro escrito, mais importante que o tipo de letra e ilustração é a forma de seleccionar a noticia. Esse prémio de certeza que o i não ganhava.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ética bestial - Pe Gonçalo Portocarrero de Almada

Ética bestial

Pública 2011-02-08 PGonçalo Portocarrero de Almada Não faz sentido procurar, no reino animal, referências que possam pautar o comportamento humano

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Nas suas Memórias do Tempo de Vésperas, o prof. Adriano Moreira conta que era da praxe dos finalistas de Direito uma visita ao Jardim Zoológico, a cuja direcção então presidia o prof. Emídio da Silva. Com picardia universitária, o representante do curso cumprimentava-o nos seguintes termos: "Estando no Jardim Zoológico, não podíamos deixar de visitar o senhor professor!". O mestre, imperturbável, respondia com amável hospitalidade: "Estão em vossa casa!".

A propósito de animais, o The New York Times recentemente noticiou terem sido detectados comportamentos "homossexuais" em 450 espécies zoológicas, entre as quais cita as moscas de esterco e alguns primatas. Muito embora tais atitudes sejam, também no reino animal, absolutamente invulgares, porque a regra é o acasalamento entre machos e fêmeas, não faltou quem quisesse transpor essa excepção para a sexualidade humana, concluindo a "naturalidade" dos comportamentos homossexuais.

A referência a uma eventual "homossexualidade" animal não é inocente, porque indicia uma oculta intenção: a de humanizar os comportamentos animais ou, melhor dizendo, animalizar a sexualidade humana. Assim, a principal referência seria agora a etiologia animal, convertida em padrão do que é genuinamente natural e, por isso, normal, ou seja, norma social e ética universal. Porque o que é natural é bom.

É antiga a ambiguidade neste âmbito. Quando o Bambi chora de dor, o Dumbo é um exemplo de lealdade na amizade e o rei da selva é trespassado pelas setas de Cupido, não é apenas o mundo irracional que é antropomorfizado, mas a condição humana que é reduzida à mera dimensão animal. O que é humanamente natural já não é o racional e social, mas o que é mais imediato e mais instintivo, o que é primário e espontâneo.

Mas, afinal, o que é natural?! Num ser irracional, o instinto é normal, mas não assim na criatura racional. É natural que um cão satisfaça publicamente as suas necessidades fisiológicas, mas já não seria natural que o seu dono procedesse do mesmo modo. É por isso que não é notícia que um cão morda um homem, mas sim o contrário. Natural, no homem, não é apenas nem principalmente o que é inato, mas o que é de acordo com a sua natureza, ou seja, racional. É natural ganir ou ladrar, mas não para um ser humano, para quem não seriam normais tais irracionalidades. Mesmo quando o homem, dada a sua condição corpórea ou "animal", é acometido por alguma irreprimível reacção orgânica, como espirrar, bocejar, ou transpirar, procura racionalizar e socializar essas manifestações físicas, pois uma atitude de total desinibição seria inconveniente e irracional e, portanto, anormal.

A ética não é meramente descritiva do que são as pulsões inatas do indivíduo, mas a racionalização das suas tendências imediatas em ordem ao bem comum: é próprio do ser humano viver de uma forma inteligente a sua atracção sexual, pelo que não faz sentido procurar, no reino animal, referências que possam pautar o comportamento humano. Legitimar o que é instintivo e animal, à conta de que é natural, é renunciar à dignidade da criatura racional e rebaixar o homem à sua condição animal, abdicando do que lhe é próprio e específico, ou seja, a sua dimensão intelectual e espiritual.

Todos os seres humanos, quaisquer que sejam as suas tendências ou opções, merecem todo o respeito devido à sua dignidade, mas isso não implica a legitimação de todos os seus actos. Um documentário sobre bisontes rematava com a seguinte "moral": o homem tem muito a aprender com estes animais! Não me senti minimamente aludido, não sei se por não me seduzirem as manadas. Mas há quem ache consoladora a analogia entre certos comportamentos humanos e as práticas sexuais de algumas moscas e macacos que, segundo a referida fonte, têm, por via de excepção, relacionamentos íntimos com animais do seu mesmo género. Convenhamos que, se esse é o paradigma da sua moralidade, essa ética é mesmo... bestial. Licenciado em Direito e doutorado em Filosofia. Vice-presidente da Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF)

Coisas más da democracia: Sexta-feira faz 4 anos do referendo ao Aborto

Por falar em legitimidade do poder, também o Hitler foi democraticamente eleito! A maior liberdade é a vida.

Vão mas é para o confessionário


Obrigada jornal I por me esclarecer: DISTO AQUI

Faz todo o sentido e mais nada

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sexta-feira todos na manif - 4 Anos depois do referendo


Amigos,
Em 2010 fizeram-se, em média, 53 abortos por dia. Ao todo, desde que a nova lei do aborto foi aprovada, realizaram-se mais de 60 mil abortos, sendo que cada aborto custa ao Estado cerca de 1500€.
Queremos protestar contra esta lei, e todo o mal que causou e continua a causar a tantas crianças e mulheres.
Por isso, faremos uma Manifestação como gesto público de luto pelas vítimas do aborto.
Encontramo-nos nesta 6ª feira, dia 11 de Fevereiro às 10h30 à porta da Assembleia da República, vestidos de preto, como gesto de luto pelas vítimas do aborto.
10h30 - Concentração ao fundo da escadaria da Assembleia da República
10h45 - 1 Minuto de Silêncio pelas vítimas do aborto;
- Leitura do Manifesto da Associação Vida Universitária
Não é hora de ficar em casa, venham e divulguem!
Associação Vida Universitária
www.vida-univ.blogspot.com

Publicidade a mim mesma: Projecto Cabo Verde

Entrevista para o Diário Insular e Açoriano Oriental

Missões Universidade Católica


Esta foi uma das melhores semanas da minha vida! Tal como outras, quando são passadas em generosidade: "Estes dias - dizias-me - foram mais felizes do que nunca!". E respondi-te sem hesitar: porque "viveste" um pouco mais entregue do que habitualmente. (São Josémaría, #7 Sulco)
O bom de ter amigos católicos é que para além de serem boas pessoas, divertidos também estão preocupados em levar-te ao Céu!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ainda sobre a Missão


"Monsenhor Escrivá sempre se manteve animado por um profundo sentido missionário e mostrava-se interessado que a Obra chegasse quanto antes aos países de Missão" in, algures no III volume de Vasquez Prada.

Vou estar em missões pelo Fundão


aDeus

Porque foi dia 26 de Janeiro


Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

Sofia de Mello Breyner

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Morreu 82 anos depois de ter comido a última sobremesa


O desportista americano, e apologista da vida saudável Jack LaLanne, morreu aos 96 na qual 82 anos passou sem comer uma sobremesa. As pessoas admiram e defendem a coragem deste senhor, mas se tivesse sido pelo Bem Maior, finis boni o escândalo que seria?

Candidata 'consciência' teve alguns votos

O que este meu amigo fez hoje: "votou em consciência...pegou no boletim de voto, fez um quadrado em baixo e à frente escreveu 'consciência'"

Cavaco ganhou, coisas positivas:


Ao menos o Manuel Alegre perdeu. Ao menos esta campanha maçadora já acabou!

Estava frio


Parabéns à senhora abstenção, venceu por maioria absoluta: 53,33%

sábado, 22 de janeiro de 2011

Este blog não respeitou o dia de reflexão: Amanhã seja Neo-Liberal



Este blog não respeitou o dia de reflexão: Amanhã seja Monárquico

Este blog não respeitou o dia de reflexão: Amanhã seja Anarquista

No dia de reflexão pense nisto: Amanhã seja Inútil

O artigo chama-se: APOLOGIA DO VOTO INÚTIL e é, claro, do Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada
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Em tempos de eleições presidenciais, legislativas ou autárquicas, é recorrente o recurso ao argumento do voto útil. Na gíria política entende-se por voto útil a escolha do candidato ou do partido que, mesmo não reunindo as condições que o eleitor desejaria sufragar, é no entanto o menos mau dos candidatos com hipóteses de ganhar. Na perspectiva eleitoral, o voto num partido ou candidato que nunca poderá vencer é sempre um voto perdido ou, pior ainda, um voto nas candidaturas que ficariam beneficiadas com a inutilidade prática desse voto idealista.
À medida que se aproxima um acto eleitoral, esfumam-se os axiomas éticos e os princípios, que cedem o seu lugar à pressão das sondagens e das conveniências do momento, quase sempre apresentadas como inadiáveis exigências de salvação nacional. À conta desses pretensos imperativos de ordem pública, engolem-se não poucos sapos e conspícuos cavalheiros travestem-se ideologicamente, em malabarismos de rara acrobacia e discutível moralidade. E quem não se disponibilizar para uma tal cambalhota eleitoral e decidir não vender, nem hipotecar, o seu voto, é certo e sabido que pagará cara a factura da sua verticalidade: à partida é, pelo menos, um utópico e, à chegada do desastrado resultado eleitoral que a sua atitude propiciou, é um cúmplice do inimigo, um traidor.

É sabido que a história do voto útil tem barbas. Nas vésperas da segunda guerra mundial, o voto útil funcionou a favor de duas grandes forças extremistas. Quando a Alemanha se encontrava numa muito delicada situação interna e externa, os nazis apareceram como a força mais eficaz para deter o triunfante bolchevismo, que ameaçava a liberdade alemã e europeia. É certo, em termos históricos, que muitos dos apoiantes de Hitler o fizeram à conta do voto útil: mesmo não concordando com as teses nazis, entenderam que essa era a única força política capaz de deter o comunismo internacional e, por isso, deram-lhe o seu voto. Em sentido contrário, o voto útil também funcionou a favor do bolchevismo que, para muitos anti-nazis, parecia ser o mal menor ou, pelo menos, a única estrutura partidária com força suficiente para se opor, com eficácia, ao nacional-socialismo. Mas é óbvio que tanto uns como os outros, quer votando de olhos fechados em Hitler, quer dando o seu contrariado voto aos seguidores de Estaline, favoreceram as respectivas tiranias e votaram contra a liberdade, a democracia e o bem comum. Os seus votos foram úteis, sem nenhuma dúvida, mas para o mal.
Não é só na vida privada que o crime não compensa, porque também na vida política essas leviandades pagam-se caras, como sabem os que sofreram a ditadura nazi na Alemanha, ou os que padeceram os horrores do comunismo na Rússia e nos outros países que também viveram, ou ainda vivem, sob a ditadura do proletariado. Na realidade, tanto os que sufragaram Hitler como os que apoiaram Estaline perderam, porque a vitória moral e política foi daqueles «inúteis» que souberam privilegiar uma atitude de coerência ética, sem se deixarem intimidar pelos falsos argumentos de uma suposta utilidade nacional ou internacional.
Se, por absurda hipótese, houvesse que escolher entre Estaline e Hitler, seria caso para dizer que venha o diabo e que escolha porque, por mais útil que fosse votar em Hitler, para que Estaline não pudesse ganhar, ou votar em Estaline, para que Hitler não saísse vencedor, seria sempre uma escolha dos diabos. E a quem o não seja, só lhe resta uma hipótese digna: não votar em nenhum dos dois, por mais inútil que uma tal atitude pudesse parecer.
Em Portugal, Hitler e Estaline não vão a votos, felizmente. Mas, mesmo sendo eticamente lícita a votação no menos mau dos candidatos, resta saber se uma tal opção é suficientemente digna. Sendo escassas as garantias de idoneidade moral dos prováveis eleitos, por ausência de princípios éticos humanistas, ou por falta de coerência na sua aplicação – recorde-se, a este propósito, a promulgação da lei dos casamentos de pessoas do mesmo sexo – é provável que a opção mais coerente e honrosa não passe pelo voto no menos mau candidato, nem no péssimo, pelo menos para quem, na sua vida pessoal e na sua actuação pública, não se pauta por conveniências contingentes, mas por princípios e valores permanentes.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A preparar o dia 1 de Maio de 2011

A ler....

Presidente da Republica: Balanço de uma campanha


Esta campanha eleitoral à presidência da Republica tem sido uma espécie de espectáculo maçador, comparado talvez com aquelas declamações de poesias contemporâneas.
Nós sabemos quem vai ganhar, só que os discursos, as ideias, as acções populares, podiam mas, não trazem nada de novo, mais do mesmo e mais do mesmo. Por isso acho incrível que se acusem os jovens de comodismo eleitoral.
Cavaco Silva o único candidato à direita que não representa a direita na sua totalidade, durante a campanha vem com um discurso a defender a família, que me deu imensa vontade de rir, em relação à constitucionalidade do casamento homossexual demonstrou uma incoerência e uma falta de carácter, pois prolongo uma lei que para além de verificar a sua inconstitucionalidade ele próprio discordava, ou seja fraqueza politica. Cooperou com o governo em relação à crise social, a não ter feito uma verdadeira oposição de ideias, demonstrou ser um presidente fraquinho e previsível nas respostas ao jornalistas: "não comento"! O caso das escutas foi uma vergonha nada a seu favor.
Quando a direita apresentou os seus candidatos, onde estava o Bagão Fellix?
Manuel Alegre, candidato dos partidos da extrema esquerda o BE e do Partido Socialista, o que me faz pensar que o candidato Alegre deve ter uma versatilidade politica fantástica, por isso mesmo o seus discursos não são profundos para não atacar verdadeiramente o governo que lhe apoia e para não se distancia do extremismo bloquista, incoerente, fraquinho e anacrónico.
O candidato do Partido Comunista, Francisco Lopes tem um discurso patriota e ouso dizer tipo salazarista, pelo bem da nação, proteccionismo ao seu extremo, ortodoxo e muito, mesmo muito anacrónico.
Depois temos Fernando Nobre, um homem que se diz um alturista, mas fazia muito mais se não se tivesse metido na politica, ter resguardado o seu trabalho e a imparcialidade da AMI valia, não se consegue olhar para Fernando Nobre sem ver o Mário Soares.
Defensor Moura, um cidadão com certa actividade politica no PS, com boa vontade e pouca força e pouco perfil de Presidente, sem apoios financeiros.
Por fim, last but not the least, o madeirense, José Manuel Coelho, digamos é o único que está a fazer uma campanha com propaganda de tal forma que podia dizer que nem as empresas de assessoria politica tinha feito melhor, e acreditem pela forma como as pessoas estão revoltadas com esta situação do país, com estes candidatos, este senhor ainda vai ganhar muitos votos, e esses votos tem uma leitura de um comportamento politico de longe serem pelo candidato.
A burocracia domina o mundo dizia Weber, com razão, novamente eu e um grande grupo de conterrâneos açorianos estudantes no continente voltamos a não votar.
Mas quero que saibam que apesar do meu voto nulo não aparecer nas sondagens, que a minha abstenção seja vista como um comportamento politico de quem está farta desta elite.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Os hereges que se cuidem....


....eu tenho a Summa Theologiae

Não gosto de impostos, muito menos de multas de impostos

Anda aqui uma pessoa a poupar dinheiro para viajar, quando dá por elas e têm uma multa quase 150€ dos esgotos. Quem já paga imposto mobiliário, imposto municipal têm de pagar os esgotos? Mesmo que essa pessoa seja liberal e acredito no pouco proteccionismo do Estado têm de pagar os esgotos?
Para mim é algo inquestionável ter esgoto por isso não sabia que tinha de pagar o imposto do esgoto e por isso tive de pagar multa sobre o imposto do esgoto. Na Roma antiga havia esgotos, será que as pessoas pagavam multas por se esquecerem que tinham de pagar o esgoto?

Roma: Semana Santa e dia 1 de Maio

Acho que desta vez perdi mesmo a cabeça, visto que deixei a total Providência a minha estadia.

Alguém está a mentir

Este Governo é uma vergonha!
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"Mais vale o erro em que se crê do que a realidade em que não se crê; pois não é o erro, e sim a mentira, o que mata a alma"
Miguel Umanuno

Alguém explique

Portugal tem uma embaixada na Tunísia, mas quando se dá uma Revolução a nossa embaixadora não está a acompanhar os seus cidadão, porque foi de férias. Então porquê que Portugal tem uma embaixada na Tunísia?

É tudo uma questão de liberdade!

A liberdade religiosa é a liberdade mais importante, porque é a liberdade mais intima da alma do homem, é a liberdade de acreditar em algo que influência a vida toda, é a liberdade dos humildes que se entregam ao Deus invisível, é uma liberdade que socialmente mais move regimes.
Pasteur, o mestre da medicina francesa, e católico que rezava o terço no comboio, acompanhado pela liturgia das horas, tinha razão quando falava na disposição livre e não racional da fé.
Quando se fala da fé, de acreditar em Deus na Igreja, não é uma questão de inteligência nem de razão, até porque as pessoas mais inteligentes que eu conheço acreditam todas em Deus e na Igreja, por isso, é sobretudo a questão de liberdade. A fé é liberdade à partida, sem liberdade não há fé, e sem liberdade não à amor, porque se não O tivéssemos em livre arbítrio não tínhamos verdadeiramente fé!
Ou tu acreditas ou tu não acreditas, não me venham é chatear.
Os alunos laicistas, por outras palavras pequenos ditadores e autoritários em nome da sua razão (qual?) suspenderam as Missas na Universidade de Barcelona, imaginam lá por falta de segurança: "«No habrá más misas hasta que la universidad pueda garantizar la seguridad de los estudiantes que quieran asistir a la liturgia». Es la decisión que adoptó la Universidad de Barcelona"
Numa Universidade Europeia, por FALTA DE SEGURANÇA aos alunos Católicos!
Agora digo, para uma pessoa que não acredita porquê se incomoda tanto com a Eucaristia? Meus queridos ateus, proibir a celebração do culto é mostrar uma profunda inquietação e isso resolve-se com a leitura do Evangelho e não a ameaçar quem vai à Santa Missa, e resábiamentes também se resolve mas no confessionário!
Acho uma vergonha que a Europa, continente estandarte da liberdade viva uma cristofobia, umdesrespeito pela religião que é a sua cultura a sua história, é uma negação de si mesmo.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Ora Pro Nobis

"Repito mais uma vez, a todos os homens contemporâneos, o grito apaixonado com que iniciei o meu serviço pastoral: NÃO TENHAIS MEDO! ABRI, OU ANTES, ESCANCARAI AS PORTAS A CRISTO! NÃO TENHAIS MEDO! Cristo sabe bem o que esta dentro do Homem, só Ele o sabe! O Homem é amado por Deus! Este é o mais simples e comovente anuncio de que a Igreja é devedora ao Homem. A palavra e a vida de cada cristão podem e devem fazer ecoar este anuncio: Deus ama-te, Cristo veio por ti, para ti Cristo é "Caminho, Verdade, Vida"
Papa e futuro beato a partir do dia 1 de Maio João Paulo II

1 de MAIO de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Há muita beleza na tradição (só para os esquecidos)

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Adóro te devóte, latens Déitas,
Quae sub his figúris vere látitas:
Tibi se cor meum totum súbiicit,
Quia te contémplans totum déficit.